
Por Interino
Em 2010, quando Dilma Rousseff assumiu a Presidência como a primeira representante feminina no posto mais importante do país, a expectativa das mulheres era grande.
Especialistas ouvidas pela BBC Brasil citaram principalmente avanços na questão do combate à violência doméstica, da representatividade na política e da independência financeira da mulher.
As maiores críticas ficaram por conta de dois temas polêmicos: os direitos reprodutivos e a questão da diversidade sexual.
Já o recém-iniciado governo do presidente interino, Michel Temer, começou sob protestos pela escolha de um ministério 100% masculino. Ainda assim, o peemedebista manteve a Secretaria da Mulher (que chegou a ter status de Ministério e foi reduzida por Dilma por causa do corte de gastos). A pasta deverá ser comandada pela ex-deputada Fátima Pelaes, do PMDB Mulher, que já foi confirmada no cargo no site do partido.
O nome foi criticado por feministas, já que ela fazia parte da bancada evangélica da Câmara e é presidente da Frente Parlamentar da Família em Apoio à Vida. Ela, que foi defensora da legalização do aborto em seus dois primeiros mandatos como deputada, mudou de posição ao virar evangélica e hoje advoga pela “defesa da vida e da família tradicional”.
Apesar disso, a nomeação da ex-consultora da ONU e especialista em Direitos Humanos, Flávia Piovesan, para a Secretaria de Direitos Humanos deixou um fio de esperança entre as defensoras das causas das mulheres.
A BBC Brasil preparou uma lista com algumas das principais reivindicações de grupos que defendem a igualdade de gênero e traz uma análise sobre o quanto esses tópicos avançaram ou retrocederam nos últimos anos, além de falar das expectativas para o próximo governo.
A petezada enlouquece mas não consegue nominar três ações de cada uma dessas inúteis secretarias nos últimos 13 anos. Fora garantir uma boquinha para pagar a fatura do cartão para meia dúzia de sebosos militantes, nunca vai se demonstrar importância delas.
Sobre o nome certo, para Dilma há quem defenda "presidanta". Não sei se procede.
É ridículo ver alguém falando presidentA. Só os pelegos do PT pra falarem uma coisa tão medíocre.
1. Curioso, quando Dilma reduziu o status de ministério para secretaria da mulher, não houve esta histeria e chiliques dos "intelectuais" mamadores.
2. PresidentA NÃO existe.