A reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, publicou um comunicado nesta segunda (15) no qual diz que o retorno presencial completo não será possível no ano de 2020 se não houver uma vacina ou um medicamento eficaz contra a Covid-19.
A UFRJ, que completa cem anos de criação em setembro deste ano, informa ainda que haverá o retorno progressivo às aulas em formato remoto emergencial.
Uma das maiores universidades do país e a terceira colocada entre as melhores do Brasil segundo o RUF (Ranking Universitário da Folha), a UFRJ completa nesta terça (16) 90 dias sem atividades presenciais não essenciais. Assim como outras federais, porém, diversas atividades relacionadas à pandemia seguem funcionando.
A UFRJ realizou, em três meses, 12 mil testes de detecção do novo coronavírus e atendeu mais de 600 pacientes com a Covid-19 em seus hospitais no Rio de Janeiro.
Um protocolo de retomada gradual e segura de atividades não essenciais está sendo formulado e deve ser divulgado em breve. “Pretendemos ter um plano de retorno que seja referência para o estado do Rio de Janeiro, com base no diálogo permanente dentro e fora da comunidade universitária”, diz a reitoria.
Em 21 de maio, a reitora da Universidade Federal de Minas Gerais, Sandra Regina Goulart Almeida, também afirmou que as aulas presenciais só voltam nos campi da universidade quando houver uma vacina e que formas de ensino remoto estavam sendo discutidas.
FOLHAPRESS

Num país tão doente como o nosso Brasil, infelizmente enquanto não tiver vacina, será assim, pois não sabemos o que é coletividade e temos demonstrado que não somos capazes de viver em sociedade, apenas em isolamento.
A preguiça montou "com força" nas repartições públicas. Nas universidades, onde impera a malandragem, nem se fala. Sofre, entretanto, um pequeno grupo que gosta verdadeiramente do ensino, da pesquisa e da extensão. A banda podre está uma festa só. Vão receber 1 ano de gordo salário sem dar "um prego em Barra de sabão".
Os preguiçosos de sempre, recebendo salários integrais SEM TRABALHAR. Esse ano, portanto, não precisarão fazer greve, com o de hábito. E os estudantes que se lasquem. Será possível que a sociedade brasileira não enxergue que algo precisa ser feito com essas caríssimas universidades públicas, que tão pouco estão contribuindo com o país?
Primeiro a reportagem trata do cuidado com as vidas, segundo você nunca deve ter estudado em uma universidade pública, por fim o que precisa mudar são políticos como o BOZO, os filhos deles, os Queiroz e tantos outros que vivem 10, 15, 20 30 anos apenas recebendo dinheiro e benefícios da nação sem fazer nada de bom. O que fazem é enriquecer construir impérios, construtoras, franquias, terceirizadas e assim por diante.
A questão nunca foi o "cuidado com as vidas". Nesse caso, estamos tratando de preguiça e desperdício de dinheiro público. Prá não falar de outras coisas como falta de caráter e de respeito para com o próximo, já que milhares de alunos serão afetados, com enormes prejuízos para o resto de suas vidas. E estamos falando de um público em sua grande maioria jovem e saudável, que não pertence ao dito grupo de risco. Não fosse o vírus, inventariam as habituais greves. O que essa gente não quer mesmo é trabalhar.