Os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) que passaram a noite em frente ao prédio do escritório paulista da Presidência da República, na avenida Paulista, desmontaram o acampamento na manhã desta quinta-feira (2).
O motivo do protesto era o cancelamento da contratação de até 11.250 unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida Entidades, anunciada pela presidente Dilma Rousseff às vésperas de seu afastamento.
O governo do presidente interino Michel Temer anunciou recuo nesta quarta (1º) e publicará nos próximos dias uma portaria autorizando a contratação de moradias. Em nota, a assessoria do Ministério das Cidades afirmou que a decisão não decorreu do protesto, mas já estava tomada desde sexta (27).
Os manifestantes já deixaram o local, restando apenas alguns para ajudar a desmontar e levar equipamentos de cozinha que estavam sendo usados no acampamento. Após a saída dos integrantes do MTST, um funcionário do prédio passou a limpar o hall, que havia sido ocupado, removendo pichações.
O ato se iniciou por volta das 14h15 de quarta no vão-livre do Masp, na avenida Paulista. Às 16h30, houve confusão com a PM, que soltou diversas bombas de efeito moral, gás de pimenta e correu atrás de manifestantes na Paulista com cassetete. A PM deteve seis pessoas. No local, um policial disse que houve “desobediência”.
A confusão começou no canteiro central da avenida, depois que um manifestante disparou um rojão para o alto -diversos fogos de artifício já haviam sido soltos desde o início do ato. Em meio às bombas, uma cabine da PM foi derrubada pelos manifestantes. Por volta das 17h, a confusão já havia acabado.
A manifestação também era contra a ação da Polícia Militar que, no domingo retrasado, retirou os sem-teto das proximidades da casa de Temer, em São Paulo, com uso de água e bombas.
Folha Press
Tem que baixar o cacete nestes vagabundos, quando os PTralhas estavam no governo nenhum reclamava. kkkkkkkkkk..
As coisas realmente começam a melhorar nessas terras de DEUS, finalmente.
Com a saída do PT do planalto e a volta do prestígio a legalidade, movimentos patrocinados por desocupados aproveitadores começam a pagar o preço da desordem. Ouve algumas prisões, baderneiros detidos, situação que a muitos anos não se tinha notícia.
O MTST invadiu o local, tumultuou, ameaçou e disse que estavam ali sem data para sair. A polícia chegou ao local e dentro da nova ordem, de legalidade ao trabalho e a dignidade do trabalhador, foram retirados do local em menos de 05 minutos.
Os mais agressivos e revoltados, foram detidos e afastados dos demais. Logo mudaram de postura, assumindo o conhecido papel de vítimas e criticando a ação coercitiva e correta da polícia. A polícia cumpriu o papel que a sociedade espera dela, colocou ordem e garantiu o direito do trabalhador em exercer suas atividades.
Aos baderneiros de ocasião e proveito próprio tem que ser dado o tratamento merecido. O direito deles acaba onde começo do outro.