O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, reconheceu na tarde deste sábado (24) que o seu partido vive divergências internas, mas negou que essas disputas interfiram no país. A fala de Temer – que participou em Belo Horizonte da convenção estadual que reelegeu Antônio Andrade no comando da sigla em Minas – destoou de membros do partido que criticaram o governo federal e disseram que o PMDB não é “capacho” do governo.
Segundo Temer, o PMDB “representa para o país um certo equilíbrio, uma certa moderação. O antagonismo não deve nos separar. Divergências internas existem no PMDB, mas quando se trata do partido político. Quando se trata do país, o PMDB converge em nome e em benefício do país”, disse Temer na Assembleia de Minas.
Antes do seu discurso, contudo, a fala de outros peemedebistas deixaram claro a divisão do partido. Enquanto o secretário de Meio Ambiente, Sávio Souza Cruz, disse que há golpistas dentro da sigla, se referindo ao possível pedido de impeachment de Dilma Rousseff. Já o deputado federal Leonardo Quintão declarou que o PMDB não é “capacho de governo”.
“Existem golpistas infiltrados no partido. Não podemos aceitar que qualquer filiado seja conivente com o golpe. Que Minas seja um exemplo de convivência para o governo federal, para o PMDB nacional”, disse Souza Cruz.
Quintão também garantiu ser contra golpe, mas não poupou o governo federal de críticas. “O governo federal não consegue liderar o país. Um milhão e duzentas mil pessoas pessoas perderam seus empregos devido a inabilidade de conduzir a economia brasileira. Temer está numa situação delicada porque foi dada a ele a condição de organizar, mas foi tirado. Foi boicotado”, disse Quintão. Ele negou que a atuação do PMDB, principalmente na Câmara Federal, contribua para a instabilidade política. “Pelo contrário, mas não somos capacho de governo algum, o PMDB é um partido independente e nós não iremos votar qualquer medida que seja contra o povo brasileiro”, afirmou.
O colega de bancada Saraiva Felipe também explicitou o clima entre PT e PMDB nacionalmente. “Estamos dando sustentação a um governo que tenta atingir um equilibro fiscal, mas isso causa um desgaste político, atinge os políticos e partidos. Nós teremos que ter limites para o comprometimento do PMDB”, disse.
O governador Fernando Pimentel (PT), assim como líderes de outros partidos aliados em Minas, PR PRB, PV, PSDC foram a convenção peemedebista. Pimentel destacou a aliança e harmonia dos dois partidos. Temer e Pimentel não conversaram com a imprensa. Os dois almoçaram juntos com outras lideranças do PMDB após a convenção estadual na Assembleia.
Antes de passar pela capital mineira, Temer passou pela convenção estadual de São Paulo, onde disse que, nos últimos 50 anos, o PMDB tem sido “fundamental” para tirar o país das crises pelas quais passou.
O Tempo

Na campanha o PMDB com o Vice na chapa majoritária a Presidente se dividiu e votou contra seu próprio partido e não deu nada. O partido não fez nada. Porque a surpresa?
Como o PMDB do RN conseguiu apoiar ao mesmo tempo a Prefeita Micarla do PV, a Governadora Rosalba do DEM e a Presidente Dilma do PT, sendo as três oposição entre si?
Sempre ele o PMDB, um partido aonde há linha ideologica é secundaria, a fidelidade é coisa grego pra ver e seu comportamento institucional é e empre foi dúbio.
Desde do governo Sarney, vemos e viveciamos a atuação do partido, cujo o principal ponto de atuação é a fome por cargos e poder seja qual foi o partido que esteja no exercício do poder.
Há maior vergonha é temos um partido do naipe do PMDB onde o fisiologismo é a carta principal que ele usa para jogar e fazer pressão política independente do governo do ente federativo, pois é assim que fazem política que ele chamam de sustentação e governabildade em prol do povo, sempre parece piada e é piada!!
Hoje o o PMDB nos oferece como país, nada, nada e nada, apenas o quanto pior, melhor, pois só ele que sempre tem um maior contigente de representantes, pode ditar as regras e caminhos do governo, e estando esse a deriva como o atual aí a coisa passa a ter outra conotação, inclusive chegando ao ponto de tramar a queda do governo central e fazer com que a governalidade se transforme no caos, para com isso ser o ponto de apoio e equilíbrio, e em cima disso buscar mais e mais cargos e poder dentro do sistema.
O senhor Michel Temer bem sabe que a briga interna no partido è só pano de boca pois tem muitos e muitos padrinhos e apadrinhados em busca de uma boquinha, pois o PT hoje é quem tem a chave da fonte e não quer ceder em nada em prol da dita agremiação, precisamos cortar o poder do partido começando aqui pelo nordeste onde o seu de representação é majoritário e advém do pouco conhecimento de muitos.
Em resumo assim como PT é decepção o PMDB é a grande vergonha do país.