Foto: Anastácia Vaz
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebeu nesta semana a equipe da Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI), consórcio empresarial contratado pelo Governo do Estado para realizar análises técnicas com vista à implantação do Parque Tecnológico do RN. A visita teve como objetivo conhecer a instituição e as propostas de espaços para implantação do Parque, inserido no Programa RN Sustentável.
Em dezembro de 2014 a UFRN assinou com o Governo do Estado contrato de cooperação para ser a universidade âncora no projeto, que visa à inovação tecnológica nas áreas de energia, sustentabilidade e meio ambiente. “Estamos apresentando nossa competência técnica, a estrutura de laboratórios e o desenvolvimento em pesquisa, inovação tecnológica e social para a consolidação do plano do Parque Tecnológico do RN”, explica a reitora Angela Maria Paiva Cruz. A equipe da SPI iniciou o trabalho em Macaíba no último sábado, 16, onde conheceu uma proposta de terreno para o parque na Escola Agrícola de Jundiaí.
Na última segunda-feira, 18, as ações da UFRN em inovação e empreendedorismo foram apresentadas pelo pró-reitor de Pesquisa, Valter José Fernandes Júnior, que destacou os projetos em energias renováveis, exploração mineral, sustentabilidade, aquicultura e pesca. Em seguida, os consultores da SPI visitaram as instalações da incubadora Inova Metrópole, no Instituto Metrópole Digital (IMD).
Com informações da UFRN
Legal
Gente vazia não consegue contribuir com o diálogo nem nos comentários. Fechar o setor II é coisa de gente muito sem noção. Além de ter diversos cursos lá, ainda tem aulas da pós (mestrado e doutorado), fora os cursos de idiomas do Instituto Ágora. O importante não é quantos alunos usam a sala e sim, que está em uso para desenvolver o conhecimento. Provavelmente esses dois imbecis dos comentários acima são de turmas lotadas de outros setores, mas nos comentários só reproduzem lixo. A UFRN tem diversos terrenos vazios que podem ser implantados o parque de Tecnologia e a visita de análise técnica serve justamente para instalar o projeto no lugar mais adequado.
Goulart disse: "O importante não é quantos alunos usam a sala e sim, que está em uso para desenvolver o conhecimento." Dinheiro publico nao brota em arvores e nao é infinito, sai dos bolsos de quem sustenta esse país. Nao ha publicidade do que é produzido no setor II como ciencia, nem se tem finalidade social ou retorno a sociedade da forma que se disse. Qual o numero nesse setor de desistência, procura ou repetência? Quantos anos em media dura um aluno para se formar nesse setor? Quais sao as pesquisas bancadas com dinheiro publico que dao retorno? No setor II precisaria de uma auditoria, vai descobrir que os outros nao sao imbecis e nem vazios. Ainda bem que sabe que ha salas lotadas em outros setores, e que tem o mesmo custeio, mas por aluno o custo é menor. Ja tem muito predios com despesas altas.. falta ver a produtividade de alguns desses espaços ja construídos. Isso é dialogo! Muita coisa pode ser realocada e otimizado o espaço. Pior sao salas fechadas sem manutencao e obras novas para pouco uso.
So fechar o setor de humanas, vai sobrar espaço. Tem salas so com 2 ou 3 alunos as vezes…
isso.. sem falar na maconha beats