Pela nova regra, será necessário ter um tempo de contribuição de 49 anos para ter acesso a 100% do benefício (Rodrigo Clemente/AE/VEJA)
As novas regras para a aposentadoria propostas na reforma da Previdência encaminhada pelo governo farão com que o Brasil tenha um sistema mais rígido que o dos países mais desenvolvidos. As informações são de reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do assunto está tramitando em uma comissão especial na Câmara, e o governo quer que a medida seja aprovada ainda neste ano.
A mudança enviada pelo Planalto prevê que o tempo mínimo de contribuição para ter direito ao benefício será de 25 anos, e o limite de idade é de 65 anos. Nesse caso, o valor ao qual o contribuinte teria teria direito seria de 76% da média dos salários sobre os quais contribuiu.
Para conseguir os 100%, seria necessário ter um tempo de contribuição de 49 anos. Esse tempo é superior à dos países da OCDE, grupo que reúne as nações mais desenvolvidas, em que são necessários 44 anos em média para se ter acesso ao benefício integral.
Pela nova regra brasileira, caso o trabalhador não consiga atingir o limite mínimo de 25 anos de contribuição, não terá acesso a um benefício proporcional. Atualmente, é possível se aposentar a partir de 15 anos de contribuição.
A mudança torna o sistema é mais duro do que o de países que tem a população mais envelhecida que a do Brasil. No caso da Alemanha, é possível ter benefício proporcional a partir de 5 anos de contribuição, enquanto nos Estados Unidos, o limite mínimo é de 10 anos. Na Espanha, 15 anos de contribuição dão direito à metade do benefício.
Veja
Podem falar o que quiser mas Jamais Dilma faria uma maldade dessas…
É a mais pura verdade.
Até os coxinhas já estão se dando conta disso!
TEMER ATACA OS TRÊS PILARES DA SOBERANIA NACIONAL
Com a entrega do pré-sal, a venda de terras para estrangeiros e o abandono do projeto do submarino nuclear, o Brasil de Michel Temer ataca os três pilares fundamentais de qualquer projeto nacional: segurança energética, segurança alimentar e segurança militar; Temer vai tocando essa agenda sem sequer ligar para a opinião pública; pesquisas recentes já indicaram que os brasileiros são contra a abertura do pré-sal; outro levantamento apontou que Temer é reprovado por 66,6% dos brasileiros; coincidência ou não, o general Eduardo Villa Bôas, chefe das Forças-Armadas, onde ainda existe um pensamento nacional, disse, neste fim de semana, que o Brasil está "à deriva".
Muito interessante… enquanto o Governo diz que faz tudo pelo povo, inclusive condenando-os a uma dura pena para poderem se aposentar, ainda mantém os prêmios e benesses aos políticos, dignos de aposentadoria após 2 mandatos (oito anos). Brasil velho… dois pesos e duas medidas….
Eu quero é carnaval. Previdencia é um problema besta. Vamos curtir a alegria!
E so virar politico e ter 2 mandatos e se aposentar com 8 anos de contribuição
Engraçado, só não é "dura" para quem está propondo essa dureza. Assim sobra mais para os ratos roubarem.
O país quer ter welfare de país rico, mas é pobre. A conta não fecha. Toneladas de racionalismo técnico e aborrecido não têm a menor chance diante de um
slogan de apelo populista. Experimente pegar um carro e se afastar uns trinta quilômetros da Capital, ou de Mossoró. Pergunte qual é a principal fonte de renda do lugar. Não vai dar outra: não é a indústria, não é a agricultura, não é a mineração, não é o comércio nem os serviços É O PAGAMENTO DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS. No máximo o que ajuda ainda é repasse de FPM. Dizer que não existe problema previdenciário no Brasil é cegueira.
Vamos combinar, a classe política brasileira não tem compromisso com o povo, criaram um faz de conta a esse respeito e vivem renovando as enroladas. Não é assim? Como não, então vamos a alguns pontos:
Quais são as promessas na campanha? O que tanto eles falam que vai melhorar e o que realmente melhora?
A quantas décadas falam na melhoria da saúde pública? Qual a realidade?
A quantas décadas falam na melhoria do ensino público? Qual a realidade? Cotas?
A quantas décadas a segurança pública é problema? Qual a realidade?
A quanto tempo a remuneração da classe política aumenta? Quando teve alguma redução?
Quanto o povo paga de imposto? Quando isso diminuiu?
Qual a razão do povo ser tributado e ter que pagar por saúde, educação e segurança?
Além da moda em dividir as obrigações com o povo, dividir a manutenção e conservação de tudo com o povo.
Normal , Brasil , quero é que pegue fogo…