O Tribunal de Justiça do RN destinará para a Polícia Militar potiguar, no ano de 2016, R$ 2,374 milhões para a aquisição de armamentos, munições, equipamentos e pagamento de diárias operacionais. O valor representa um incremento de 58% em relação ao valor destinado para a PM em 2015 (R$ 1,498 milhão). O convênio foi assinado pelo presidente do TJRN, desembargador Claudio Santos, na manhã de hoje (21), juntamente com a secretária de Segurança Pública, Kalina Leite, e o comandante geral da corporação, coronel Ângelo Dantas.
Além do aumento da verba, o convênio permitirá a aquisição de 300 mil cartuchos de munição pela PM, os quais serão destinados ao treinamento de todos os policiais militares do Estado. “Esse é um aspecto relevante, uma contribuição do Judiciário para que a Polícia Militar trabalhe mais e melhor em prol da sociedade potiguar”, ressaltou o presidente Claudio Santos.
A secretária de Segurança Pública, Kalina Leite, destacou a importância da parceria com o Judiciário, uma vez que o Executivo padece da falta de verbas. “O convênio é o reconhecimento ao trabalho dos policiais que atuam no âmbito do Judiciário. Representa um melhor treinamento e um incremento das diárias a esses agentes. Ganha a Segurança Pública, ganha o Judiciário, e ganha a população de uma maneira geral”.
Armas apreendidas
Um segundo convênio assinado, no valor de R$ 50 mil, autoriza a reforma em quatro unidades da Polícia Militar que fazem a guarda de armas que são apreendidas e estão vinculadas à processos criminais. As salas para guarda dos armamentos situam-se nas cidades de Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros e o valor será investido em sua adequação.
No ano de 2014, o Judiciário encaminhou 540 armas para serem destruídas pelo Exército brasileiro, número que subiu para 1.219 este ano. A meta da Presidência para o próximo ano é destruir todas as armas que estejam com a Justiça e já foram periciadas, número estimado em 2.500 peças.
TJRN
O Estado determinou a devolução dos policiais, o TJRN não obedeceu, afinal, o TJ sempre escolhe as leis que devem ser cumpridas, e, agora, como forma de compensação pelo não cumprimento da devolução, faz esse agrado.
Lugar de policial é na rua.
Invista-se em segurança privada.
A sociedade está cansada de tamanha insegurança.
O cara ta so curiando a cadeira bonita… quanto será que custou, deve ter pensado.
Que é isso? O Fórum Seabra Fagundes falta lâmpadas e o TJRN, faz convênio desse porte? O Fórum reduziu o pessoal terceirizado e há necessidades premente e o TJ faz esse tipo de convênio? O TJRN reduz ganhos de servidores em cargos estratégicos (até mudaram nomenclatura do cargo para assegurar a redução -não mais existe diretor de secretaria e os advogados sabem o que isso representou), e agora faz esse convênio? Onde nos vamos parar? Foi negada mudança de nivel de servidores, e o TJ faz esse convenio? Foi autorizada redução de carga horária de comissionados (assistentes de juiz e chefe de secretaria) o que representa menos produtividade em favor de reduzir gastos. E fizeram esse convênio? Hoje se substitui servidores por estagiários, o que representa perda de qualidade de atendimento e respostas ao jurisdicionado, e o tjrn faz esse convênio? O novo código de processo civil impõe audiencia previa de conciliação ou mediação e o TJRN não fez iniciar essa estruturação, que não se concretizará habilmente até março/2016, eis que dizem faltar dinheiro. Eo tjrn faz esse convênio? O que é isso? Onde vamos parar?