Diversos

Na Rússia, Temer diz que juros cairão à casa de 1 dígito “em brevíssimo tempo”

Foto: Beto Barata/21.06.2017/PR

O presidente da República, Michel Temer, reuniu-se por mais de 2 horas com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nessa quarta-feira (21), no Kremlin, em Moscou. Na oportunidade, o brasileiro afirmou que os juros praticados pelo Banco Central vão “em brevíssimo tempo” cair à casa de 1 dígito.

O encontro bilateral foi o primeiro desde o início da gestão do brasileiro. Em um rápido diálogo aberto aos jornalistas, Putin lembrou que a cooperação bilateral é estreita tanto no interior dos Brics, quanto no G-20, e que o Brasil “é um dos principais parceiros na América Latina”.

O presidente russo lamentou a queda no comércio bilateral em 2016 e disse que os dois países devem trabalhar para aprofundar as trocas.

Temer afirmou que está em sua quarta visita a Moscou e em um segundo encontro com Putin. E que os resultados têm sido “sempre muito positivos”.

— Temos economias parecidas.

O presidente mencionou ainda as reformas em curso — sem fazer alusão alguma à reforma trabalhista, que enfrentou uma derrota na terça (20) na Comissão de Assuntos Sociais do Senado —, o combate à inflação e a política de juros.

— Em brevíssimo tempo teremos juros de 1 dígito no País.

Atualmente, os juros básicos da economia (taxa Selic) estão em 10,25% ao ano — houve redução de 1 ponto percentual na última reunião do Banco Central, realizada no final de maio.

Temer defendeu ainda um diálogo franco e aberto no G-20 e no grupo de grandes emergentes BRICS, além das Nações Unidas, “onde nós defendemos sempre as mesmas teses”.

Ao final da reunião, Temer e Putin farão uma declaração conjunta e assinarão acordos bilaterais.

R7, com Estadão

 

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  1. Juros de banco e de cartão de crédito? ????? Não? ???? Baixa só para empresário e não para o povo, não vale!

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Política

Na Rússia, Temer apoia cortes e diz ter certeza de que Dilma termina mandato

O vice-presidente Michel Temer, que está em visita oficial à Rússia, defendeu nesta segunda-feira (14) a realização de cortes no Orçamento de 2016.

Questionado sobre se os cortes de despesas, que podem ser anunciados nesta segunda e chegar a R$ 22 bilhões, seriam suficientes para dar uma segunda chance ao governo, Temer afirmou que “é uma oportunidade”.

“Foi pregada intensamente no sentido de que se faça os cortes. Mas os cortes não estão definidos ainda. Se houver cortes, acho que é um bom passo e um atendimento a vários setores que pleiteiam exatamente cortes”, afirmou o vice, que foi lacônico ao falar com a imprensa em um rápida visita ao ao stand do Brasil em uma feira de alimentos de Moscou.

Sobre um eventual anúncio de aumento de impostos, Temer afirmou que, sobre isso, vai falar apenas quando voltar ao Brasil.

O vice também fez elogios a Dilma Rousseff, afirmando que “a presidente está se recuperando cada vez mais”.

“Tenho certeza de que terminará o mandato”, afirmou.

FEIRA

Após se reunir com o presidente da Duma (equivalente russo à Câmara dos Deputados), Serguêi Naríchkin, Temer visitou a World Food Moscow com sua comitiva, que inclui ministros do PMDB.

Ao lado do presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), David Barioni Neto, e do presidente da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne), Antonio Camardelli, posou para jornalistas comendo churrasco.

Ele fez um discurso informal no qual defendeu o aumento das vendas brasileiras para a Rússia. “O governo só prospera se a iniciativa privada prosperar”, disse.

Folha Press

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  1. Tô quase achando que devemos devolver o Brasil a os índios. Hoje no Brasil não tem, não existe uma liderança que possa mostrar uma luz no fim do túnel. A presidente não sabe governar e o seu vice é igual a couro de P… pra frente e pra trás, é muita incompetência. a A final o que foi mesmo que essa turma foi fazer no exterior???

  2. Segundo Gregório Duvivier, “Será que só agora descobriram a corrupção? É tudo uma grande mentira. Querem tirá-la para roubar mais. Quem quer a Dilma fora é Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Aécio Neves, que são comprovadamente corruptos”, disse ele.
    Gregório afirmou ainda que essa mudança seria equivalente a “limpar o chão com bosta”.
    “São esses que querem tirar um presidente por causa da corrupção ? Até parece. É querer limpar o chão com bosta!”

  3. O GOLPISMO SAI DE BAIXO DO TAPETE E BRILHA A LUZ DO SOL!
    "No Brasil, a oposição não aceitou a quarta derrota de 2014. Desde então a evolução do curso político tem sido marcada pela instabilidade, ameaça e incerteza. O consórcio oposicionista coloca todas as suas garras de fora, se aproveitando do entroncamento de uma crise mundial estrutural do capitalismo, com maior impacto agora nos países emergentes, interagindo com o fim do ciclo de desenvolvimento desses últimos doze anos no Brasil", diz Renato Rabelo, ex-presidente do PCdoB; citando o lançamento da frente pró-impeachment na semana passada, ele destaca que "a fase constante do estado de golpe que vive o país passa agora para a oficialização do rito e do processo a ser seguido pelo golpe"; "Os donos do poder e seus 'quebra facas' querem levar o país ao impasse político, ao clima de caos, não importando os destinos da nação. Tudo em proveito de sua volta ao centro do poder", completa Rabelo.
    ALGUÉM AINDA NÃO SABE O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

  4. Muito preocupado Michael Tamer e sua comitiva bebendo vodka e comendo o famoso caviar russo as nossas custas.

  5. A opinião desse senhor muda de acordo com a direção do vento. Mas acredito que ele é menos pior que Dilma, o que seria um passo positivo no rumo que estamos indo. O PMDB sempre foi o partido dos oportunistas e assim construiu sua história, nada de novo, nem adianta o PT jogar suas armadilhas com frases como: "ruim com ela, pior numa aventura com outros". Isso só serve aos petistas que estão morrendo de medo em perder a mamata dos cargos e dinheiro fácil sem produção.

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Esporte

Alemanha quer levar Copa de 2018 para o país, alegando risco político na Rússia

A tensão política entre Rússia e Ucrânia e os conflitos no Leste europeu fizeram o presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB, na sigla em alemão), Wolfgang Niersbach, defender a mudança da sede da Copa de 2018 para a Alemanha. Em entrevista ao diário alemão “Bild”, o dirigente afirmou que a competição que será sediada pela Rússia está sob risco:

— Observamos com muita preocupação o desenvolvimento político na Rússia, algo que não era previsível quando se tomou a decisão de entregar ao país a tarefa de organizar a Copa de 2018.

Niersbach está à frente de um grupo de políticos alemães que defende a ideia de mudar a sede do próximo Mundial, especialmente após a conquista da Copa no Brasil. O dirigente chegou a afirmar que a alteração seria justa com a atual campeã:

— Naturalmente a Alemanha seria, como campeã mundial, a alternativa adequada para celebrar a Copa do Mundo. O melhor seria realizá-la em parceria com Polônia e Ucrânia, que também possuem estádios modernos — disse o dirigente.

Pesa como argumento para os alemães a estrutura dos estádios do país, que sediou a Copa há apenas oito anos. A boa média de público do Campeonato Alemão também é um dos trunfos de Niersbach. Agora, a federação recebeu apoio de políticos de partidos que fazem parte do governo Ângela Merkel.

— Não podemos conceder a Copa do Mundo a um país que está em guerra com outro — disse Karl-Georg Wellman, da União Democrata Cristã (CDU).

A Fifa, que enfrenta pressões por causa da escolha do Qatar como sede da Copa em 2022, não se pronunciou sobre as declarações dos alemães.

O Globo

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