MPRN destaca medidas para contingenciamento de despesas

Expectativa é que o orçamento previsto para 2017 seja reduzido em cerca de R$ 20 milhões com os contingenciamentos

O procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Eudo Rodrigues Leite, anunciou que o Ministério Público potiguar terá que reduzir despesas, diante dos contingenciamentos orçamentários que já ocorreram nesse primeiro semestre e que devem se repetir até o final desse ano de 2017. Eudo lembra que o MPRN vem adotando medidas nesse sentido desde o início de 2017. “Até o final do ano, a projeção é que os contingenciamentos alcancem uma redução em torno de R$ 20 milhões”, afirma.

O orçamento inicial do MPRN para 2017 era de R$ 302 milhões. Até o fim do primeiro semestre, o MPRN já havia registrado uma redução de R$ 10 milhões e a expectativa é poder reduzir ainda mais, para contar com R$ 282 milhões no total até dezembro.

No dia 22 de julho passado, o Governo do Estado decretou contingenciamento de R$ 76.750.048,91 nos repasses aos poderes Legislativo, Judiciário e corte de despesas no próprio Executivo. A medida significa uma redução nos valores que os órgãos da administração pública receberão para pagar servidores, manutenção, investimentos e outros gastos.

“O MPRN recebeu a comunicação acerca do contingenciamento e, após análise dos números com o nosso pessoal do orçamento e financeiro e a constatação da gravidade da crise financeira e orçamentária porque passa o Estado do RN, acatamos esse contingenciamento. Já estamos reduzindo despesas, de modo a adequar nosso orçamento a essa limitação de empenhos. Nesse momento de grave crise financeira e fiscal, o Executivo vai precisar tomar algumas medidas amargas e todos os demais poderes e instituições precisam participar do esforço conjunto em favor do RN. Esta é uma questão de Estado e não de governo”, detalhou o procurador-geral de Justiça.

As medidas adotadas para conter as despesas até o fim do ano são redução com gastos em diárias e passagens, suspensão de diversas obras, renegociação de locações de imóveis e de contratos de terceirização, entre outras medidas.

MPRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    E o AUXILIO MORADIA?
    E a venda de férias, que aliás é tanta que nao conseguem gozar 60 dias e 20 de recesso?
    E as indenizaçoes de venda de de licenca premio?
    Hipocrisia e Imoralidade toma conta.

  2. jo disse:

    Acabe com as regalias, ajuda bastante

  3. Igor disse:

    Só não falam do principal. o didin dos promotores e funcionários.

  4. Jarbas disse:

    Simples. Congelem esses salários absurdos de mais de 30 mil por uns 10 anos, posto que a Lei que regula o teto de salários não obriga o o recebimento pelo teto. O teto salarial, digo mais uma vez é uma referência, não existe obrigação da instituição a pagar o teto. Acabem com licença-prêmio e quinquênios além dessas férias exdrúxulas de 60 dias.

    • EDUARDO AGUIAR (EDINHO) disse:

      Vai estudar e passar num concurso…. invejoso.

    • Jarbas disse:

      Só faltava essa. Ter que sustentar esses mordomias apenas apenas pelo fato de ter passado em concurso. Vai criar riqueza carimbador de papel.

    • Rômulo disse:

      Edinho, vivemos num estado pobre de um país pobre! Sinto muito, mas juízes e promotores recebem, sim, super salários e usam subterfúgios para extrapolar o teto. Mandar os outros estudarem para participarem da FARRA não tira o caráter imoral disso!