A Justiça de São Paulo determinou o afastamento imediato do conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A decisão foi baseada na lei de improbidade administrativa e é em caráter liminar (provisória). Marinho é suspeito de receber propina da multinacional francesa Alstom para favorecer a empresa em um contrato com estatais de energia elétrica do Estado.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o conselheiro teria recebido cerca de US$ 1 milhão de dólares para assinar o parecer, quando era Chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB). O dinheiro teria sido depositado em uma conta na Suíça. Marinho ocupa uma das cadeiras do TCE desde 1997, quando foi indicado por Covas.
Robson Marinho chegou a ficar fora do tribunal por 40 dias para se defender das acusações, mas voltou a participar de uma sessão no dia 15 de julho. Na ocasião, ele negou as acusações. Em nota, a Alstom afirmou que tem colaborado com as autoridades e que a empresa segue um rígido padrão de ética. Marinho ainda pode recorrer.
Band News

Pronto la vem os petistas comissionados incautos com discurso fascista nazista comparar esse caso de corrupção com os mensaleiros… É IGUAL E PRONTO. A diferença é que os tucanos não apoiam ninguem que for pego com as mãos envolvidas nisso..São mais profissionais, digamos…Fora PT…
Não tem cor, cheiro ou partido político, fez mer.., roubou, entrou para o rol dos corruptos, CADEIA!!! Sem crise cardíaca, sem cota para pagar multa, cadeia como homem deve ir.
Cadê os indignados seletivos?
Esqueci que o acusado é de um esquema que já dura 20 anos e abastece os cofres do PSDB, não vai ter indignação.
Só para o discreto post do BG (sem letras garrafais) não ficar incompleto, vai uma ajuda para complementar a informação:
Provas vindas da Suíça e da França indicam que ele recebeu como suborno da empresa, em contas de paraísos fiscais, US$ 2,7 milhões (o equivalente a R$ 6 milhões) entre 1998 e 2005.
Provas também vindas da Suiça e França apotam que o esquema era usado para abastecer um partido político (advinhe qual?)