O parecer que pede a rejeição das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff não é motivo para preocupação, avalia o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Ninguém precisa ficar nervoso com isso”, disse o ministro, relator do caso na Corte eleitoral, lembrando que, em 2010, na eleição de Dilma, já houve manifestação dos técnicos do tribunal apontando irregularidades.
Na ocasião, a prestação de contas da presidente eleita foi aprovada com ressalvas pelo TSE. Os ministros entenderam que os problemas apontados pela área técnica em 2010 não configuravam irregularidades insanáveis. Técnicos do TSE enviaram ontem ao ministro parecer pela desaprovação das contas da candidata e do comitê financeiro do PT. Os técnicos do TSE apontaram irregularidades que representam 4% do total das receitas da conta de Dilma Rousseff – algo em torno de R$ 14 milhões – e 14% das despesas – cerca de R$ 48 milhões.
Isto É com Agência Estado
Tudo contra os inocentes do PT ou é trama ou é golpe.
Destruir a petrobrás através da corrupção não é golpe.
Aparelhar o judiciário indicando como ministros ex advogados do partido não é golpe.
Jogar a credibilidade da economia brasileira na lama não é golpe.
Termos os maiores índices de criminalidade já registrado na história brasileira não é golpe.
Fazer imposto destinado a saúde e os recursos nunca terem chegado a saúde não é golpe.
Ter o maior rol de escândalos da história não é golpe.
Ver analfabeto ser aprovado no ensino público não é golpe.
Pela baixa qualidade do ensino público, criar cotas, não é golpe.
Por que o sinistro Ministro disse isso?
Porque ao examinar as contas da campanha presidencial do PT, o Banco Central, a Receita Federal e o Tribunal de Contas da União chegaram à mesma conclusão: nada de irregularidades. Ou seja, nada acharam para servir de pretexto para o que já estava sendo urdido numa trama sórdida chamada de golpe branco.
Bateu com os burros n`água a intenção inconfessável do Tucano de Toga.
Sabemos que a decisão será dos 7 ministros do TSE, mas a leitura dos laudos mostraram que a vontade de punir era bem maior do que a presença de quaisquer elementos consistentes para além de apenas indícios imaginados pela cabeça mal intencionada do magistrado passional.