Após causar polêmica nas redes sociais na quarta-feira, 10, ao defender a convocação de eleições gerais em 2016, Luciana Genro se diz preocupada com os “desdobramentos do impeachment na Câmara” e com o vice-presidente, Michel Temer, “ensaiando passos para uma ruptura” com o governo.
À reportagem, a presidente do PSOL afirmou que seu posicionamento – que dominou os assuntos mais comentados do Twitter no dia seguinte – conseguiu pautar um debate importante no Brasil: “Teve a repercussão que teve porque há um forte sentimento de estelionato eleitoral”. Para ela, nem Temer e nem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, têm legitimidade para conduzir o País: “O Temer tem menos popularidade que eu. Ele tem 2% de votos, enquanto eu teria 4%”, disse.
A posição da líder psolista gerou críticas até dentro do próprio partido, que se posicionou contra o impeachment, “sem contudo defender o governo”, conforme nota publicada na quinta-feira. Luciana diz que seu posicionamento “vai além do que o partido está dizendo” e “pode vir a ser a proposta em outro momento”.
Para evitar que Temer ou Cunha assumam o comando do País com o impeachment de Dilma, a única saída possível para Luciana seria a renúncia da presidente e a convocação de eleições gerais no ano que vem: “Quem conduz esse processo está fazendo isso de forma manobreira”, afirmou. Segundo ela, o governo perdeu a credibilidade: “As pessoas estão se sentindo traídas. Eu não me sinto confortável em ir a uma mobilização para dizer simplesmente ‘fica Dilma’. A gente precisa dar uma resposta para esse sentimento de traição”, explicou.
No entanto, a presidente do PSOL, que concorreu às eleições presidenciais em 2014, diz que não entraria em uma nova disputa. A ex-deputada já confirmou candidatura à prefeitura de Porto Alegre em 2016 e afirma que seu foco, por enquanto, está na capital gaúcha.
Estadão Conteúdo

Essa esquerdista comunista bostifera tem popularidade??
Inteligência coisa que ela não tem
Até pouco tempo era petista de carteirinha e de um radicalismo que chegava ao ridículo, hoje quer se apresentar com um pseuda idéia de eleições gerais em 2016, será que ela sabe o quê diz a constituição federal quando falamos do processo de impedimento da presidente no exercício de seu mandato.
É interessante que logo ela uma radical com uma idéia não idiota, pois muita coisa ainda vai acontecer no tocante aos últimos acontecimentos, já quando ela em expurgar o presidente da Câmara e o vice presidente, até concordo em teste sendo que haverá há necessidade um tempo para que as coisas venham acontecer.
Hoje com a intervinência do STF no processo no impedimento a coisa muda de configuração e tem ainda um processo junto ao TSE que também tem muitos atos ilícitos de responsabilidade da dupla.
Digo apenas que tirar Cunha e deixar Renan não tem sentido pois os dois são membros da mesma gang, outra coisa, o atual congresso nacional não tem moral e muito menos ética para fazer imposições.
Dilma sairá não pelas pedaladas, mas sim pelo ilícitos praticados na campanha de 2014, e levará o seu vice a reboque, pois é o que esperamos na decisão final do TSE, haja vista que o conteúdo dos atos não deixam nenhum duvida quando o requisito é o crime eleitoral.