O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anulou hoje (29) a convocação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, aprovada na quinta-feira (27), por unanimidade, pela Comissão de Legislação Participativa da Casa. O ministro foi convocado para explicar as medidas do pacote anticrime e anticorrupção, além do decreto sobre a posse de armas. O formato do pedido obriga o ministro a comparecer à comissão.
A decisão tomada por Maia atende a um recurso apresentado pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que recorreu da decisão de convocar Moro. Segundo o despacho de Maia que contém a decisão, a comissão não poderia convocar o ministro, pois “não tem um campo temático limitado ou restrito a determinado assunto como as demais comissões”.
Maia também disse no despacho que, se autorizasse a convocação, poderia incidir no crime de responsabilidade, “independentemente da existência de correlação entre os assuntos inerentes à pasta” de Moro com os assuntos tratados pela comissão.
O comportamento do senhor Rodrigo Maia é muito engraçado,
Para muitos que não sabem o menino de César Maluquinho para se eleger Presidente da Câmara dos Deputados prometeu aos seus eleitores cargos e mais cargos no governo federal, inclusivo com a manutenção dos já existentes e sobre dominio dos seus pares, todavia, só que não combinou nada com o presidente, porque assim pensou ele em fazer, somar apoios entorno da "Reforma da Previdência" e com isso cobrar em troca de cargos para atender as suas promessas de campanha.
Sendo que no momento ele tá sendo cobrando pelo sem pares e tentando fazer chantagem e como isso expondo o governo e seus ministros a situações de vexame público.
Igualmente, a situação só piorou quando em público ele disse que o governo em nada ajudou a sua eleição e mais a prisão de seu sogro ele creditou em parte a Sérgio Moro.
Em resumo, quer por quer que o governo lhe atendida sob pena dos projetos do governo ir para vala comum, já os deputados querem que ele cumpra as suas promessas é o tal da velha política do "toma lá dá cá"!
Entanto isso barraco é com ele mesmo e também com o outro, já o Brasil só Deus no comando.
Um grupo de manifestantes realizou nesta quinta-feira (5) um novo protesto em frente à sede do Banco Master, na zona sul de São Paulo, com críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ato repetiu o tom de mobilizações anteriores, mas teve público menor em comparação ao registrado em janeiro.
A manifestação contou com a presença do líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e do ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei. O movimento organizou o ato e utilizou faixas e palavras de ordem contra decisões do Judiciário.
Durante o protesto, participantes também mencionaram o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito relacionado ao caso Master no Supremo. Em um dos momentos, uma manifestante ateou fogo a uma fotografia do magistrado, ação que chamou atenção nas redes sociais.
O episódio ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo investigações e decisões do STF, que têm provocado reações de grupos de oposição. Até o momento, não houve registro de confronto com a polícia, e as autoridades não divulgaram balanço oficial sobre ocorrências relacionadas ao ato.
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender pagamentos extras nos salários do funcionalismo reacendeu o debate sobre privilégios dentro dos três Poderes. A medida mira os chamados “penduricalhos”, benefícios que ampliam vencimentos além do teto constitucional e que voltaram ao centro das críticas após novas vantagens aprovadas no Legislativo.
A informação é da coluna de William Waack, da CNN. O caso mais recente envolve uma escala que permitiria a servidores trabalharem 30 dias e receberem como se tivessem atuado por 40, aumentando a pressão pública por mudanças. Para especialistas, o problema não surgiu de uma vez: ao longo dos anos, órgãos que administram o próprio orçamento teriam acumulado benefícios e adicionais que inflaram remunerações.
Apesar da repercussão positiva entre parte da população, juristas avaliam que a decisão tem caráter emergencial e não altera a estrutura que permite a criação desses extras. Sem mudanças nas regras administrativas, novos benefícios poderiam surgir futuramente por brechas legais ou decisões internas.
Analistas defendem que apenas uma reforma administrativa ampla poderia reorganizar carreiras e reduzir privilégios de forma definitiva. No entanto, propostas desse tipo enfrentam forte resistência política e corporativa, o que mantém o tema travado enquanto decisões judiciais tentam conter excessos pontuais.
Os Correios contrataram, sem processo licitatório, um escritório privado de advocacia por R$ 800 mil para atuar na defesa de dirigentes e ex-dirigentes investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A contratação ocorre em meio ao pior cenário financeiro da estatal e envolve apuração sobre possíveis irregularidades nos balanços de 2023, quando a empresa era presidida por Fabiano Silva Santos.
Apesar de possuir cerca de 300 advogados em seu quadro próprio, a estatal optou por recorrer a uma banca externa para atuar em um processo sigiloso. Documentos indicam que a estratégia jurídica inclui medidas para evitar a responsabilização pessoal dos gestores investigados, o que levanta questionamentos, já que a jurisprudência do TCU limita o uso de recursos públicos para custear defesas individuais.
A contratação foi feita por dispensa de licitação e teria sido articulada pela ex-diretora de Governança e Estratégia, Juliana Picolli Agate, que deixou o cargo após mudanças na presidência da empresa. Especialistas apontam dúvidas sobre a escolha do escritório e a justificativa de especialização técnica, já que a banca não tem histórico relevante em processos junto ao TCU.
Procurados, os Correios afirmaram que a contratação de escritórios externos é prática comum em processos considerados estratégicos. O caso ganhou ainda mais repercussão após a estatal registrar prejuízo bilionário e firmar um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos, operação que conta com garantia do governo federal.
Ministros do Supremo Tribunal Federal estariam se movimentando nos bastidores para impedir o avanço da CPMI do Banco Master no Congresso. Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que têm ligações indiretas com personagens do caso, teriam procurado interlocutores do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), demonstrando preocupação com o impacto político da comissão.
A informação é da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. O pedido de criação da CPI mista já ultrapassou o número mínimo de assinaturas, com apoio expressivo de parlamentares da oposição. A avaliação dentro do STF é que a investigação parlamentar pode ampliar o desgaste público da Corte, sobretudo após decisões controversas de Toffoli na condução do caso envolvendo o banco.
Entre os receios estaria a convocação de familiares de ministros e a abertura de novas frentes de apuração sobre contratos e relações financeiras ligadas ao empresário Daniel Vorcaro. O requerimento da CPMI também cita possíveis interferências institucionais e pressões sobre órgãos como o Banco Central.
Apesar da pressão política, até agora nem Alcolumbre, no Senado, nem o presidente da Câmara, Hugo Motta, indicaram disposição para instalar a comissão. Nos bastidores, a alternativa discutida seria a criação de uma CPI apenas com senadores, formato considerado mais controlável dentro da Casa.
O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu negar o pedido de medida cautelar que tentava suspender repasses públicos destinados ao desfile da Acadêmicos de Niterói, escola que levará para a Sapucaí um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada pelo ministro relator Aroldo Cedraz.
A informação é da CNN. Apesar de uma análise técnica inicial apontar a possibilidade de suspensão dos recursos, o relator entendeu que não há elementos suficientes para uma medida urgente. Segundo Cedraz, nem mesmo ficou comprovado de forma clara que houve repasse direto à escola, o que fragiliza a tese de irregularidade neste momento do processo.
A ação foi provocada por parlamentares do partido Novo, que questionam possível desvio de finalidade em recursos federais destinados à Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). O acordo prevê cerca de R$ 12 milhões, sendo R$ 1 milhão para cada agremiação do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.
Na decisão, o ministro também afirmou que não há indícios mínimos de favorecimento à Acadêmicos de Niterói por causa da homenagem ao presidente. Mesmo assim, determinou que Embratur, Ministério da Cultura, Liesa e as escolas citadas apresentem esclarecimentos no prazo de 15 dias.
O caso segue em análise dentro do TCU e pode ter novos desdobramentos após as manifestações solicitadas pelo tribunal.
A 1ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do RN condenou, na noite desta quinta-feira (5), América Futebol Clube SAF e Potyguar Seridoense por escalação irregular de atletas no Campeonato Potiguar. As decisões confirmam a aplicação do artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e resultam no rebaixamento matemático das duas equipes.
No caso do América, a Comissão, por 3 votos a 1, decidiu pela perda de 18 pontos em razão da utilização irregular do atleta Elias, além da aplicação de multa no valor de R$ 15 mil. A punição manteve o entendimento de que houve inclusão de jogador com participação vedada em partidas da competição, independentemente do resultado em campo.
Já o Potyguar Seridoense foi condenado por 4 votos a 1, também com base no artigo 214 do CBJD, pela escalação irregular dos atletas Fabrício e Toró. A penalidade imposta foi a perda de 15 pontos, além de multa de R$ 2 mil.
Com as punições confirmadas pelo TJD-RN, os dois clubes ficam rebaixados matematicamente no Campeonato Potiguar, alterando de forma definitiva o cenário da tabela da competição.
A sessão foi realizada com acesso restrito a auditores, representantes dos clubes e imprensa, e contou com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol no YouTube, em iniciativa destacada pela presidência do tribunal como medida de transparência do processo disciplinar.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de São Francisco de Paula, analisou o laudo pericial mecânico do carrinho elétrico e identificou uma falha no mecanismo como causa da morte de um casal de turistas no Mátria Parque de Flores, na Serra do Rio Grande do Sul, em 5 de julho de 2025.
As vítimas são Natalino de Vargas Domeraski e Jane Beatriz da Silva Rodrigues Frohlich, ambos de 61 anos e moradores de Porto Alegre.
De acordo com a análise, o veículo utilizado pelo casal apresentava falha no mecanismo de abertura interna das portas.
A Polícia Civil informou que o inquérito policial instaurado para apurar as circunstâncias das mortes foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário. O acidente ocorreu quando o pequeno veículo elétrico entrou em um lago, submergiu e provocou o afogamento das vítimas.
Com a conclusão das investigações, o proprietário da empresa responsável pela locação do automóvel foi indiciado por homicídio culposo.
Além do encerramento do procedimento, a polícia emitiu recomendações aos órgãos de fiscalização e responsáveis pela expedição de alvarás para revisão das normas de segurança do parque.
Entre as medidas sugeridas estão a análise da proibição do uso desses carrinhos elétricos e da circulação autônoma de usuários em áreas consideradas de risco.
O Brasil atingiu número recorde de 1.518 vítimas de feminicídios em 2025, ano em que a sanção da Lei do Feminicídio completou dez anos.
Na ocasião, a norma inseriu no Código Penal o crime de homicídio contra mulheres no contexto de violência doméstica e de discriminação. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
No ano anterior, em 2024, o país já havia atingido recorde, com 1.458 vítimas.
“Se [a alta de casos] está acontecendo, isso é uma omissão do Estado, porque esse é um crime evitável”, afirmou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), durante lançamento do relatório anual da Human Rights Watch (HRW), nesta quarta-feira (4).
O documento, que analisa a situação dos direitos humanos em mais de 100 países, apontou a violência doméstica e de gênero como uma das violações mais frequentes no Brasil. Segundo a especialista, a omissão atinge todas as esferas de poder.
“A gente vive no Brasil hoje o desfinanciamento dessas políticas nos níveis municipais e estaduais, especialmente, que são os atores que estão envolvidos na rede de proteção, que tem à mão a assistência social, a saúde e a polícia para de fato fazer a diferença na vida dessas meninas e mulheres”, disse.
Samira Bueno destaca que não é possível fazer política pública para proteger a vida de meninas e mulheres sem recursos humanos e financeiros.
“Essa é uma bandeira que muitos políticos gostam de carregar, a defesa da vida das meninas e das mulheres, mas no momento em que tem o poder de caneta, que sentam na cadeira e que tem a capacidade de fazer a diferença, o orçamento não chega”, disse.
É uma vergonha, um governo que falou tanto de violência contra as mulheres, não fez e não faz nada para diminuir os feminicídios.
E a turma da esquerda se cala diante desta barbárie, não se pode falar nada de negativo deste governo, mesmo com o sangue escorrendo na canela.
Foi iniciada a instalação das placas de alerta sobre o banho noturno na Praia da Redinha, na zona Norte de Natal. A prática viralizou nas últimas semanas, mas foi desaconselhada pelo Corpo de Bombeiros. O equipamento alerta para o perigo do banho noturno, já que o local não conta com serviço de guarda-vidas no período da noite.
Além disso, a placa traz a informação de risco de morte. A sinalização também apresenta a orientação para que a população evite o mar à noite, com visibilidade reduzida e riscos acentuados.
Ainda no mês de janeiro, o Corpo de Bombeiros já havia desaconselhado o banho. De acordo com a corporação, a área apresenta fatores que elevam o risco para banhistas, especialmente no período noturno. A combinação entre pouca iluminação, presença de pedras, animais marinhos e a influência do Rio Potengi — que pode gerar correntes mais fortes conforme a maré — torna o trecho inadequado para banho fora do horário diurno.
Outro ponto destacado é a visibilidade reduzida à noite, que dificulta tanto a percepção de perigos pelos banhistas quanto a atuação de equipes de resgate em caso de emergência. Além disso, não há atuação regular de guarda-vidas no período noturno, o que pode atrasar o socorro em situações de afogamento.
Segundo os Bombeiros, a recomendação segue diretrizes de segurança aquática adotadas nacionalmente, que não indicam o banho de mar após o pôr do sol. A orientação é que a população priorize o uso da praia durante o dia e apenas em áreas monitoradas por guarda-vidas.
O presidente da Acadêmicos de Niterói, Wallace Palhares, foi demitido do cargo de assistente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) nesta 5ª feira (5.fev.2026). A demissão foi assinada pelo deputado Guilherme Delaroli (PL), 1º vice-presidente em exercício da Alerj, e publicada no Diário Oficial Legislativo.
A escola homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. A Acadêmicos de Niterói abrirá a 1ª noite de desfiles na Marquês de Sapucaí, em 15 de fevereiro de 2026.
Palhares ocupava o cargo desde 2025. Estava lotado na Comissão de Transportes, ligada ao gabinete de Dionísio Lins (PP), vice-líder do governo Cláudio Castro (PL) na Casa.
O chefe da Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 7.961,34 como assessor em janeiro de 2026, segundo dados do Portal da Transparência da Alerj. O valor inclui rendimento líquido de R$ 2.353,21 e benefícios. Seu salário praticamente triplicou em apenas 9 meses: em abril de 2025, o montante recebido foi de R$ 2.782,56.
Dionísio Lins, a quem Palhares estava ligado na Alerj, é uma figura conhecida do Carnaval carioca. Apresenta-se como representante de Madureira e benemérito das escolas Império Serrano e Portela. Atualmente, mantém embate com a Liesa, defendendo a ampliação do Grupo Especial de 12 para 15 escolas. Nos anos 2010, Lins esteve envolvido em suspeitas de clientelismo relacionadas a centros sociais bancados por políticos.
Além da atuação na Alerj e na escola de samba, Palhares é sócio-administrador das empresas WP Consulting e Fino Trato Selo Musical.
Em dezembro, recebeu o título de “Cidadão Niteroiense” por indicação do vereador Anderson Pipico (PT). Pipoco é presidente de honra da Acadêmicos de Niterói.
O Poder360 procurou a Acadêmicos de Niterói para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito da demissão de Palhares. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
A assessoria de Delaroli informou que não comenta casos específicos de desligamentos de funcionários: “As exonerações seguem o curso natural da transição na presidência, e têm como objetivo aprimorar a gestão e, consequentemente, os serviços prestados à população do Estado do Rio de Janeiro”.
O comportamento do senhor Rodrigo Maia é muito engraçado,
Para muitos que não sabem o menino de César Maluquinho para se eleger Presidente da Câmara dos Deputados prometeu aos seus eleitores cargos e mais cargos no governo federal, inclusivo com a manutenção dos já existentes e sobre dominio dos seus pares, todavia, só que não combinou nada com o presidente, porque assim pensou ele em fazer, somar apoios entorno da "Reforma da Previdência" e com isso cobrar em troca de cargos para atender as suas promessas de campanha.
Sendo que no momento ele tá sendo cobrando pelo sem pares e tentando fazer chantagem e como isso expondo o governo e seus ministros a situações de vexame público.
Igualmente, a situação só piorou quando em público ele disse que o governo em nada ajudou a sua eleição e mais a prisão de seu sogro ele creditou em parte a Sérgio Moro.
Em resumo, quer por quer que o governo lhe atendida sob pena dos projetos do governo ir para vala comum, já os deputados querem que ele cumpra as suas promessas é o tal da velha política do "toma lá dá cá"!
Entanto isso barraco é com ele mesmo e também com o outro, já o Brasil só Deus no comando.