O clima é de tensão entre os funcionários e colaboradores do SEBRAE/RN diante de mais um processo para escolha dos “profissionais” que serão responsáveis por dirigir uma das mais importantes instituições do Estado, com orçamento anual de quase R$ 40 milhões, nos próximos 4 anos.
Há anos, a associação que os representa reivindica que pelo menos uma das diretorias seja preenchida por um técnico da casa, a exemplo do que acontece nas mais importantes empresas estatais e instituições do tipo. Todavia, o processo atual, baseado em indicações políticas partidárias e apadrinhamentos, exclui a possibilidade de ascensão de pessoas realmente qualificadas para a missão.
O corpo técnico do SEBRAE/RN é reconhecidamente competente e qualificado, mas somente aqueles “bem relacionados” (nem sempre bem intencionados) é que se habilitam e despontam.
Para algo tão importante, seria recomendado um mínimo de critério.
É fato que as eleições para presidência e conselheiros do sistema, assim como as direções, são feitas de forma "coordenada". E que colaboradores de carreira dificilmente fazem parte do pleito.
No entanto, é fato também que todo o sistema "S" é excele com sua missão social através da prestação de serviços de qualidade para a sociedade. No sistema "S" as coisas funcionam de verdade.
Seria ótimo que os empresários que dominam e tornam para si estas instituições fazendo politicagem deixassem as instituições livres.
O sistema S no rio grande do norte juntos com certeza, pode ser que eu esteja errado por pouco, representa o quarto ou sétimo orçamento do RN. Somando mais de 10.000 colaboradores. É um orçamento geral de mais 350.000.000,00 milhões.
O Sistema "S" como um todo é um mero cabide de emprego de políticos.
A Diretoria atual tem a seguinte composição, por indicação partidária:
– Zeca Melo, não é técnico do quadro do Sebrae, PMDB/DEM
– João Hélio, não é técnico do quadro do Sebrae, PT, Fátima Bezerra
– Lázaro Mangabeira, não é técnico do quadro do Sebrae, PSB, Ibere e Wilma
Para constar em Ata.