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Temer desiste de terceirização branda e opta por projeto da Câmara

Sob pressão da base aliada e do setor empresarial, o presidente Michel Temer desistiu da aprovação de um projeto mais brando para regulamentar a terceirização no país.

No final de semana, o peemedebista foi convencido a sancionar com vetos parciais a proposta aprovada na semana passada, criticada por integrantes do governo por ser “muito dura”.

Inicialmente, a ideia do presidente era fazer uma espécie de fusão entre as duas propostas, substituindo pontos exagerados da aprovada pela Câmara por trechos mais brandos da analisada pelo Senado.

Com a insatisfação de deputados governistas, para os quais a alternativa seria uma espécie de “desprestígio público” à Câmara, o presidente recuou e costurou um acordo com o Senado.

A proposta é que os pontos mais relevantes do texto sobre terceirização do Senado, como as salvaguardas aos trabalhadores, sejam incluídos no relatório da reforma trabalhista, preparado pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).

A inclusão tem sido negociada entre o relator e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que se reunirão na terça-feira (28) para discutir o tema.

O discurso de auxiliares presidenciais é que a junção acelere a tramitação da reforma trabalhista no Congresso, o que será tratada como a próxima bandeira política do governo.

Na semana passada, a sanção do texto da Câmara foi defendida também por empresários que jantaram com o presidente, na capital paulista.

Em conversas reservadas, Temer demonstrava preocupação com as críticas à proposta. Nas palavras de um assessor presidencial, a proposta podia causar um “desgaste público” à imagem do presidente.

O que a Câmara aprovou na quarta-feira e enviou à sanção de Temer é de 1998 e traz apenas três salvaguardas genéricas aos terceirizados.

Com informações da Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Rogerio Marinho torcendo para ser aprovado… Afinal as maiores empresas terceirizadas do RN são dele.

  2. Em1888 a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, acabando issi com a escravidão no Brasil.
    Em 2017, Temer institui a escravidão no Brasil.
    Em 2019, o presidente do povo, LULA, assinará a nova lei Áurea e acabará com a escravidão no Brasil.
    E em 2019 esse Rogério Marinho não será mais nada.

    1. Concordo com tudo que você disse….eu também quero Lula em 2018 !

  3. LULA e DILMA não fizeram NADA de proveitoso e positivo ao país, nenhuma das reformas prometidas por 12 anos saiu da promessa. Aliás, estou sendo cruel, LULA e DILMA fizeram sim pelo país, instituíram a corrupção como forma de governo junto ao populismo barato distribuindo recursos sem saber como repor os recursos públicos e afundando as contas voltando a inflação e quebrando a economia. Foram além, envolveram todos no PT em sua forma desastrosas de governar buscando o poder pelo poder, as custas de um país pela grandeza de um partido.
    Quando 2018 chegar será a hora de Lula e o PT receberem a resposta que falta dos 12 milhões de desempregados que eles deixaram, junto a todo brasileiro que não apoia a corrupção, derrotando eleitoralmente o PT nas urnas, dando ao partido uma derrota ainda maior de a de 2016

    1. Passaram quase 14 anos no poder e fizeram o quê? Deixaram o nosso país como? O Lula fez duas reformas da Previdência (duas Emendas à Constituição) e a Dilma enviou a sua pro Congresso no início de 2016. Só não teve força prá aprovar. Quanto à terceirização, Dilma defendia também. É só procurar na internet.

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