Foto: Canindé Soares
Natal está entre os dez destinos mais competitivos do país em infraestrutura geral e em aspectos ambientais, de acordo com o Índice de Competitividade do Turismo Nacional 2015, divulgado nesta quarta-feira (9) pelo Ministério do Turismo. A cidade avançou também no índice geral da competitividade, passando da 25ª posição para a 22ª entre 65 destinos pesquisados.
A capital potiguar é a 6ª cidade mais competitiva do país em aspectos ambientais e a 7ª em infraestrutura geral, duas das 13 dimensões avaliadas na pesquisa, que mede anualmente a evolução dos destinos. A cidade está no nível 4 da escala de competitividade que tem 5 níveis. O índice foi desenvolvido pelo MTur em parceria com o Sebrae Nacional e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
“A colocação de Natal no ranking das cidades mais competitivas em infraestrutura geral e questões ambientais é fruto de muito trabalho dos gestores públicos e dos investimentos federais que estão sendo direcionados para o turismo da cidade”, avalia o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.
O desempenho de Natal na dimensão infraestrutura geral está associado a fatores como a construção de 22 km de ciclovias na orla, por ocasião da Copa do Mundo; melhoria da limpeza pública nas áreas turísticas, existência de delegacia especializada e grupamento especial na Polícia Militar para o atendimento ao turista.
No quesito aspectos ambientais, Natal alcançou o maior nível da escala da competitividade. Contribuíram para esse resultado, a existência de rede pública de distribuição de água que atende mais de 90% da população; monitoramento da qualidade da água; destinação pública de resíduos sólidos para aterro sanitário, além da presença de Unidades de Conservação, entre elas, o Parque das Dunas e o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte.
Em relação a aspectos ambientais, sem dúvida alguma Natal emplaca nas primeiras colocações, mas em relação a infraestrutura…sem condições alguma. Não sei como ficou em 7º. Estranho.
Mas uma cidade que vive do turismo, não pode ficar nunca no penúltimo escalão (4 de 5 níveis). Tem obrigação de ficar no primeiro escalão. O problema não é só financeiro, mas sim visão e ação dos gestores públicos. São de poucas ideias.
Só falta segurança