Alegando “ausência de elementos que atestem a materialidade e indícios de autoria”, O Ministério Público atendeu o pedido do juiz Rainel Batista Pereira Filho, e determinou o arquivamento do inquérito policial que apura os crimes cometidos durante a rebelião no mês de janeiro na Penitenciária Estadual de Alcaluz, no município de Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal.
Durante a rebelião que durou cerca de 20 dias, 26 detentos foram brutalmente assassinados durante confronto entre facções rivais, PCC e Sindicato do RN.
Quanta ignorância. Chega dói. Quem acusa é o Ministerio Público e o Juiz não pode impedir o arquivamento se o MP pedir. No máximo pode escutar o Procurador Geral do MP, mas não pode deixar de arquivar.
O MP acenou para os criminosos do RN, que estão livres para destruir tudo de novo, acho que preguiça tem limite, então o crime foi virtual e nós vamos pagar mais essa conta? Um Estado desse tem o judiciário que merece, pode crê viu, se fosse para lascar um trabalhador num falta promotor para lascar o coitado, agora para investigar de fato e punir o crime, falta elementos, se tivessem procurado tinha encontrado essa é a realidade, agora vão quebrar tudo de novo, vamos ver quem vai assumir a conta.
Nada funciona direito.
O crime, a corrupção e o tráfico de drogas crescem de forma exponencial.
Governos de esquerda, políticos delinquentes, autoridades que não tem autoridade e as péssimas lei que são editadas no Congresso Nacional e sancionadas pelo poder executivo estão conseguindo acabar com a nossa pátria amada Brasil.
Nosso Judiciário colaborando com a segurança pública.
Engraçado é que não faltam magistrados nas redes sociais cobrando o Governador. Deveriam dar dois passos no corredor do Fórum e cobrar o coleguinha da sala em frente.
Aí quando um promotor chamou todo mundo de frouxo, foi um "Deus nos acuda".
Exatamente, esses magistrados só sabem é falar de forma empolada, mas na prática, estão muito distantes do que a Sociedade espera deles. Ás vezes atrapalham muito mais do que ajudam.
Mais uma vergonha para a Justiça.