
Durou pouco a euforia de Michel Temer com a adoção da pauta da segurança pública. O presidente está de novo pendurado nas manchetes de ponta-cabeça. Teve de esquecer momentaneamente a bandidagem carioca para cuidar de suas próprias pendências criminais. É estrela de dois inquéritos sobre corrupção. Num deles, teve o sigilo bancário quebrado. Elegeu um novo demônio para o qual tentará transferir a custódia dos crimes de que é acusado: o ministro Luís Roberto Barroso, relator do inquérito sobre portos no Supremo Tribunal Federal.
Em privado, Temer se refere a Barroso como “novo Janot”, uma alusão ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que grudou em sua biografia duas denúncias criminais. O presidente critica também o relator da Lava Jato, Edson Fachin, que o incluiu no rol de investigados do processo sobre a propina de R$ 10 milhões da Odebrecht. Mas é em Barroso que temer enxerga um Tinhoso de ocasião, para repassar suas culpas —ou pelo menos desconversar.
Em estratégia combinada com os ministros palacianos Moreira Franco, Eliseu Padilha e Carlos Marun, Temer decidiu partir para o contra-ataque. O governo reagiu em duas frentes. Numa, acionou a Advocacia-Geral da União para questionar o despacho em que Barroso excluiu os condenados por corrupção do indulto natalino editado por Temer. A causa é indigesta, pois coloca o Planalto na trincheira dos corruptos. Noutra frente, Temer acomodou no encalço de Barroso o ministro Carlos Marun, que acumula as atribuições de coordenador político e trator.
Em petição endereçada à presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, a Advocacia-Geral da União pediu a inclusão do caso do indulto na pauta de julgamentos do Supremo. Um pedido que o próprio Barroso já havia feito. Simultaneamente, Marun acusou o ministro do STF de “invadir” a prerrogativa do presidente de editar decretos sobre indulto.
O trator do Planalto, ameaçou licenciar-se do cargo de ministro, para retomar seu mandato de deputado com o único objetivo de propor o impeachment de Barroso. A ameaça de retaliação soou como uma tarefa terceirizada por Temer. Algo tão improvável quanto a promessa do presidente da República de divulgar para a imprensa seus extratos bancários, antecipando-se à quebra de sigilo ordenada por Barroso.
Ao reeditar com o ministro do Supremo a tática adotada contra o ex-procurador-geral, Temer comete o mesmo erro pela segunda vez. Reincide no equívoco de imaginar que a escolha de mais um demônio o libera de todo exame do mal. A começar pelo mais difícil, que é o autoexame.
JOSIAS DE SOUZA
Tú num cunhece a prémêra dama, ali sim que é mulé bunita kkkkk
Do cachorro?
O Vampirão costurou praticamente todo mundo, mas faltou alguns…
Em encontro privado, fora da agenda dos dois, encontrou "Mortícia", para confabular coincidentemente no mesmo momento em que Barroso pedia a quebra do seu sigilo bancário.
Estranho encontro de um investigado com um Juiz da mais alta corte, na casa do magistrado, fora da agenda…
Será que está rolando um caso extraconjugal entre Carmen Lúcia e Michel Temer?
O Vampirão está chifrando Marcela, ao se apaixonar perdidamente por Mortícia?
Essa não parece ser a versão mais aceitável…
Experimentando do mesmo veneno que fez Dilma beber até tomar-lhe o poder de forma covarde e vil, agora sente as mesmas dores que a fez sentir?
Como se diz no interior "Pimenta nos olhos dos outros é refresco, não Mi$hell?
Qual dos cachorros, Osvaldo!
O judiciário devia pelo ao menos ajudar ou minimizar os ataques não que o presidente seja inocente, mas que lembre que tem vários e vários pais de família desempregados ainda por que o judiciário toda vez que o país está retomando os empregos eles vêem com mais denúncias a justiça sempre foi lenta e nesse momento que o país passa quer aparecer todo dia na mídia mas não pra ajudar a sair da crise e sim pra tentar afundar mais ainda o Brasil!
Ou cachorro bonito.