Diversos

Terceirização pode ampliar geração de empregos, destaca reportagem de O Globo; veja análise otimista de especialistas

Com carteira. Para economistas e advogados especializados em mercado de trabalho, terceirização já é uma realidade e projeto dará flexibilidade e segurança jurídica para que as empresas contratem – Márcia Foletto / Agência O Globo

O projeto de lei da terceirização aprovado na quarta-feira pela Câmara dos Deputados deve estimular a geração de emprego, avaliam economistas e advogados especializados em mercado de trabalho. O projeto dá segurança jurídica às empresas que já atuam com mão de obra terceirizada ou avaliam fazer isso. Apesar do aval da Câmara, o texto ainda não é definitivo para regular esse serviço. Ele será complementado por outro projeto em tramitação no Senado e, depois, regulamentado pelo Executivo. Manuel Thedim, economista do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), defende que, a curto prazo, o impacto será pequeno, mas no futuro o número de vagas crescerá:

— A longo prazo, sem dúvida gerará empregos. Quanto mais flexível, menos medo o empregador vai ter ao contratar. A médio prazo, aumenta a disposição para contratar.

José Márcio Camargo, economista da Opus Gestão de Recursos e professor da PUC-Rio, argumenta que a medida vai gerar de mais empregos:

— Na hora em que se contrata, o empregador não tem a mínima ideia do custo do trabalhador. Muita empresa vai à falência por um problema de passivo trabalhista em decisões na Justiça. Isso vai diminuir muito e, consequentemente, vai demandar mais trabalho.

A segurança jurídica vem pela definição das regras do jogo, explicam advogados. Fica demarcado quem é a prestadora de serviço e como atua. A terceirização passa também a valer para contratos dentro da atividade-fim da empresa contratante, e não apenas para atividades-meio, o que antes era motivo de disputas judiciais.

— A terceirização é uma realidade. Qualquer regulamentação é melhor que nenhuma, ela traz segurança para o empresário que terceiriza. Mas não é uma segurança absoluta, podendo ser questionada a existência de vínculo (empregatício) direto pela subordinação — afirma Luiz Marcelo Góis, sócio na área Trabalhista do BMA.

Pelo novo texto será possível contratar por regimes diferentes profissionais para cargos equivalentes. Isso só pode ocorrer se esses trabalhadores não forem subordinados à mesma chefia.

— A lei atende ao anseio do empregador por flexibilização em recrutamento de mão de obra, mas ele precisa usar esse serviço da forma correta — diz José Carlos Wahle, do Veirano Advogados.

Ontem, em entrevista ao SBT Brasil, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse disse que a experiência internacional mostra que as leis mais flexíveis ajudam a aumentar o emprego.

—A perspectiva e a experiência internacional têm uma resposta diferente dessa que as pessoas pensam, de que a rigidez das leis trabalhistas, a judicialização pesada da Justiça do trabalho, beneficia o trabalhador. A experiência internacional diz que não, isso faz com que o país cresça menos, faz com que as empresas contratem menos trabalhadores e isso prejudica a todos.

MAIS AGILIDADE NA CONTRATAÇÃO

É consenso entre os advogados que o ganho para quem contrata não é financeiro, mas em agilidade na contratação e dispensa de mão de obra.

— Fazer e cancelar um contrato com uma empresa terceirizada tem impacto muito menor. É mais fácil para o empresário contratar e descontratar uma terceirizada do que um funcionário — diz Pedro Capanema, consultor jurídico da Firjan, entidade que avalia o projeto como “importante avanço” e que setores como de construção civil e audiovisual vão ser os setores mais beneficiados com a regulamentação.

“É uma decisão emblemática, que trará avanços importantes nas relações de trabalho”, declarou José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio de nota.

O economista Bruno Ottoni, da Fundação Getulio Vargas (FGV), não vê risco de precarização das condições de trabalho, conforme as centrais sindicais denunciam:

— O que eu interpretaria como precarização seria não garantir os direitos da CLT e o piso mínimo do sindicato. A nova lei deve garantir isso para os terceirizados. Mas a nova legislação tenderá a produzir terceirizados que não terão os mesmos benefícios — afirma ele, reconhecendo que o projeto em tramitação no Senado é mais favorável aos trabalhadores.

Claudio Dedecca, professor do Instituto de Economia da Unicamp diz que o emprego não deve aumentar com a lei. Para ele, a criação de vagas está atrelada ao crescimento econômico e não a relações de trabalho mais flexíveis. Ele avalia que a insegurança jurídica permanece e que o projeto tende a precarizar as relações trabalhistas:

— Haverá uma enxurrada de ações na Justiça com controvérsias da expansão da terceirização em empresas. Se a Justiça for fortemente demandada para arbitrar situações de terceirização, a insegurança jurídica permanece — avalia o acadêmico. — As empresas buscam contratar mão de obra terceirizada em setores cuja presença sindical é mais baixa, os salários são mais baixos. É válvula de escape para as empresas.

As centrais sindicais criticaram o projeto e dizem que não vai gerar vagas:

— Dizer que isso aí vai gerar emprego bom, de qualidade, é mentira. Vai trocar o bom emprego por um emprego ruim — afirma João Cayres, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical, avalia que terceirizar em atividades-fim fragmenta a estrutura de trabalho da empresa e também das organizações sindicais:

— A legislação (aprovada ontem) rasgou a carteira de trabalho. A proposta é contraditória com aquela que já está no Senado, que foi negociada com trabalhadores, empresários e sindicatos.

Juliana Bracks, professora da FGV Direito Rio, diz que o projeto deixa lacunas, principalmente num momento que a reforma trabalhista dá mais peso aos acordos firmados com os sindicatos do que à legislação.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A relacao patrao x empregado é conflituosa. Colocando mais um patrao nessa relação, vai melhorar o que?

  2. Um empregado no Brasil, é que vale a dois em tributos, a terceirização não era regulamentada. Os empregos não irão diminuir, pois as empresas precisam de trabalhadores, o que vai acontecer, é que as empresas não serão mais refém de empregados maus caracter, como existem nas estátais, que muito poucos merecem estar lá. Podem demitir está raça ruim e contratar pessoas com perfil melhor.

    1. Ninguém com "perfil melhor" vai querer dar seu sangue ou doar sua competência sendo sub-empregado e explorado.

  3. Vai criar uma geração de sub-empregados revoltados e desinteressados, que jamais irão "vestir a camisa" de empresa nenhuma.
    Mudanças são necessárias na CLT, sem dúvida. O que achei estranho foi a pressa e os exageros nessa lei aprovada recentemente. Há muita gente graúda e mal intencionada por trás.

  4. Querem enganar quem? Os empresários estão mais preocupados com os lucros do que com o bem estar social das pessoas. Hipócritas!!!

    1. Que lucros parceiro? Você está acompanhando mesmo a situação do país ou está apenas vomitando suas convicções frustradas de alguém que muito provavelmente é incompetente, desinteressado e preguiçoso? Acredite ou não, a maior parte desse suposto lucro, vai pras mãos corruptas dos políticos por meio da sacrificante carga tributária paga pelas pequenas e médias empresas. Se não acredita, acorde cedo, invista tudo que tem em um negócio, contrate profissionais mau intencionados que já estão de olho no seguro desemprego e espere…

  5. certamente ira aumentar os empregos mas com baixa remuneração e com uma péssima qualidade de vida para os trabalhadores, vinculados a esse tipo de trabalho.

  6. certamente ira aumentar os empregos mais com baixa remuneração e com uma péssima qualidade de vida para os trabalhadores, vinculados a esse tipo de trabalho.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Ex-dirigente do PT pediu ao STF fim do feriado de Nossa Senhora Aparecida

Foto: Reprodução/Instagram

O advogado Ralph Anzolin Lichote, filiado ao PT e ex-dirigente da legenda no Rio de Janeiro, assinou em 2020 uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que pedia a derrubada do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro.

A ADPF 775 foi apresentada pela Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana, entidade da qual Lichote era vice-presidente. A ação questionava a constitucionalidade da lei que criou o feriado sob o argumento de que o “culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida” seria incompatível com a laicidade prevista na Constituição. A entidade também alegava efeitos econômicos e interferência na prestação de serviços.

Lichote foi vice-presidente do PT de Itaperuna (RJ) e integrou o Diretório Estadual do PT-RJ entre 2006 e 2009. Em 2016, já como presidente do diretório municipal, foi ao TRF-4 pedir habeas corpus para tentar impedir que Lula fosse obrigado a depor em uma ação penal relacionada à Lava Jato.

O PT não aparece como autor da ação sobre o feriado. Em manifestação ao Poder360, Lichote afirmou que atuou apenas como advogado da entidade e que a defesa jurídica da causa não significa adesão pessoal ao pedido. Ele também contestou a vinculação partidária da iniciativa.

Em 2022, durante o governo Jair Bolsonaro, a Advocacia-Geral da União se manifestou contra a ação. A AGU argumentou, entre outros pontos, que a entidade não tinha legitimidade para apresentar o pedido ao Supremo e defendeu que a existência de feriados religiosos não viola a laicidade do Estado.

O ministro Kassio Nunes Marques extinguiu a ação em fevereiro de 2023, sem analisar o mérito da discussão sobre o feriado, por entender que a entidade não tinha legitimidade para propor a ADPF. Houve recurso, mas a decisão foi mantida e o processo foi definitivamente encerrado em agosto de 2024.

O caso voltou ao debate durante a campanha eleitoral de 2026, depois que Nossa Senhora Aparecida passou a ser tema da disputa presidencial. Em setembro, circulou a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil caso fosse eleito. Não existe projeto de autoria de Flávio com esse objetivo.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] TROCA DE TIROS: Suspeitos de roubar moto morrem em confronto com a PM na Grande Natal

Dois homens suspeitos de roubar uma motocicleta morreram após confronto com a Polícia Militar nesta terça-feira (6), em Nísia Floresta, na Grande Natal. Segundo a PM, durante a fuga, a dupla atirou contra uma viatura e os policiais reagiram.

A ocorrência aconteceu no início da tarde, na localidade de Lago Azul. Os policiais realizavam diligências para localizar os suspeitos do assalto quando encontraram os dois homens. Durante o confronto, disparos atingiram a lateral da viatura.

Os suspeitos foram baleados e levados por equipes de socorro para uma unidade de saúde em Pirangi do Sul, mas não resistiram aos ferimentos.

Os mortos foram identificados como Denilson Gomes de Freitas, de 29 anos, e Isaac Kauã de Lima Silva, de 19. De acordo com a Polícia Militar, ambos tinham passagens pela polícia.

Com informações da TV Ponta Negra

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] FICOU NA PROMESSA: Ciclista mostra Rota do Sol novamente sem faixa exclusiva anunciada pelo Governo

Mais um dia e nada da faixa exclusiva para ciclistas anunciada pelo Governo do Rio Grande do Norte na Rota do Sol. Vídeos gravados por um ciclista na manhã desta quarta-feira (7) mostram que a via segue sem a interdição prometida para garantir um espaço exclusivo para a prática esportiva.

Nas imagens, é possível ver uma viatura da Polícia Militar no local, mas não há bloqueio de faixa, cones ou qualquer estrutura que delimite o espaço destinado aos ciclistas. Os atletas seguem dividindo a pista com os demais veículos.

A situação ocorre após o Governo anunciar a implantação de uma faixa exclusiva para ciclistas na Rota do Sol. Na prática, porém, os vídeos mostram que a estrutura anunciada ainda não está funcionando conforme prometido.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

NEUTRALIDADE: PL estadual deve liberar eleitores e lideranças políticas por acreditar que os dois candidatos que estão no 2º turno representam a esquerda


Fotos: Reprodução/Redes Sociais

O Partido Liberal do Rio Grande do Norte não deve apoiar nenhuma das duas candidaturas que estão postas no 2° turno das eleições para o Executivo estadual. O Blog do BG conversou com cerca de 15 pessoas ligadas à direita do Estado nas últimas 24h e confirmou que a legenda vai liberar candidatos e lideranças políticas e assumir neutralidade no pleito.

Das fontes ouvidas pelo Blog do BG, foi quase que unanimidade o desejo de que o partido adote neutralidade. A justificativa dos correligionários é de que as duas candidaturas que estão no 2° turno representam a esquerda.

Apesar de Allyson Bezerra não assumir publicamente apoio ao presidente Lula, há um consenso no PL de que além de ser de esquerda, o candidato teria votado no petista no 1° turno das eleições.

Diante da situação exposta, cada político filiado ao PL poderá seguir a linha partidária mantendo a neutralidade ou definir apoio a uma das candidaturas no 2° turno do pleito estadual.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

ESTRATÉGIAS OPOSTAS: Flávio costura apoios com Zema e Caiado, enquanto Lula intensifica críticas ao STF


Fotos: Douglas Magno e Gledston Tavares.

A corrida presidencial para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro — iniciou com movimentos divergentes entre os finalistas Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto o candidato do PL busca consolidar uma ampla frente política ao incorporar apoios de peso de ex-adversários, o petista tenta reavaliar o resultado do primeiro turno e passa a direcionar críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira rodada, Flávio terminou à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%), contra 53,8 milhões (45,16%) de Lula, estabelecendo uma diferença de aproximadamente 2,3 milhões de votos. Para o segundo turno, a estratégia da campanha do senador é transformar o resultado do primeiro turno em uma rede de apoios regionais e partidários. Entre os principais movimentos destacam-se: os apoios de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de alianças regionais, como o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do deputado estadual Márcio Canella, do Rio de Janeiro – a campanha bolsonarista busca firmar esses dois apoios.

Além de Zema e Caiado, o PL já conseguiu o apoio do ex-presidente Michel Temer, que declarou nessa terça-feira (6) que vai caminhar com os bolsonaristas no segundo turno da disputa presidencial.

Do outro lado da corrida pelo Planalto,  o presidente Lula demonstrou dificuldade em atribuir o resultado exclusivamente às escolhas da própria campanha, questionando em reuniões se o eleitorado não compreendeu as propostas. O presidente passou a relacionar o revés ao desgaste provocado por denúncias envolvendo o Judiciário.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

  1. Bom dia.
    Vou detalhar aos senhores como lula irá vencer o 2º turno, o STF já pois na midia e na cabeca dos indecisos anti lula/PT que está havendo interferencia dos EUA nas eleições e esperem pelos proximos dias busca e apreenssão na casa do Flavio para minar sua candidatura e a retirada de suas redes sociais, o sistema (STF + PT) joga sujo e os milhões de indecisos vão cair mais uma vez em narrativas. Senhores essas eleições não é contra Lula ou Bolsonaro, mas é sobre limitar os super poderes do STF.

  2. Esse lula é um enganador a semana passada tava ligando para dino e em outros dias com o careca também, mas acho que ele vai dizer que não conhece eles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Eduardo Oinegue questiona a condenação de 14 anos de prisão de ‘Débora do Batom’


Vídeo: Reprodução/Band

O jornalista Eduardo Oinegue, âncora do Jornal da Band, questionou a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom” a 14 anos de prisão por tentativa de golpe de estado e de abolição do estado democrático de direito.  A ré ficou marcada por ter pichado a frase “perdeu, Mané” na estátua da Justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro de 2025/2023.

“Débora saiu de Paulínia, foi à Brasília, acampou diante do quartel-general do Exército, participou das manifestações de 8 de janeiro, escreveu, perdeu uma anél na estátua da Justiça diante do Supremo e, para Alexandre de Moraes e a maioria dos ministros, ao fazer isso, Débora do Batom participou de uma tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, comentou o âncora.

O comentarista disse ainda que nos autos do processo não há indícios de que a Debora do Batom teria participado de uma tentativa de golpe de estado. “Ela distribuía panfletos, integrava células subversivas, gritava palavras de ordem, mandando quebrar tudo, nos autos não tem nada disso, mas, segundo palavras que aparecem na decisão do STF ela aderiu conscientemente à ação coletiva e contribuiu para a empreitada comum. E aí tome 14 anos de prisão”, lamentou o jornalista. 

Ao concluir seu comentário, Eduardo Oinegue reforça o questionamento sobre a dura pena de 14 anos de prisão. “A Justiça tem que ser dura com os criminosos, a gente sempre cobre isso aqui, mas olhando para os fatos objetivos, te parece razoável o que aconteceu com essa moça?”, questiona o apresentador da Band. 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] PROFECIA ELEITORAL: Bolsonaro previu eleição de 140 parlamentares do PL com um ano de antecedência


Vídeo: Reprodução/Poder360

Com mais de um ano de antecedência, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acertou com precisão o número total de congressistas que o Partido Liberal (PL) elegeria no primeiro turno das eleições de 2026.

Em entrevista concedida ao portal Poder360 em 15 de julho de 2025, em Brasília, Bolsonaro projetou que a legenda conquistaria cerca de 120 cadeiras na Câmara dos Deputados e pelo menos 20 vagas no Senado Federal.

À época, o ex-presidente também comentou sobre os parlamentares que se elegeram com seu apoio e acabaram o traindo. “A população está se conscientizando. Nós começamos lá atrás com o PSL, elegemos 50 deputados, mas teve uns 20 que traiu a gente. Depois elegemos 99 e tivemos uns 15 que traiu. Já melhorou. Eu tenho certeza, eu vou fazer uns 120 deputados federais na próxima eleição [2026]. O PL faz também pelo menos 20 senadores pelo Brasil”, estimou Jair Bolsonaro.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

  1. Sobre o 08 de janeiro houve muita injustiça por parte do judiciário (STF), isso precisa ser corrigido, quem deveria ser condenado era quem depredou e não colocar todo mundo no bolo só, as penas deveriam ser individualizadas. Houve claramente perseguição política.
    Pela restauração da liberdade na resta dúvida que o PT tem que sair do poder junto com os ditadores da toga.

  2. Essa foi uma previsão vitoriosa 121 deputados e 19 senadores,Com dois filhos eleitos,a esposa e um irmão na câmara federal e no senado,a ex suplente de federal e o cunhado Distrital de Brasília

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro


Arte: Metrópoles

Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Cuidado cuidado, tido cuidado é pouco diante da quadrilha de PTralhas, LULADRAO e sua gang não são de brincadeira.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

FUNDO ELEITORAL: Allyson gastou quase 3x mais que Cadu de Lula no 1º turno, mas teve menos de 1% de vantagem sobre o petista


Foto: José Aldenir

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) revela um contraste expressivo no uso de recursos públicos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obtidos por meio da plataforma DivulgaCandContas, mostram que Allyson gastou proporcionalmente quase três vezes mais recursos do Fundo Eleitoral por voto do que seu adversário na primeira etapa do pleito.

Enquanto a campanha de Allyson Bezerra contou com R$ 4.055.595,00 em verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de um total de R$ 4,7 milhões em receitas declaradas, a chapa de Cadu de Lula movimentou R$ 1.376.262,00 do fundo público, dentro de um total de R$ 1,742 milhão arrecadados.

O Raio-X do Custo por Voto

Allyson Bezerra (União Brasil)

Votos no 1º turno: 733.809 (36,94% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 4.055.595,00

Custo por voto: R$ 5,53

Cadu de Lula (PT)

Votos no 1º turno: 718.300 (36,16% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 1.376.262,00

Custo por voto: R$ 1,92

A divisão demonstra que a relação entre Fundo Eleitoral e votos de Allyson foi 2,88 vezes maior do que a registrada pela candidatura petista. Em termos práticos, para cada voto conquistado por Cadu Xavier, houve um aporte de aproximadamente R$ 1,92 em recursos públicos, ao passo que a campanha de Allyson registrou um custo unitário de R$ 5,53 por eleitor.

Distância nos Recursos, Empate Técnico nas Urnas

O dado econômico chama atenção sobretudo pela proximidade do resultado eleitoral. Apesar da diferença de cerca de R$ 2,67 milhões no volume de recursos públicos recebidos entre os dois candidatos, Allyson e Cadu encerraram o primeiro turno separados por uma margem estreita de apenas 15.509 votos.

Com o pleito polarizado, Allyson Bezerra e Cadu de Lula voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores do Rio Grande do Norte definirão o novo chefe do Executivo estadual.

Com informações do Blog do Barreto

Opinião dos leitores

  1. ok bg, mas cadu é a continuação de fatima, mesmo não gostando de allysson, é melhor ele do que a continuação do PT, o RN não aguenta mais meu patrão

  2. Não foi somente esse valor não, teve o dinheiro da dismed e das candidatas a deputada que juntas receberam mais de três milhões

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Partido Novo decide pela neutralidade em 2° turno no RN e foca atuação em projeto nacional de Flávio Bolsonaro


Renato Cunha Lima, presidente do Novo no RN explicou os motivos que levaram a legenda a adotar neutralidade na disputa local de 2° turno. Foto: Reprodução/Yotube 98FM

O diretório estadual do partido Novo definiu sua postura para o cenário eleitoral e anunciou neutralidade na disputa pelo segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte. Em nota publicada nas redes sociais nessa terça-feira (6), o presidente estadual da sigla afirmou que o foco da legenda é colaborar com a ampliação de votos de Flávio Bolsonaro no Estado durante o 2° turno.

De acordo com o presidente estadual da legenda, Renato Cunha Lima, a decisão foi adotada por um princípio de coerência política. No primeiro turno, a sigla integrou a base de apoio à candidatura de Álvaro Dias (PL) e fez críticas públicas a ambos os projetos que agora disputam o executivo estadual.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *