A Polícia Federal solicitou à Justiça que os executivos das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, presos há quase um mês na superintendência da PF em Curitiba, sejam transferidos para um presídio comum.
O pedido foi protocolado ao juiz Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato, na noite desta terça-feira (21).
Segundo o delegado Igor Romário de Paula, que assina a petição, uma vez que todos os presos já foram ouvidos, não há mais motivos para que eles permaneçam na PF.
“A manutenção destes [presos] nas celas dificulta a operacionalização das autuações em flagrante e fragiliza a segurança do local”, escreveu Paula.
“Nossas instalações se destinam a presos transitórios, via de regra.”
São listados no pedido oito presos. Da Odebrecht, o pedido envolve o presidente Marcelo Odebrecht, os diretores César Ramos Rocha, Márcio Faria e Rogério Araújo e os ex-diretores Alexandrino Alencar e João Antônio Bernardi Filho.
Da Andrade, o presidente, Otávio Marques de Azevedo e o diretor Elton Negrão de Azevedo Júnior.
Caso a proposta seja aceita pela Justiça, os executivos devem seguir para o Complexo Médico Penal, na região metropolitana de Curitiba, onde já estão sendo mantidos os outros presos da Operação Lava Jato, numa ala separada dos demais detentos.
Todos afirmam ser inocentes. Eles estão detidos preventivamente desde o dia 19 de junho.
Folha Press
Essa investigação da Odebrecht envolvendo a maior figura do PT tem um ponto em comum: TODOS VÃO JURAR INOCÊNCIA E VÃO QUERER HABEAS CORPUS ANTECIPADO.
Sem pré julgamento, mas se não tem culpa, qual a razão de pedir condição antecipada de liberdade?
Porquê todos os políticos que são pegos em situação ilegal, se apressão em jurar inocência? Parece discurso ensaiado. Não tece NENHUM do MENSALÃO ou PETROLÃO que foi investigado e apresentadas as provas, que de imediato, ao ser citado, foi aos meios de comunicação JURAR INOCÊNCIA. Deve vir por aí, logo, logo as juras de inocência. José Dirceu, Genoino, Vaccari, Delúbio, e os demais ao serem mencionados, juraram INOCÊNCIA. No que deu? Estão presos ou foram condenados.