Três suspeitos do mega-assalto na cidade paraguaia de Ciudad del Este, na fronteira com o Brasil, foram mortos depois de um tiroteio no começo da tarde desta segunda-feira (24), conforme a Polícia Federal (PF). Outros dois homens feridos foram presos – um deles, em uma rodoviária, tentando embarcar para São Paulo.
De acordo com a polícia, eles estão entre os 50 homens que participaram do roubo a uma transportadora de valores durante a madrugada. Além disso, a PF diz ter apreendido cinco veículos (entre eles, um carro de polícia), um fuzil, uma pistola, um barco, 7 quilos de explosivos, malotes vazios e munição de grosso calibre.
A Polícia Federal encontrou uma anotação com nomes de parlamentares e números apontados por investigadores como possíveis valores na residência do senador Ciro Nogueira (PP-PI). O documento foi apreendido em maio deste ano durante a quinta fase da Operação Compliance Zero, no Lago Sul, em Brasília.
O papel estava guardado em uma churrasqueira da casa. Conforme o depoimento de uma funcionária, o próprio senador havia entregado os documentos para serem queimados sob a justificativa de serem antigos ou inúteis, mas a incineração não foi concluída a tempo de impedir a apreensão.
O relatório policial aponta os seguintes registros no documento:
Arthur – 40
Hugo — 10
Elmar — 10
Luizinho — 10
Adolfo — 10
Isnaldo — 10
Diego — 5
Altineu — 5
Netinho — 5
Os investigadores associam preliminarmente os apelidos e primeiros nomes a figuras centrais da Câmara dos Deputados, como Arthur Lira (PP-AL), Hugo Motta (Republicanos-PB), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Dr. Luizinho (PP-RJ), Adolfo Viana (PSDB-BA) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). A corporação ressalta, contudo, que a identificação definitiva dos envolvidos e o real significado das quantias ainda dependem de aprofundamento nas apurações.
A Caravana 22 voltou a movimentar Mossoró neste sábado e levou uma multidão às ruas do bairro Planalto em apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. Ao lado do candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) e do candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL), Álvaro percorreu as ruas e recebeu manifestações de apoio, abraços e palavras de incentivo dos moradores, que ocuparam as calçadas para acompanhar a mobilização.
A passagem pelo Planalto foi um dos principais momentos políticos da agenda deste sábado. Moradores, apoiadores e lideranças acompanharam a Caravana 22, fazendo o 22 com as mãos e demonstrando apoio à candidatura de Álvaro na segunda maior cidade do Estado.
Mossoró marcou o encerramento da agenda deste sábado da Caravana 22. Neste domingo (13), Álvaro volta às ruas para mais um dia intenso de mobilização e vai percorrer dez cidades do Oeste Potiguar.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, estipulou o prazo de 24 horas para que a Polícia Federal preste esclarecimentos oficiais sobre o estado e a custódia do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A ordem judicial ocorre após forte pressão dos ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes, que exigem acesso integral ao conteúdo do aparelho antes da sessão plenária marcada para a próxima terça-feira (15). A movimentação responde a um pedido anterior de Zanin à presidência da Corte.
No centro da disputa, o ministro André Mendonça, anterior relator do caso havia informado que o dispositivo permanece lacrado e sob custódia na Polícia Federal, servindo apenas como contraprova e sem ter sido manusejado em seu gabinete. A indefinição sobre o manuseio e a integridade do material aprofunda o clima de tensão no tribunal a poucos dias do julgamento.
A Caravana 22 de Álvaro Dias (PL) percorreu quatro cidades do Médio Oeste Potiguar neste sábado e ganhou o reforço do senador e candidato à reeleição Styvenson Valentim (Podemos). A presença do senador reforçou a união de importantes lideranças em torno da candidatura de Álvaro ao Governo do Rio Grande do Norte.
Styvenson destacou a experiência de Álvaro e defendeu a parceria. “Essa é a oportunidade para que o Álvaro possa mostrar o que já fez por Natal e nos seus 40 anos de vida pública”, declarou. O senador também ressaltou a sintonia entre seu mandato e o projeto de Álvaro para o Estado.
A agenda passou por Messias Targino, Paraú, Triunfo Potiguar e Janduís, com carreatas e encontros com moradores e lideranças. Por onde a Caravana 22 passou, uma multidão foi às ruas, fazendo o V da vitória e o 22 com as mãos, em demonstração de apoio à candidatura de Álvaro e às lideranças que caminham ao seu lado.
A Caravana 22 contou ainda com a participação do candidato a vice-governador Babá Pereira, do candidato ao Senado Coronel Hélio, além de parlamentares, candidatos à reeleição e lideranças políticas da região.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu assumir pessoalmente a relatoria do caso que examina os laços entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no âmbito do escândalo do Banco Master. Além de centralizar a relatoria, Fachin determinou que a presidência da Corte decida sobre o sigilo do celular de Vorcaro e sobre as investigações de desvios no INSS.
Para dar celeridade ao processo, o presidente convocou uma sessão plenária extraordinária para a próxima terça-feira (15), data em que o plenário analisará as mensagens trocadas entre Moraes e o banqueiro, trazidas a público no início do mês por André Mendonça, até então relator do caso. Com a manobra, Fachin substitui Mendonça na tribuna, cabendo a ele abrir a sessão, relatar os fatos e proferir o voto inicial.
A movimentação é vista nos bastidores como uma vitória tática para Alexandre de Moraes e seu aliado Gilmar Mendes, que haviam pressionado para retirar o processo das mãos de Mendonça. O embate aprofunda a crise institucional e o racha explícito entre magistrados da Corte, despojando temporariamente Mendonça do controle das investigações mais sensíveis do país.
Entre os desdobramentos, o inquérito atinge figuras da política nacional, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, cujo nome aparece em apurações sobre aportes financeiros do banqueiro para a produção de um filme. O parlamentar nega irregularidades nas transações.
A insatisfação de procuradores com a gestão de Paulo Gonet à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR) aprofundou o desgaste na cúpula do órgão. O estopim para a revolta na base da instituição foi a menção ao nome de Gonet em episódios envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Membros da categoria avaliam como branda a reação da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) diante das controvérsias, o que tem gerado forte cobrança por uma postura mais firme. Fontes internas relatam que a base da carreira está mobilizada e insatisfeita com os rumos da condução institucional.
O cenário evidencia um momento de intensa vulnerabilidade para a autoridade do procurador-geral, pressionado a demonstrar independência e rigor na apuração de denúncias que envolvem autoridades de alto escalão da República.
O avião do cantor Rey Vaqueiro saiu da pista e pegou fogo na madrugada deste domingo (13) no aeroporto de Parelhas, no interior do Estado. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros de Caicó, o acidente aconteceu porque a aeronave teve problemas de frenagem ao pousar na pista.
No momento do acidente havia 8 pessoas a bordo do avião, sendo 6 passageiros (incluindo o cantor) e 2 tripulantes. O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas e as vítimas foram encaminhadas ao hospital de Parelhas para avaliação médica.
Um homem foi agredido na noite da última sexta-feira (11), na boate Loop, em Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, momentos depois de agredir a companheira dentro e fora do esmaecimento. A briga com a mulher começou no interior da casa de shows e se estendeu na parte externa, onde o agressor teria empurrado a companheira da escada da entrada do local.
O CEO da casa de shows, Arthur Cavalcanti confirmou a agressão e lamentou o fato. “A loop é um projeto que eu tenho muito carinho e ver uma situação daquela me deixa muito triste. O que aconteceu na casa ontem foi um marido que em situação descontrolada agrediu a esposa na frente de todos e foi retirado da casa, mas os populares tomaram as dores da esposa”, comentou.
A situação narrada por Arthur foi confirmada ao Blog do BG por um dos populares envolvidos na confusão, que não será identificado para ter sua identidade preservada. “Ele empurrou a mulher da escada, não tem como ver uma cena dessa e não se indignar. Não tinha como não fazer nada”, relatou o homem.
Uma mulher transexual gravou um vídeo e confirmou as duas versões anteriores e revelou que a mulher agredida desmaiou após ser empurrada pelo companheiro da escada da boate. “Minha gente, meu direct está lotado de vocês perguntando o que foi que aconteceu com esse rapaz que apanhou tanto. Esse rapaz que estava apanhando estava discutindo dentro da boate com a namorada e eles continuaram discutindo fora. E ai, na discussão dos dois, ele empurrou ela e ela caiu lá embaixo desmaiada já e ai os meninos foram pra cima dele para bater nele”, comentou.
O ministro Alexandre de Moraes deve pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a nulidade da investigação aberta contra ele no caso Banco Master, segundo fontes ligadas ao tribunal ouvidas pela CNN Brasil. O pedido será analisado pelo plenário da Corte na próxima terça-feira (15),
Moraes deve sustentar que as suspeitas apontadas pelo ministro André Mendonça, relator do caso, são baseadas em “ilações” e que não há provas de que Moraes tenha atendido aos pedidos feitos pelo ex-controlador do Master, Daniel Vorcaro.
O argumento deve se basear na ideia que ainda não foram divulgadas eventuais respostas de Moraes às mensagens de Vorcaro. Mas, de acordo com a própria PF, o ministro utilizava mensagens de visualização única, enviadas como imagens, o que dificultaria a recuperação do conteúdo.
A Polícia Federal identificou 52 mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes. O banqueiro teria pedido ao ministro que intermediasse contatos com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, além de buscar informações sobre as investigações.
A perícia também apontou que uma minuta de contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, foi editada por um usuário identificado como “Ministro Alexandre de Moraes”.
O escritório afirmou que Moraes foi consultado apenas para verificar possíveis impedimentos legais e negou qualquer atuação em favor do banco.
A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte determinou, neste sábado (12), a suspensão imediata da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data na última quinta-feira (10), sob multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento. A decisão atende a representação apresentada pela campanha da senadora Zenaide Maia e proíbe o instituto de divulgar, fornecer a terceiros ou republicar o levantamento.
O motivo é objetivo: o instituto não cumpriu a lei. A Resolução 23.600/2019 do TSE exige que toda pesquisa registrada informe quantos eleitores foram ouvidos em cada setor censitário. A Real Time entregou uma lista de municípios e bairros, sem dizer quantas entrevistas fez em cada um. É exatamente a falha que levou o Pleno do TRE-RN, em 25 de agosto, a declarar não registrada uma pesquisa do instituto Consult e a aplicar multa de R$ 53.205, por unanimidade.
Há uma segunda pergunta que a pesquisa não responde: quem pagou por ela. Segundo a própria ficha técnica, ninguém. O levantamento foi bancado pelo instituto. Essa mesma pergunta levou a Justiça Eleitoral do Paraná, cinco dias antes, a suspender outra pesquisa da Real Time sob multa de R$ 50 mil, depois de constatar que a empresa declarou cerca de R$ 7,1 milhões em pesquisas autofinanciadas em 2026 com receita bruta de R$ 433 mil em 2025. Para a magistrada, “a origem dos recursos que financiam a pesquisa permanece obscura”.
O Rio Grande do Norte é o terceiro estado a barrar o instituto em cinco dias, depois de Paraná e Maranhão. Alagoas também já suspendeu levantamento da mesma empresa neste ciclo.
A campanha alerta que a divulgação e a republicação do levantamento estão proibidas por ordem judicial e que acionará a Justiça Eleitoral contra quem insistir em reproduzir os números suspensos.
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