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MPRN debate obras de reforma e ampliação na Avenida Engenheiro Roberto Freire e Via Costeira com entidades de classe e moradores

Por interino

O Procurador-Geral de Justiça (PGJ) do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Rinaldo Reis Lima, recebeu um grupo formado por diversos representantes de segmentos da sociedade para tratar sobre as obras de reforma e ampliação da avenida Roberto Freire – e que incluem a Via Costeira.

O grupo argumentou que o projeto prevê 19 interdições que, segundo eles, vão tornar um caos a região pelo período de dois anos e uma série de outros problemas definitivos como: prejuízos ao comércio, ao turismo, ao meio ambiente e aos moradores da localidade que vão conviver com diferentes tipos de contratempos.

Após ouvir os relatos, o PGJ esclareceu ao grupo que a 71ª Promotoria de Justiça da Comarca de Natal é adequada para atuar no caso, pois possui atribuição específica na defesa do meio ambiente e de interesses históricos, urbanísticos, turísticos e paisagísticos. “Vocês devem apresentar esses problemas identificados por segmento da sociedade. Com base nisso, a promotora vai pedir informações às autoridades pertinentes para averiguar e tomar medidas cabíveis”, completou o coordenador jurídico judicial da PGJ, o promotor de Justiça, Afonso de Ligório.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente (Caop-MA), Fernanda Guerreiro, ficou responsável pela articulação entre o grupo e a titular da promotoria mencionada.

Participaram da reunião representantes de moradores de Ponta Negra, da associação de moradores de Capim Macio, de empresas de turismo, de hotéis, do representante do deputado estadual Fernando Mineiro, e ainda comerciantes da localidade, do Sindicato de Hotéis, Restaurante, Bares e Similares (SHRBS-RN) e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

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Opinião dos leitores

  1. Não adianta ampliar a Roberto Freire e via Costeira e deixar as vias de escoamento dá mesma forma. Vai continuar congestionando. Eu passo por ali frequentemente e afirmo que o engarrafamento ali é bem menor do que em muitos outros pontos da cidade. Uma sincronização de semáforos já ajudaria bastante. Além disso o impacto ambiental é enorme e irreversível. Um pouco de trânsito em horário de pico é aceitável, existem muitos outros locais necessitando de obras. Pra variar será mais uma obra sem muita necessidade somente para desviar dinheiro.

  2. Se não quiserem deixar que façam obras por causa dos desconfortos de poucos, ficamos na mesma, não é justificativa racional.

  3. A população que sofre todos os dias com os engarrafamentos na Roberto Freire quer a obra.

    Alguns desses "representantes" só estão vendo o bolso deles, outros deles não conseguem ver um palmo a frente.

  4. O sacrifício de todos é momentâneo. Os benefícios da ampliação durarão muito mais tempo. Moro na região e clamo pela ampliação das citadas vias. Quanto ao impacto ambiental, não acredito que seja tão grande a ponto de embargar uma obra tão necessária ao progresso da cidade.
    Inclusive o turismo e o comercia vão se beneficiar muito após a conclusão das obras. Povo só tem visão imediatista.

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