Judiciário

MPRN pede bloqueio de R$ 2,1 milhões da Prefeitura de Natal para pagamento de dívida do Hospital Memorial

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, pediu o bloqueio de R$ 2.107.126,57 da conta única do Tesouro do município para sanar a dívida com o Hospital Memorial. O atendimento aos pacientes de ortopedia do SUS no hospital está paralisado desde segunda-feira (17) por causa de atraso nos repasses dos valores referentes aos contratos firmados com o Governo do Estado e a Prefeitura de Natal. O requerimento do MPRN, assinado nesta sexta-feira (21), foi encaminhado à 3ª Vara da Fazenda Pública e aguarda decisão.

O MPRN destaca no requerimento que essa suspensão de atendimentos ao longo de toda a semana acarreta um efeito “cascata”, gerando um represamento dos pacientes que necessitam realizar cirurgias ortopédicas nos demais hospitais da rede, como os hospitais Deoclécio Marques e Walfredo Gurgel. “Esperamos resolver esse impasse para que o atendimento aos pacientes do SUS seja restabelecido o mais rápido possível”, destaca a promotora de Justiça Iara Pinheiro, que assina o requerimento.

Ainda na segunda-feira (17), o hospital requereu na Justiça o bloqueio integral da dívida porque já tinha apresentado uma petição manifestando-se acerca do cronograma dos pagamentos e requerendo a intimação do Município de Natal. O relatório preparado pelo Hospital Memorial e entregue ao MPRN apresenta uma planilha em razão de atendimentos realizados até abril deste ano, que chega ao montante de R$ 2.107.126,57.

Nesta sexta-feira (21), o MPRN entrou em contato com os representantes das Secretarias de Saúde Estadual e Municipal. O secretário municipal de Saúde de Natal, Luiz Roberto Leite Fonseca, reconheceu os atrasos dos pagamentos dos prestadores privados, inclusive, do Hospital Memorial. Já a secretária-adjunta de Saúde do Rio Grande do Norte assegurou o repasse da parcela do Termo de Cooperação entre os Entes Públicos (TCEP) até o dia 25 de julho de 2017, no valor de R$ 4.143.446,98.

MPRN

 

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Finanças

MPRN pede bloqueio de R$ 2,1 milhões por negligência ambiental do Município de Natal

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) requereu à 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal o bloqueio de crédito orçamentário-financeiro do Município de Natal no valor de R$ 2.166.000,00 – diretamente na Conta Única do Município.

O montante deve possibilitar o pagamento de multa e posterior utilização na recuperação de bens ambientais lesados, conforme determina a Lei de Ação Civil Pública (LACP). Na verdade, trata-se de um pedido de cumprimento de sentença formulado nos autos da ação civil pública (ACP) nº 0013831-86.2000.8.20.000.

Na referida ACP, a 28ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital pediu que a Justiça obrigasse o Município de Natal a promover medidas para impedir a degradação da áreas verdes e a plantar quantas árvores fossem necessárias para recuperar espaços já degradados, bem como a zelar pelos vegetais e repor mudas que não vingassem ou tivessem sido arrancadas.

Por isso, no pedido de cumprimento de sentença, a titular da unidade ministerial, a promotora de Justiça Rossana Sudário, requereu ainda que seja arbitrada multa ao Município pelo caso de descumprimento de qualquer uma das demais cláusulas do acordo, anteriormente firmado.

Entenda o caso

Chegou a ser proferida decisão liminar, determinando que os órgãos, Semsur, Semurb e Cosern realizassem podas através de profissionais devidamente credenciados e habilitados, e com obediência estrita a critérios técnicos, para que não houvesse a mutilação dos espécimes vegetais.

Ultrapassadas as diversas fases processuais, em 04 de fevereiro de 2003, foi celebrado e homologado em audiência um acordo com o Município. Tal acordo estabelecia, dentre outras providências, que só ocorressem abate de árvores com consequente replantio; que fosse realizada pelo Município campanha institucional educativa quanto à preservação e conservação das árvores da cidade e que fosse aumentado o número de equipes de podação, sob responsabilidade da Semsur.

Ocorre que, apesar da realização de inúmeras audiências com o Município, inclusive com o próprio Prefeito de Natal, a arborização da cidade continou a ser negligenciada, o que foi um descumprimento do acordo homologado nos autos do processo.

Com informações do MPRN

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  1. Usar tabela falsa na Semurb é crime ! Receita ilegal é crime ! Alô TCE , fiscalize s Semurb, e irá encontrar um rombo maior que o Idema , muito maior !!!

  2. Qual a magia que a Semurb tem para não ser importunada ??? Usa tabela falsa , e fica por isso mesmo ???

  3. Seria bom a Promota Rossana ter conhecimento que a tabela que a Semurb de Natal usa, para as taxas de licenças ambientais , É FALSA !!!

    Já existe representação no MP do RN !!! Por que NÃO ANDA ???

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