Amanda Gurgel cobrou na manhã de hoje explicações sobre as seguidas denúncias de utilização de empresas terceirizadas para empregar cabos eleitorais e o assédio aos funcionários e funcionárias de seus quadros em atividades de campanha de candidatos a reeleição. “Terceirização é a versão moderna do voto de cabresto dos coronéis, pois condiciona a estabilidade no emprego ao voto em um determinado candidato. É como legalizar a compra de votos com a distribuição de cadeira de rodas, por exemplo”, disse.
Segundo a vereadora, a terceirização estimula contrários precários, instabilidade empregatícia e a promiscuidade entre o ente público e privado. “Não apoio nem incentivo a terceirização, mas não posso admitir o desrespeito aos direitos trabalhistas e o assédio moral as terceirizadas”, afirmou. “Esta reunião feriu a impessoalidade e moralidade da administração pública”, enfatizou.
Entenda o caso
A secretária municipal de educação Justina Iva realizou há uma semana um encontro com centenas de trabalhadores e trabalhadoras terceirizados da educação com a intenção de organizar um pedido coletivo de votos para a candidata Júlia Arruda (PDT). O evento contou com a presença de Carlos Eduardo (PDT), atual prefeito e candidato a reeleição, e do deputado estadual Álvaro Dias (PMDB).
Criação de Pedro Alvares Cabral…
Também acho um absurdo algo deste naipe acontecer em pleno 2016. Muitas pessoas ainda aceitam, e até endossam barbaridades como essas.
Voto de cabresto sob nova roupagem…..
Assim como o bolsa(migalha) familia com o Governo Federal.
Também é um voto de cabresto.
Esperando os PTfóbicos comentarem.
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Esqueci que a indignidade é seletiva.
Em um país sério a secretária municipal de educação Justina Iva estaria exonerada, a candidatura de Julia Arruda impugnada e a simples presença de Carlos Eduardo no evento iria fazer sua intenção de voto despencar, iria passar o resto da campanha tendo que se justificar.