Como era esperado, o Ministério da Fazenda informou, nesta quinta-feira, que o governo central (composto por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) fechou 2015 com o pior resultado da história: um déficit primário de R$ 114,9 bilhões. Ele significa que a equipe econômica não conseguiu poupar nenhum centavo para pagar juros da dívida pública no ano passado. Em 2014, também houve rombo nas contas, mas o número foi menor, de R$ 17,2 bilhões.
Somente em dezembro, o resultado do governo central foi negativo em R$ 60,7 bilhões. Ele também foi o pior número da série histórica do Tesouro Nacional, iniciada em 1997. Foi justamente no último mês de 2015 que o governo fez o pagamento das pedaladas fiscais (atrasos nos repasses de recursos do Tesouro para bancos públicos e o FGTS). Essa conta, que chegou a R$ 55,8 bilhões, afetou não apenas o número mensal, mas também o resultado do ano.
Segundo relatório divulgado hoje, as contas públicas de 2015 sofreram não apenas com as pedaladas, mas também com a queda na arrecadação decorrente da recessão econômica e com o engessamento dos gastos públicos. No ano passado, as receitas somaram R$ 1,034 trilhão, o que representa uma queda real (já descontada a inflação) de 6,4% sobre 2014. Já as despesas atingiram R$ 1,150 trilhão, com aumento real de 2,1% na mesma comparação.
CRESCE 38,4% O ROMBO DA PREVIDÊNCIA
O rombo na Previdência Social é uma das principais contribuições para o resultado negativo de R$ 114,9 bilhões nas contas públicas. O déficit teve crescimento real (já descontada a inflação) de 38,4%, passando de R$ 56,6 bilhões em 2014 para R$ 85,8 bilhões no ano passado.
A alta acontece a despeito das mudanças feitas nos benefícios previdenciários, como abono salarial e seguro desemprego, no início de 2015. Para essas duas rubricas houve uma redução de R$ 11,6 bilhões ou 19% nas despesas, foi de R$ 61,1 bilhões para R$ 49,5 bilhões em 2015 (a preços de dezembro). Em dezembro, no entanto, a Previdência foi superavitária em R$ 3 bilhões, maior do que o resultado positivo do ano anterior, de R$ 1,7 bilhão.
Todos os três componentes do governo central apresentaram resultados negativos no ano passado. O Tesouro Nacional gastou mais do que arrecadou R$ 29,3 bilhões em 2015, ante um superavit de R$ 39,6 bilhões em 2014. Só em dezembro, quando foram quitadas as pedaladas, o déficit foi de R$ 64,5 bilhões. O Banco Central teve, no ano passado, um resultado deficitário em 699,2 milhões, um salto de 481% ante o déficit de 2014, de 114,8 milhões.
META FISCAL
Ao longo de 2015, a equipe econômica foi obrigada a rever a meta fiscal para ajustar o número à queda na arrecadação e ao pagamento das pedaladas. Assim, no final do ano passado, a meta para o governo central foi fixada em R$ 118,7 bilhões. Esse número inclui R$ 51,8 bilhões de frustração de receitas em geral, R$ 11 bilhões de frustração de receitas com o leilão de usinas hidrelétricas e R$ 55,8 bilhões para acomodar o pagamento das pedaladas. Como o rombo do ano ficou em R$ 114,9 bilhões, o compromisso do governo acabou sendo cumprido.
De acordo com o relatório da Fazenda, as despesas fecharam 2015 num patamar recorde. O montante de R$ 1,150 trilhão, ou 20,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), é o maior da série histórica do Tesouro. No ano passado, o montante somou 18,1% do PIB.
Além do pagamento das pedaladas, que fizeram os gastos com subsídios e subvenções dispararem 486,4% em 2015, houve impacto dos gastos com custeio, que chegaram a R$ 276,2 bilhões, com aumento de 9,3% sobre 2014. Já as despesas com benefícios da Previdência chegaram a R$ 453,7 bilhões, com alta de 1,4% na mesma comparação. Já os investimentos somaram R$ 57,9 bilhões, o que representa uma queda de 34,3% sobre 2014.
GOVERNO REDUZ RESTOS A PAGAR
Com a decisão do governo de quitar as pedaladas fiscais (atrasos nos repasses a bancos públicos para melhorar artificialmente o resultado fiscal) em 2015, o Tesouro Nacional conseguiu reduzir o montante de restos a pagar, os valores devidos em anos anteriores que não foram quitados até 31 de dezembro. O Tesouro Nacional divulgou na manhã desta quinta-feira uma nota informando que o estoque de restos a pagar caiu R$ 41,7 bilhões entre o fim de 2014 e o fim de 2015, passando de R$ 228 bilhões para R$ 186,3 bilhões. A variação representa uma queda de 18,3% e altera, segundo o órgão, a trajetória crescente observada nessas despesas desde 2007.
De acordo com o Tesouro Nacional, a redução no estoque é resultado de um trabalho conjunto de cancelamento e pagamento de restos a pagar já inscritos, aliado a uma redução da inscrição de novos valores nessa rubrica. No fim do ano passado, ao anunciar o pagamento do passivo das pedaladas, o Ministério da Fazenda divulgou também que pagaria todas as obrigações de 2015 referentes a subsídios e subvenções, o equivalente a R$ 16,8 bilhões, de modo a não empurrar despesas para 2016.
“Enquanto o pagamento e o cancelamento controlam o estoque prévio de Restos a Pagar, o aperfeiçoamento da administração do empenho de despesas no ano é relevante para o controle do fluxo, diminuindo inscrições de despesas do exercício em RAP para o exercício seguinte”, diz a nota.
O Globo
Pois é, esse pseudo-advogado dos petralhas certamente é mais um que mama nas tetas desse governo corrupto. Me diga com quem tu andas, que eu te digo quem tu és!
Viva o populismo;
Viva a incapacidade econômica;
Viva a inflação;
Viva a insegurança;
Viva o desemprego;
Viva as pedaladas fiscais;
Viva o aumento de impostos;
Viva o aumento dos combustíveis, energia e água;
Viva o faz de contas;
E tome corrupção.
Crescendo feito rabo de cavalo, sempre para baixo.
Aperte e 13 e confirme!
Viva o antipopulismo (viva os empresários e as elites)
Viva quebrar o país 3 vezes
Viva a inflação de 12,5%
Viva a insegurança (PF existia no governo tucano?) PM/Civil é dever dos estados!
Viva o desemprego de 12,4%
Viva o salário mínimo congelado!
Viva as pedaladas ficais dos tucanos!
Viva a UFRN e ETFRN sucateada!
Viva as campanhas a favor dos flagelados da Seca!
Viva vender metade do país e nao saber onde está o dinheiro!
Viva o aumento de impostos e arrocho salarial!
Viva o aumento de combustíveis e energia e de quebra leve uns apagões!
Viva o faz de conta chorando!
E tome corrupção e de quebra leve Brindeiro, o engavetador geral da republica!
E tome mais corrupão da SIVAN, BANESTADO, FURNAS……tdo engavetado!
Aperta o 45, chore e confirme!
Cidadão(ã) que se intitula – Brasil, meu país… Vc defende o Brasil ou o PT? Isso que vc expõe justifica toda essa baixaria, corrupção e canalhice que estamos assistindo desse governo nojento? Será que nossos tetra netos vão falar a mesma coisa? "No tempo do meu tetra avô também roubavam o Brasil, então isso é normal", será sempre assim, pra justificar a patifaria de um governo corrupto, se defende batendo no anterior? Quem acha que não houve muitos erros no passado? Claro que houve, mas nada se justifica o que ocorre agora nesse país…Vamos defender nossa terra e não governos ou partidos!
Viva.. um petralha está incomodado.. viva a crise do ptismo corrupto..
Surpreso, se vc vota no PSDB nao passa de mais um hipócrita, se nao, aceito totalmente suas palavras.