Diversos

Para governo, impeachment pode ser votado antes da abertura da Olimpíada

O governo ainda aposta que o impeachment deve ser votado dias antes de a Olimpíada começar, em 5 de agosto.

Assim, livraria Michel Temer e o cerimonial do COI de constrangimentos na cerimônia de abertura. Um constrangimento que se resume na pergunta: o que fazer com Dilma?

Segundo o Planalto, há como Antonio Anastasia marcar a votação justamente para a semana de abertura, dias antes do início do evento.

Lauro Jardim, O Globo

Opinião dos leitores

  1. O paciente já teve diagnóstico de morte cerebral,
    agora é esperar o desligamento dos aparelhos e providenciar o velório/sepultamento….

  2. Se não houver a votação é claro que a ex Presidente não deve ir pq não está mais no cargo. Será constrangedor para ela.

    1. O constrangimento e para nós , brasileiros , so assim o mundo vai ver o tamanho do GOLPE.

    2. Que golpe amigo. Me ajude criatura pq golpe foi o que essa mulher fez e todos os dias são mais e mais notícias.

    3. Golpe tão forte que quebrou o país com a quadrilha dela. Esses molitontos estão a cada dia se superando com suas sandices.

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Diversos

Para governo, rebaixamento da nota do país pela Moody’s será temporário

A equipe econômica do governo Dilma Rousseff acredita que o rebaixamento da nota de crédito do país, determinada na manhã desta quarta-feira (24) pela agência de classificação de risco Moody’s, será temporária e o Brasil poderá recuperar sua avaliação assim que as medidas de ajuste das contas públicas, em discussão, sejam implementadas e comecem a gerar resultados.

O rebaixamento da nota brasileira nesta manhã pela Moody’s fez com o que o país perdesse o último selo de bom pagador que detinha entre as três maiores agências de classificação de risco do mundo.

A nota do país foi cortada em dois degraus, de Baa3 -último nível de grau de investimento- para Ba2. A perspectiva é negativa, o que indica que novo rebaixamento pode ocorrer nos próximos meses.

Em dezembro, a Moody’s já havia sinalizado que poderia cortar a nota brasileira, ao colocá-la em observação, revisando a perspectiva de “estável” para “negativa”.

De acordo com nota divulgada pelo Ministério da Fazenda, o governo Dilma afirma que a posição das agências de rating não altera o comprometimento com o ajuste fiscal necessário para estabilizar a trajetória da dívida pública e na perspectiva de recuperação da economia brasileira no médio prazo.

Jogo do Rating

A Fazenda destaca que “iniciativas importantes para o controle dos gastos e aumento das receitas” já foram encaminhadas ao Congresso, como os projetos da DRU (mecanismo que dá maior flexibilidade ao governo para usar parte das receitas da União) e da recriação da CPMF, o imposto do cheque.

“Até o fim de março, o governo encaminhará propostas adicionais de reequilíbrio fiscal, com a previsão de limite para a expansão das despesas públicas (…) Além disso, está em análise pelos Estados proposta do governo de implementação de uma Lei de Responsabilidade Fiscal estadual que contempla uma série de medidas de ajuste para os entes federados em troca do alongamento do prazo de suas dívidas”, cita a Fazenda.

A equipe do ministro Nelson Barbosa lembra ainda que o governo enviará ao Congresso, até abril, uma proposta de reforma do sistema previdenciário com o objetivo de assegurar sua sustentabilidade no longo prazo.

“Todas essas iniciativas favorecerão a reversão das incertezas quanto à trajetória fiscal e a retomada da confiança dos agentes, condição importante para a retomada dos investimentos.”

A Fazenda cita ainda que o governo também tem adotado uma agenda voltada para o crescimento por meio de medidas para o aperfeiçoamento das regras dos programas que aperfeiçoam a infraestrutura e a logística do país, além de medidas de fomento do mercado de crédito.

“Diante desse esforço conjunto, o Ministério da Fazenda reafirma a expectativa de que o rebaixamento da nota do Brasil seja temporário, com sua reversão tão logo se materializem os resultados das medidas em discussão, o que trará o reequilíbrio fiscal e a recuperação do crescimento.”

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Mais uma agencia a rebaixar a nota do Brasil, isto afasta os investidores, dificulta as empresas conseguir empréstimos no Exterior. Certamente, as AGÊNCIAS E O POVO BRASILEIRO, não acreditam no governo consiga a administrar a economia, fazer os ajustes fiscais, diminuir a inflação e aprovar as reformas no Congresso. Há, portanto falta de CREDIBILIDADE.
    A Ex: Administradora de Lojinha falida de R$1,99 aos poucos esta levando o País a FALÊNCIA.

  2. Pimenta nos olhos dos outros é refresco! Enquanto o povo sofre, um bando de desonestos do PT nada a braçadas largas no dinheiro.

  3. Certamente.
    Só o tempo do Brasil quebrar de vez.
    Administram o país com a mesma incompetência com que roubaram a Petrobras.
    Pense numa praga esse PT. Fica o recado para e eleição de Prefeito: quem tem coragem de botar um deles na prefeitura?

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Economia

Para governo, CPI de Cunha para investigar BNDES põe economia em risco

O governo avalia que a CPI anunciada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para investigar contratos do BNDES pode paralisar a instituição e causar sérios prejuízos à economia. O receio do Planalto é que o impacto da comissão sobre a atividade econômica seja ainda pior do que o provocado pela CPI da Petrobrás, aumentando a temperatura da crise política.

A avaliação foi feita ontem em reunião da presidente Dilma Rousseff com ministros da coordenação política do governo. Em conversas reservadas, auxiliares de Dilma dizem pouco poder fazer para impedir a CPI, mas acreditam que até mesmo empresários vão atuar para esvaziá-la.

Segundo informações obtidas pelo Estado, a equipe econômica estuda abrir uma linha de capital de giro, financiada pelo BNDES, para socorrer empresas em dificuldades financeiras após a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, com o objetivo de evitar quebradeiras e demissões em massa. Ministros dizem, porém, que nada disso será levado adiante se a CPI vingar.

Rompido com o governo desde que o lobista Júlio Camargo o acusou de ter cobrado propina de US$ 5 milhões, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, Cunha quer pôr o PMDB na presidência e até mesmo na relatoria da CPI do BNDES, o que preocupa o Planalto. Além disso, o Senado ameaça abrir uma comissão parlamentar de inquérito para investigar o mesmo assunto, criando nova fonte de problemas para Dilma.

Para piorar o quadro, o governo sabe que o grupo de Cunha e a oposição vão tentar constranger o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na CPI e temem que a crise bata com mais força à porta do Planalto. Na semana passada, a Procuradoria da República no Distrito Federal abriu investigação contra Lula, acusando-o de tráfico de influência internacional e no Brasil.

A suspeita levantada pelo Ministério Público é a de que Lula tenha usado o seu poder para facilitar obras da empreiteira Odebrecht em países da África e da América Latina, com financiamento do BNDES. Em nota, o Instituto Lula disse que o procedimento aberto pela Procuradoria no DF é “absolutamente irregular, intempestivo e injustificado”. Na sexta-feira, advogados do ex-presidente apresentaram uma reclamação disciplinar ao Conselho Nacional do Ministério Público para requerer apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado, pedindo a suspensão do inquérito.

Coutinho. “Não há possibilidade de ingerência política no BNDES”, disse Luciano Coutinho, presidente do banco. “Os processos de governança do BNDES são extremamente rigorosos. Temos plena convicção da nossa capacidade de esclarecer e demonstrar a contribuição do BNDES para o desenvolvimento.” A estratégia do governo é tentar pacificar a relação com Câmara e Senado durante o recesso, liberando emendas parlamentares e acertando nomeações de segundo e terceiro escalões. Embora na reunião de ontem a avaliação tenha sido a de que Cunha “extrapolou e passou dos limites”, a ordem é isolar o presidente da Câmara, e não atacá-lo.

“Eu quero ver isso como uma questão de momento em que ele (Cunha) se sentiu injustiçado”, afirmou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Espero que essas iniciativas não se traduzam na busca de desestabilização das relações políticas e do próprio quadro institucional. Não creio que ele faria isso.”

Por ordem de Dilma, ministros também tentarão se reaproximar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Em pronunciamento na TV Senado, na sexta-feira, Renan elogiou Cunha e chamou de “tacanhas e ineficientes” as medidas propostas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Disse, ainda, que ajuste fiscal sem crescimento econômico é como “cachorro correndo atrás do rabo”, porque não sai do lugar.

“O senador Renan é aliado, é integrante do PMDB e os aliados não estão proibidos de fazer críticas”, amenizou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha. / COLABOROU VICTOR MARTINS

ISTO É

Opinião dos leitores

  1. INTERESSANTE QUANDO OS PTRALHAS ERAM OPOSIÇÃO TUDO ERA PARA FAZER CPI, AGORA NO PODER MORREM DE MEDO, POR QUE SERA?

  2. O governo está com medo de outra coisa: De ser descoberto o rombo de dinheiro público que foram desviados do BNDES para empreiteiros financiar as campanhas políticas e enriquecimento ilícito desses políticos corruptos que são maioria. A população tem que apoiar essa CPI, pois se formos esperar pelos corruPTos estamos fritos. #CPIdoBNDES #EuApoio

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