Uma tecnologia desenvolvida na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) oferece uma alternativa de aproveitamento dos rejeitos de minério armazenados nas barragens que há no Brasil semelhantes às que romperam em Mariana e Brumadinho e ameaçam Barão de Cocais.
A pesquisa experimental conseguiu transformar o rejeito em uma espécie de cimento – pozolana -, em areia e em pigmento. Os produtos já se mostraram úteis como base de concreto, argamassa e pelotas de minério e podem ser aplicados na construção civil, na pavimentação de estradas e também na agricultura.
“Tudo o que estiver nas barragens de minério pode virar produto. A proposta é termos um sistema sustentável completo na cadeia da mineração. Isso é técnica e economicamente viável”, diz o pesquisador Evandro Moraes da Gama, que coordena o Laboratório de Geotecnologias e Geomateriais do Centro de Produção Sustentável da UFMG, em Pedro Leopoldo.
Na fábrica experimental é possível ver tijolos, lajotas de pisos e blocos, além do produto-base, a pozolana – um pó semelhante ao cimento convencional, mas que tem a vantagem de ser colorido, de acordo com a característica do minério: vermelho, alaranjado, ocre e marrom.
No local, para ilustrar o potencial de aproveitamento, foi construída uma casinha vermelha, de 46 m2, com materiais desenvolvidos a partir da pozolana. De acordo com Gama, seu custo equivale a 1/3 de uma casa do mesmo tamanho feita com produtos convencionais.
O pesquisador afirma que as mineradoras não precisariam cuidar diretamente da produção, mas estabelecer parcerias com outras empresas para operar usinas de reaproveitamento dos rejeitos na própria área da mineração. Ele acredita que uma usina dessas precisaria de uma área de, no máximo, 2 km2.
Ele afirma que a pozolana também poderia ser misturada ao cimento tradicional. “O cimento é feito com calcário, que precisa ser explorado. Em vez de fazer isso todo dia, é possível fazer uma mistura do cimento com a pozolana. Com isso se economizaria nos explosivos, na produção do calcário – que fica em grutas e é ambientalmente difícil de controlar – e ainda se aproveita parte do rejeito da mineração”, conta.
G1

Isso chama-se pesquisa e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis ! É aí onde está o X da questão: enquanto pesquisares “de verdade” criam algo desse tipo, existem vários “doutores” realizando produção acadêmica através de revisão da literatura, enchendo currículo com isso e reclamando do contingenciamento de recursos! Isso aí sim, é pesquisa! Mostra resultados e merece atenção do ministério da educação !
Esse mesmo trabalho da UFMG que exaltado exigiu revisão de literatura, construção de hipóteses (sabe o que é isso?), uma metodologia, testes e diversas análises. O Sr. Opinião pensa que ciência é só o que se vê. Isso é fruto de muita balbúrdia, festas nos espaços universitários e muita droga (especialmente café ) e uma bebida para hidratar. Até para que você emita sua opinião é necessário que alguém tenha te ofertado uma base mínima para replicar o pensamento de outro, pois construção do conhecimento é algo complicado para quem só pensa que existe balbúrdia na universidades.
Quer dizer que esse trabalho é só uma hipótese? Não tem qualquer teste de verificabilidade/falseabilidade/repetibilidade envolvido? Um pena. Seria um bom aproveitamento dessas barragens. Pergunto, só, como leigo, o que se faz com metais
pesados que, acaso, se acumulam.
Li melhor. Foi testado. Que bom.
Você deve ser um dos que vive de revisão da literatura.! Produzindo artigos e mais artigos , com muito dinheiro em “grupos de pesquisa”! Só pra esclarecer, não sou minion! Sou apenas um cidadão que enxerga melhor que muitos. Os poucos que fazem balbúrdia certamente fazem parte do seu “grupo de pesquisas”.