Diversos

Grupo faz vigília na Paulista pelo impeachment de Dilma

Manifestantes enfrentaram o tempo frio da madrugada desta quinta-feira (17) em uma vigília na avenida Paulista pelo impeachment ou renúncia da presidente Dilma Rousseff. Segundo informações da Polícia Militar, ao menos cem pessoas estavam reunidas por volta das 4h em frente ao prédio da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Alguns manifestantes enrolados em bandeiras do Brasil e um grupo em uma barraca de acampamento tentavam se proteger do frio.

Havia pessoas segurando pequenas bandeiras e faixas com frases como “Meu partido é o Brasil” ou “Fora PT, leve junto PSDB. Fora Dilma, Aécio, Lula e Álvaro Dias”. Outros improvisaram cartazes em papelão com frases como “Impeachment quem quer? Os honestos”.

Na barraca montada no meio da avenida Paulista, manifestantes colocaram um cartaz em papelão com a frase: “Minha casa, minha vida”.

A todo momento o grupo batia panelas, tocava vuvuzela e gritava “Fora PT”. Motoristas simpáticos ao movimento, que passavam pelo cruzamento da avenida Paulista com a rua Pamplona, buzinavam em apoio ao grupo.

CRISE

O advogado Ulisses Maciel disse que o protesto é um ato espontâneo após o vazamento de uma conversa telefônica entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma, na noite desta quarta (16).

Na ligação, a presidente dizia a Lula que encaminharia a ele o “termo de posse” de ministro. O áudio foi acrescentado ao inquérito sobre o ex-presidente que tramita em Curitiba.

Segundo Maciel, o Brasil vive uma crise política e a econômica é decorrência dela. “O Michel Temer não é a solução, mas em um primeiro momento, ajudaria o mercado”, explicou Maciel.

Na opinião da estudante de direito Bibiana Oliveira, que disse ser uma das idealizadoras do movimento, a presidente rasgou a Constituição Federal ao nomear Lula para a Casa Civil.

“Foi uma afronta à população, trabalhadores, pagadores de impostos e aos próprios eleitores do PT”, falou.

Por volta das 6h, a vigília continuava na Paulista, no trecho entre as ruas Pamplona e Peixoto Gomide. O grupo está se mobilizando por redes sociais e trocas de mensagens para reunir ainda mais pessoas no protesto.

“Vários ônibus estão vindo do interior de São Paulo com umas 250 pessoas para apoiar”, falou Bibiana, animada.

Folha Press

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Política

Seguindo linha nacional, movimentos populares do RN se organizam para voltar às ruas pelo impeachment de Dilma

Grupos do RN seguirão os movimentos nacionais, e realizarão atos nos dias 12 e 13 de dezembro.  No dia 12, será um manifesto de apoio à Operação Lava Jato, que desmontou o esquema conhecido como “Petrolão”. No dia 13, o Movimento Brasil Livre e o Vem Pra Rua convocam o “Big One”, que dará início às manifestações nesse período pós-abertura do processo de Impeachment.

Na capital potiguar, o local deverá ser o mesmo dos outros movimentos realizados: o cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira.

Opinião dos leitores

  1. Movimento popular com jaja, Rogério Marinho….no meio e bancando. É demais pra minha pouca cultura. Kkkkk

    1. Vamos melhorar o Brasil, hora de passar o país a limpo, a coisa tá tão séria que até o Brasil esta pessimista. Os vermelhos que fazem vergonha precisam sair e colocar pessoas competentes e sérias par administrar nosso belo País.

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Diversos

Famosos criticam protestos pelo impeachment de Dilma

Enquanto muitos confirmam presença pelas redes sociais nas manifestações contra o governo de Dilma Rousseff, no próximo dia 15, em diversas cidades do País, outros ironizam e criticam o pedido de impeachment da presidente, uma das grandes reivindicações dos protestos. Famosos têm postado mensagens de apoio à presidente, ou simplesmente de repúdio à tentativa de destitui-la do poder.

leticia-sabatellafacebookA atriz Letícia Sabatella denunciou, por meio de seu Facebook, que um vídeo em que ela aparece foi editado para servir de crítica ao governo federal e convocação para a manifestação. O vídeo em questão conta com a participação de diversos atores globais e começou a ser divulgado em 2011. Nele, os globais fazem críticas à construção da usina de Belo Monte, na Pará. Após a reclamação de Sabatella, a montagem foi retirada do ar.

O ator José de Abreu, que já declarou voto no PT em eleições passadas, ironizou o protesto ocorrido no último domingo (8), quando pessoas bateram panelas, dentro de suas casas, durante pronunciamento de Dilma para o Dia da Mulher. Ele escreveu em sua conta no Twitter: “#Panelaço em Miami vai parar no Pinel! Vizinhos chamaram hospital psiquiátrico!”

famosos

O deputado federal Jean Wyllys, do Psol, partido que faz oposição ao governo, também lembrou suas críticas a Dilma, mas disse não ser favorável ao pedido de impeachment: “fazemos uma oposição honesta e responsável à esquerda”, escreveu.

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O Partido dos Trabalhadores também se manifestou por meio das redes sociais, e lembrou qua a oposição admitiu apoio aos manifestantes.

ptfacebook

Terra

Opinião dos leitores

  1. A classe dominante não tem ódio. Tem astúcia.
    O ódio ela terceiriza.
    E usam os inocentes úteis para divulgar.
    Ainda não aceitaram a quarta derrota seguida.
    E fazem movimento por tudo.
    É difícil aceitar a Democracia quando perdemos as eleições…

  2. FALA SÉRIO!
    Um empresário de São Paulo que se diz falido pelo Governo do PT. Uma publicitária que mora no Mato Grosso e vive “de renda”. Esses são alguns dos comerciantes que se aproveitam do movimento quepede o impeachment de Dilma Rousseff (PT) para ganhar dinheiro ou para financiar os protestos. Vendendo camisetas a 99 reais e adesivos a 3,50, Marcello Reis, de 40 anos, e Letícia Balaroti, de 28, estão na linha de frente dos produtos anti-Dilma.
    Para garantir o pagamento da estrutura usada nos protestos promovidos por ele, como um trio elétrico de 20.000 reais, Reis vende camisetas, bonés e adesivos na internet. Um kit, com uma camiseta polo preta, um boné e cinco adesivos custa de 175 a 195 reais, de acordo com o tamanho. Se for levar só a camiseta com uma faixa presidencial pela metade e os dizeres “Deus, Família e Liberdade”, o cliente gastaria 99 reais. Isso sem contar o frete. “É um preço justo porque o material é importado. É de boa qualidade e não temos uma confecção própria”, explica Marcello Reis, que diz ter fechado uma empresa de segurança da informação porque não quis participar do “jogo sujo do serviço público”.

  3. Esse texto esgota o que já sabemos sobre ao partido da imprensa governista – PIG e sobre os intelectuais esquerdopatas que não praticam o que teorizam e cobram dos outros.
    "Companheiro,
    Como você deve ter visto pelos jornais, ou pelos comentários do porteiro, ou pelo panelaço dos vizinhos, a coisa tá feia. O índice de satisfação dos brasileiros com o nosso governo está uma m… medida abaixo do que desejávamos. Neste momento de crise, ou melhor, de readequação passageira causada pela prolongada recessão internacional, precisamos ainda mais dos seus esforços para desqualificar qualquer protesto contra a presidenta. Abaixo vai um pequeno manual de instruções para facilitar sua tarefa. Bom trabalho!
    1) Primeira regra e a mais importante: quem protesta contra nós é riquinho. Diga isso sempre. Sei lá por quê, mas o povo costuma acreditar que ricos não têm direito de protestar. Abra o texto dizendo logo que o panelaço veio de apartamentos de “varanda gourmet” e se restringiu a bairros ricos, “Higienópolis e Leblon como símbolos”. Não dá pra ter certeza que só ricos protestaram, eu sei. Mas ignore essa dúvida e insista até o fim que somente os ricos “de barriga cheia” estão insatisfeitos com o governo.
    2) Vasculhe as notícias até achar algum ato do protesto que você possa interpretar como grosseria. Valem até mesmo xingamentos leves, como aqueles que você usava contra o Collor ou o FHC. Pode soar meio carola, mas problematize o episódio, exagere, se esforce para mostrar como esses xingamentos são o cúmulo do “desrespeito, má educação, machismo, covardia”. Agindo assim, você estará transformando a presidente em vítima. E o povo adora vítimas.
    3) Não conte para ninguém que a presidenta, fora das câmeras, xinga de estagiários a ministros a cada três segundos. E que você não reclama quando os black blocs fazem protestos realmente violentos, botam fogo em carros de emissoras de TV ou usam fogos de artifício como armas.
    4) Tome a parte pelo todo. Se um xinga, todos xingam. Se, numa passeata de 100 mil pessoas, duas pessoas erguem um cartaz a favor da ditadura militar, deixe bem claro para todos que você é “radicalmente contra aquela passeata que defendeu a volta dos militares”.
    5) Seguindo os passos acima, você terá preparado o terreno para enquadrar os opositores do governo numa categoria repulsiva. Agora é só arrematar o trabalho. Escreva que o protesto não foi contra o ajuste fiscal ou a corrupção, mas simplesmente uma manifestação brutal de “ódio coletivo da classe alta”,“elite branca” etc.
    6) Ignore o fato de que o partido que se elegeu prometendo acabar com a corrupção levou a corrupção a níveis assombrosos, que a criação de vagas de trabalho é a menor em mais de uma década, que a inflação corre o risco de fechar em dois dígitos, que a miséria extrema voltou a subir, a classe média paga colégio particular e impostos escandinavos, que os países vizinhos estão crescendo mais que o Brasil, que a presidente esculhambou o duramente conquistado equilíbrio das contas públicas e depois deu desculpas esfarrapadas sobre a crise econômica.
    7) Ignore, enfim, qualquer possibilidade de sensatez dos manifestantes. Jamais tente entender os motivos e as exigências do protesto. Seria generosidade intelectual demais."
    http://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/

  4. Esse Psol é uma piada pronta. Só se pode rir muito ao vê-los dizer que fazem oposição ao PT ou à esquerda. Sempre foi e sempre será a linha auxiliar do PT. Não será surpresa ver bandeiras do Psol na manifestação dos vagabundos dia 13.

  5. Pouco importa a opinião dos artistas quem vai para o protesto é o povo. Quem está insatisfeito com o governo dos Petralhas é a população que gera empregos e paga impostos.

  6. 1 – O ATO DO DIA 15 DIZ QUE
    DEFENDE O BRASIL, MAS É UM ATO
    GOLPISTA: a elite perdeu as eleições,
    mas quer ganhar no tapetão,
    mudando as regras do jogo. Neste
    caso a palavra Impeachment, é uma
    forma bonita de dizer Golpe.
    2 – O ATO DO DIA 15 DIZ QUE É
    DEMOCRATICO, MAS DEFENDE A
    INTERVENÇÃO MILITAR: as pessoas
    que estarão neste ato defendem a
    Ditadura no Brasil que matou,
    torturou e perseguiu milhares de
    pessoas. Querem que os militares
    assumam o poder, tirando o nosso
    direito de decidir sobre os rumos do
    país.
    3 – O ATO DO DIA 15 DIZ QUE
    DEFENDE O POVO, MAS É ELITISTA:
    eles querem falar em nome do povo,
    mas defendem somente os seus
    interesses de elite. Acreditam que
    investir no povo (saúde, educação,
    etc) é desperdício de dinheiro e têm
    nojo de conviver com pobres.
    4 – O ATO DO DIA 15 DIZ QUE
    COMBATE A CORRUPÇÃO, MAS SÓ
    ACUSA ALGUNS: todos os principais
    partidos estão envolvidos com
    corrupção, como indica a Operação
    Lava-Jato, mas eles querem dar a
    entender que o PT inventou a
    corrupção no Brasil. Ou seja, eles
    batem na corrupção, menos na dos
    políticos que são seus amigos.
    5 – O ATO DO DIA 15 QUER
    EXPRESSAR A NOSSA INDIGNAÇÃO,
    MAS NA VERDADE QUER MANIPULÁ-
    LA: Temos muitas razões para estar
    indignados, e devemos sim protestar
    para que a vida do povo melhore.
    Mas não podemos deixar que nos
    manipulem, apresentando falsas
    soluções. Sabemos que a corrupção
    não é obra de um partido, mas faz
    parte desse sistema político. Por isso
    para acabar com a roubalheira não
    adianta mudar uma pessoa, tem que
    mudar todo o Sistema.

    http://levante.org.br

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