O Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) positivou o confronto de digitais realizado entre os vestígios coletadas no interior do carro roubado, do professor universitário Diogo Rosembergh, e as de Jefferson Santos, um dos suspeitos pelo latrocínio, preso na última sexta-feira (1).
O carro da vítima foi encontrado em São Gonçalo do Amarante, abandonado, no dia seguinte ao crime e foi preciso usar luzes forense para descobrir as digitais.
“A coleta de vestígios, como digitais, em cenas de crime, faz parte da rotina da criminalística. Mas neste caso, os peritos do ITEP tiveram que ser ainda mais meticulosos, porque a ‘olho nú’ ela estava imperceptível. O apoio da Força Nacional no momento do confronto deu mais celeridade ao resultado”, disse a coordenadora de Criminalística, Lidyce Guerra.
O exame realizado pelos papiloscopistas da Força Nacional, em apoio ao Instituto, identificou pontos de coincidência nas marcas, em quantidade suficiente para garantir que são da mesma pessoa.
“Hoje nós dependemos da apresentação de um suspeito e a partir daí é feito o confronto, mas quando a digitalização do nosso acervo civil e criminal for concluída, associada com o sistema AFIS (Sistema Automatico de Identificação de Digitais), será possível confrontar a impressão coletada no local de crime com todas as outras do nosso arquivo. Em fração de minutos, poderemos inclusive, apontar suspeitos para os investigadores da policia civil” pontuou o Diretor Geral do ITEP, Odair Júnior.
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