O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e a Polícia Militar potiguar firmaram um convênio com o objetivo de reforçar o policiamento dos fóruns distribuídos no interior do Estado, bem como no aumento da segurança de juízes, vítimas de ameaças, e dos próprios servidores nas unidades judiciais. A vigência do convênio tem início hoje (2).
A parceria, assinada na última quinta-feira, 26 de fevereiro, trata do repasse de Diárias Operacionais, destinadas aos policiais que estariam de folga mas que ficarão disponíveis para o reforço na segurança dos prédios, dos magistrados e dos servidores. “Além disso, o convênio também tratou da aquisição de armas e equipamentos de segurança”, acrescentou o chefe do Gabinete de Segurança Institucional do TJRN, coronel Belarmino Dantas Junior.
De acordo com o coronel, a importância do convênio também atinge ao atendimento de sucessivos pedidos feitos por servidores e magistrados, a fim de que a segurança fosse reforçada. “Também é bom para o policial que ganha um estímulo ao ter um reforço na renda”, explica o Cel. Belarmino, ao destacar que armas e coletes à prova de balas já foram adquiridos no mês de janeiro.
O Gabinete de Segurança Institucional ainda deve contabilizar os dados referentes ao quantitativo de diárias que devem ser autorizadas, cujo custeio parte do próprio TJRN. Contudo, em um levantamento feito com base em meses anteriores, o setor identificou mais de 1.400 diárias operacionais concedidas, no objetivo de fornecer segurança aos prédios do Judiciário, juízes e servidores, bem como na realização de júris populares.
TJRN
Fotos: Rosinei Coutinho/STF e Rubens Cavallari/Folhapress
Amigo Totinha, não tenho inveja porque, sem depender de manobras, parentesco ou apadrinhamento, tive o que sempre fiz por merecer.
Mas fico impressionado com as defesas. O sigilo de algumas informações não cobram salários altos, mas honestidade de quem as conhece. Sendo assim fica claro que a honestidade dos Marajás é comprada e não inata como deve ser de qualquer servidor público.
Risco de vida? Só se for o de pegar uma pneumonia por causa do ar condicionado, um descolamento de retina de tanto acessar o Face ou uma infecção por queimadura com café. Chega a ser rídiculo dizer isso quando se tem mais que Tico e Teco habitando a cabeça.
Bom, sobram as ações bilionárias… Sim e daí? Então o valor dos problemas submetidos ao Judiciário balizam os salários?
Então vamos usar todos esses ralos argumentos para um PM? Eles SIM correm risco de vida junto com a família, eles sim lidam com informações comprometedoras e eles sim lidam com assaltantes de banco que levam milhoes.
Claro que eles não tem o poder de aumentar seus salários com o famoso jeitinho, tipo terminar a faculdade de filosofia e dobrar seu salário, nem ganham por trabalhar na rua, então…
Pensei que a segurança dos fóruns era tarefa de segurança particular, e que os PMs seriam devolvidos as ruas para atuarem na segurança da grande maioria da população.
Pelo visto a farra do judiciário não acabará nunca, jamais!!!
O sindicato dos vigilantes precisa se posicionar, pois estão perdendo milhares de vagas de emprego, com a utilização indevida de PMs para pastorar prédios publicos, isso é desvio de função !!!!
Na verdade policiamento nos fóruns deve ser repensado. Polícia é para estar na rua e disponível ao judiciário nos limites da lei. Sou contra a essa espécie de convênio ou outra denominação que dêem. Quanto ao pouco caso da função do servidor da Justiça que o Sérgio Nogueira sugeriu, devo alertar dar sua farta desinformação ou mesmo da presença de inveja de sua parte, por não ganhar o que aponta aos outros. O servidor da justiça tem risco de vida, trabalha com informações e tem acesso a dados e fatos que comprometem sua vida e de seus familiares. Isso sem falar nos valores bilionarios que estam sob sua administração e do juiz (ISSO AQUI MESMO NO RN E NA JUSTIÇA ESTADUAL nem é fora daqui). Assim, devem ganhar bem sim. Por exemplo, convido o Sergio a ver o tema seguro habitacional, por exemplo, e note quantas ordens de pagamentos milionários são feitas por semana em todas as varas cíveis da capital. Estou restringindo a capital e apontanndo um tema específico para facilitar buscas. Na seara penal não é diferente. O acervo tem informações que justificam os salarios. Outrossim, se o cidadão é da especie de persistir no erro ou tentar discutir o que desconhece, só resta lamentar. Ah! É bem possivel que venha com a ininteligível posição de que se ganha muito em relação ao salário minimo ou outras caregorias. Isso será meta válvula de escape para um raciocínio trôpego, pois, se outras categorias ganham menos, certamente é por merecer ganhar pouco, ou por ter incompetência suficiente para não saber galgar melhorias. Registro, por final, não sou servidor, não tenho filhos ou cônjuges nessa situação, porém, não sou imbecil.
Não se é inveja ou indignação, vergonha alheia ou simplesmente uma reação normal. Fora os agraciados com as manobras legais que fazem com que um semi-analfabeto receba tanto, ou ainda quem terminou um curso de teologia dobrar seu salário, ou ainda um servidor que controla outros seis, publica eletronicamente alguns atos e recebe 6 mil só de gratificação, e pior quem trabalha externo e recebe 5 mil a mais para fazer o que é só sua obrigação.
E isso tudo numa exaustiva rotina de 6 horas por dia.
Inveja? Não. Indignação.
Essa galera recalcada que reclama dos salários dos servidores do TJRN deviam começar a estudar essa matéria de primeiro grau e passar num concurso para ganhar um bom salário também.
E deixar de reclamar com quem fez por merecer.
Estudar mundiça……..
Resumindo: oficialização do bico.
Se o TJ deixasse de pagar salários faraônicos a quem tem o primeiro grau, coisa de 15 mil, e focasse na contratação de segurança estariam não só economizando como gerando emprego e renda aos vigilantes.
Mas pra que resolver se dá para empurrar com a barriga.
Vixe! Pensava que os policiais lotados nos órgãos iriam ser devolvidos para o contingente trabalhar para a população. Mas o governo vai é entregar mais para segurança pessoal. Assim não tem dinheiro para pagar policiais suficiente. Pois tiram da atividade fim para fazer segurança particular