A Prefeitura do Natal por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) enviou a São Paulo, representantes do Departamento de Direitos Humanos (DDH) da secretaria, no intuito de realizar uma visita técnica em duas entidades que trabalham com apoio social voltado para a população LGBT.
A intenção dos técnicos do DDH é colher informações para a possível criação na capital potiguar de um Centro de Referência e Defesa da Diversidade, que vai ter a responsabilidade de acolher socialmente esse público e prestar auxílio em situação de violência, preconceito ou qualquer outra agressão ao direito e a cidadania em que forem vítimas.
De acordo com a diretora do Departamento de Direitos Humanos da Semdes, Safira Gomes de Souza, foram conhecidas e estudadas na segunda-feira (08) e na terça-feira (09) duas entidades paulistas que atuam na defesa dos direitos humanos dessa população, sendo o Centro de Cidadania LGBT e o Centro de Referência e Defesa da Diversidade de São Paulo. “Podemos conhecer melhor o trabalho de direitos humanos realizado em amparo a minoria, que engloba também pessoas vivendo e convivendo com HIV e os profissionais do sexo”, informou.
O técnico do DDH da Semdes, Rene Alves, explicou que no Centro de Referência e Defesa da Diversidade são oferecidos serviços jurídicos de orientação e encaminhamento relacionados as várias áreas do direito, cursos e oficinas profissionais, atividades direcionadas as artes, além da apresentação de palestras, debates e vídeos tratando de temas relacionados a saúde. “Estamos levando para Natal uma experiência nova que pode ampliar e fortalecer as ações estatais de respeito e defesa dos direitos humanos no município”, concluiu.
O Departamento de Direitos Humanos da Semdes tem a missão de promover, apoiar e divulgar normas e diretrizes dos direitos humanos na capital. O intuito é garantir o efetivo respeito aos direitos do cidadão, combatendo o preconceito, a discriminação e a violência social relacionadas, principalmente, as minorias, a exemplos da pessoa idosa, negra, portadoras de deficiências, mulheres, indígenas, moradoras de rua e entre outras.
Porque não cria para as vítimas de assaltos e quem não tem casa,emprego e não é gay.