

Fotos: cedidas
Policiais da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil (DEHOM) prenderam três suspeitos pela morte do funcionário da TAM linhas áreas que foi executado a tiros após reagir a um assalto na saída de um show, no bairro de Cidade Verde, em Parnamirim.
Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, após a prisão de um suspeito na manhã de hoje, diligências foram iniciadas pela DEHOM e setor de inteligência do 3º batalhão da PM em Parnamirim. Os suspeitos estavam sendo seguidos pela Polícia quando um deles sacou uma arma e efetuou disparos contra policiais que revidaram e atingiram um homem identificado como ‘bebezão’ que foi socorrido ainda com vida para a unidade hospitalar.
Diligências ainda vão ser realizadas durante a tarde para tentar elucidar o caso. Uma arma de uso restrito da Polícia foi apreendida.
O suspeito de ter participado do crime foi conduzido à sede da DEHOM onde foi interrogado pelos policiais.
Prisões
Na noite do dia crime, a DEHOM prendeu um homem identificado como Francisco Paulo acusado de fornecer a motocicleta para dois homens praticarem o crime durante a manhã.
Segundo a DEHOM, por Francisco Paulo ser o dono da motocicleta ele está detido até que forneça os nomes dos autores do crime.
Por enquanto ele está a disposição da justiça.
O crime
Samuel Augusto Albuquerque foi morto nas primeiras horas da manhã do dia 28 de junho deste ano, ao sair de uma festa e reagir a um assalto.
Populares disseram que Samuel foi abordado por assaltantes e ao reagir acabou sendo baleado e morrendo dentro do seu veículo ainda no local. Os criminosos fugiram em uma motocicleta.
Com informações do 190 RN
Concordo 100% Alexandro Dantas…
Não acho correto citar o nome da empresa em que o rapaz trabalhava, afinal ele não foi assassinado enquanto exercia suas atividades profissionais nem sequer estava uniformizado. A trágica e injustificável morte do jovem não tem nenhuma relação com o fato fe ele trabalhar na empresa citada. Em um momento em que o Estado é candidato a receber um significativo investimento de uma companhia aérea, entendo que a última coisa que precisamos é relacionar casos de violência com tal empresa. Mas esta é apenas minha opinião.