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UTILIDADE PÚBLICA: Linhas de Candelária desviam de itinerário para obras de saneamento nesta segunda

A Alameda Marechal Sucupira, em Candelária, será interditada entre as alamedas Peruana e Bolivariana para obras de saneamento básico da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN) nesta segunda-feira (13). A informação é da Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).

Com a obra, as linhas 35 (Soledade I/Candelária, via Av. Prudente de Morais) e 64A/43 (Nova Natal/Praia do Meio/Candelária, via Alecrim) sofrerão desvio no itinerário a partir da Rua Moysés Sesyon, entrando na Av. das Brancas Dunas, Rua Jerônimo de Albuquerque, Rua Caramuru e acessando a Rua Valdir Targino – de onde segue normalmente.

De acordo com o inspetor Carlos Eugênio Barbosa, chefe do Setor de Intervenção Viária da pasta, a intervenção deverá durar três dias. “É uma obra muito rápida porque é um trecho muito pequeno”, ressaltou.

Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

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José Dias critica paralisação das obras de saneamento em praias de Parnamirim

7fd60697-5fde-417b-9850-b02f0370a7e3Foto: Eduardo Maia

Em pronunciamento na sessão plenária da Assembleia Legislativa, o deputado José Dias (PSD) criticou os motivos que levaram à paralisação das obras de saneamento das praias de Pium, Cotovelo e Pirangi. De acordo com o parlamentar, as obras sofreram embargo do Patrimônio da União.

“As obras foram praticamente concluídas. Ficou pendente apenas o fato de uma das cinco estações de tratamento previstas precisar avançar três metros dentro do terreno da Barreira do Inferno, o que nunca foi autorizado pela Aeronáutica. Para contornar essa situação, o projeto precisou fazer um desvio e as obras acabaram sendo embargadas”, lamentou José Dias.

Segundo o deputado, o sistema de saneamento até poderia entrar em operação sem a estação que foi paralisada, mas essa possibilidade foi inviabilizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, que exigiu um estudo sobre os efluentes que seriam destinados a um emissário que desemboca no Rio Pirangi.

“Estes efluentes são tratados fisicamente e quimicamente contra coliformes e nitrato. Mesmo que eles tragam algum prejuízo ao Rio Pirangi, os danos seriam consideravelmente menores que os de hoje”, comentou o parlamentar.

José Dias comentou que a conclusão das obras de saneamento iriam resolver os problemas de contaminação do solo e possibilitar a construção de equipamentos modernos e fundamentais para o desenvolvimento do turismo em Parnamirim.

“Teríamos a grande vantagem de incentivo econômico e social. Infelizmente, esse comportamento do Ministério Público desmoraliza as instituições”, concluiu o deputado

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