A comunidade da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) amanheceu essa quinta-feira, 21, consternada com o assassinato brutal que vitimou a estudante de Turismo Maria Karolyne Álvarez de Melo, na noite de quarta-feira, 20, em uma das principais avenidas da zona Norte de Natal (RN).
A entrega de pertences a dois homens que abordaram a jovem de 19 anos não impediu os tiros fatais que interromperam o sonho da futura turismóloga. O ato de barbárie imergiu familiares, amigos, professores e colegas de curso em um sentimento de profunda perda e dor, atordoou conhecidos e não de Maria Karolyne.
Nesse momento de tristeza, a administração universitária se solidariza com os que conviveram com Maria Karolyne, na esperança em dias de paz para todos.
Ângela Maria Paiva Cruz
Reitora da UFRN
José Daniel Diniz Melo
Vice-reitor da UFRN
Enquanto isso! o coletor de multas faz operações para pender cidadãos de bem, e o povo vai morrendo e sendo assaltado por bandidos…. Isso chama-se inversão de valores
Um cidadão do bem não sai para beber e põe em risco a vida dos demais, pare, pense e reflita. Se eu bebo , eu estou assumindo o risco de ocasionar lesão a terceiros. Se esta previsto no código de transito e infrinjo a lei, logo sou um risco a sociedade!!!
Você tem a opção de beber e retornar para casa de taxi, colegas, ônibus. Então, não retorne em seu veículo.
O chefe de gabinete da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ), Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, foi preso na quarta-feira (28) durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra um grupo investigado por exploração sexual de jovens e adolescentes e produção de vídeos pornográficos envolvendo menores de idade.
É o segundo assessor ligado ao PSOL preso neste ano em casos de violência sexual. Em julho, Matheus Rodrigues Gonçalves, assessor do vereador de Niterói Professor Túlio, foi preso sob acusação de estuprar uma adolescente de 16 anos.
Carlos trabalhava no gabinete de Talíria desde 2019 e recebia salário mensal de R$ 18,2 mil. Após tomar conhecimento da operação, a deputada determinou seu afastamento e anunciou a exoneração enquanto os fatos são apurados.
A operação, batizada de “NXIVM”, cumpriu oito mandados de prisão. Entre os presos também está um terceiro-sargento da Polícia Militar. A investigação começou em julho, após a prisão do outro assessor, e avançou a partir de vídeos encontrados no celular da adolescente.
Em nota, Talíria afirmou ter sido surpreendida pela operação, declarou solidariedade à vítima e à família e defendeu que as investigações sejam conduzidas com rigor, transparência e respeito ao devido processo legal.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar regras para campanhas eleitorais nas redes sociais. A proposta deve alterar o Código Eleitoral e surge após acusações de tratamento desigual pela Meta durante a disputa presidencial de 2026.
Segundo o UOL, a campanha de Lula (PT) acusou a empresa, dona do Instagram e do Facebook, de restringir o alcance de publicações do presidente e favorecer conteúdos ligados a Flávio Bolsonaro (PL). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que as plataformas garantissem tratamento igualitário aos candidatos.
Motta pretende apresentar uma proposta em duas semanas. Entre as ideias em discussão estão regras para a distribuição de conteúdo por algoritmos e restrições ao uso de perfis de influenciadores em campanhas eleitorais.
O Nordeste foi alvo de 14,7 milhões de menções ofensivas nas redes sociais após a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25). Os dados são de um monitoramento da Ativaweb DataLab divulgado pelo colunista Carlos Madeiro, do UOL.
Entre a noite de domingo e as 16h de quarta-feira (28), foram registradas 18,5 milhões de menções relacionadas à região. Desse total, 79,3% tinham tom crítico aos nordestinos, enquanto 20,7% foram classificadas como manifestações de defesa.
Segundo o levantamento, as publicações incluíram ataques à inteligência da população, associações do Nordeste à pobreza e à dependência, comparações depreciativas e mensagens que defendiam a separação da região do restante do país.
O monitoramento considerou publicações, comentários, links e compartilhamentos no Facebook, Instagram, TikTok e X, além de comentários no YouTube e no Kwai. Os ataques partiram de usuários de diferentes regiões do Brasil, com presença expressiva de perfis do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
No primeiro turno, o levantamento havia registrado 32,8 milhões de menções relacionadas ao Nordeste, das quais cerca de 27 milhões foram classificadas como ofensivas. Somados os dois períodos, foram mais de 51,4 milhões de menções, sendo 41,7 milhões com tom crítico à região.
Entre os perfis identificados como autores das críticas após o segundo turno, 52,3% eram masculinos e 24,5% femininos. Em 23,2% dos casos, não foi possível identificar o gênero.
O conselho editorial do jornal americano The Wall Street Journal classificou como “vingança política” as medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro (PL) após a reeleição de Lula. Em editorial publicado na quarta-feira (28), a publicação criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e questionou a imparcialidade do Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto destaca a proximidade entre o resultado eleitoral e a determinação para que Flávio entregasse seus passaportes. O jornal relata que o senador deixou o Brasil com a família, passou pela Argentina e chegou a Miami, nos Estados Unidos.
O editorial também menciona uma declaração atribuída a Lula durante a campanha, na qual o presidente teria associado a perda da imunidade parlamentar de Flávio à abertura de investigações. Para o jornal, a fala indicaria que o senador teria sido escolhido previamente como alvo. Essa interpretação é uma avaliação editorial, não uma conclusão judicial.
A publicação critica ainda a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e destaca o voto divergente do ministro Luiz Fux, com questionamentos sobre competência do STF, provas e devido processo legal.
Ao final, o jornal alerta para a possibilidade de novas indicações de Lula ao Supremo e atribui ao Senado a responsabilidade de defender a independência do Judiciário e o equilíbrio entre os Poderes.
Apresentado durante um dos principais eventos do cooperativismo na América Latina, o Sistema Integrado de Cooperativas aposta na tecnologia para simplificar processos, reduzir a burocracia e ampliar a eficiência operacional do setor.
O SIC – Sistema Integrado de Cooperativas foi apresentado durante o WCM 2026, realizado em Belo Horizonte (MG), um dos principais eventos de liderança, gestão e estratégia do cooperativismo na América Latina. Desenvolvida para atender às necessidades operacionais das cooperativas, a plataforma reúne soluções tecnológicas que buscam modernizar a gestão, automatizar processos e simplificar as rotinas administrativas do setor.
A iniciativa, fomentada pela Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Educação (Coopedu), ganhou destaque durante o Cooptech Summit, com a participação do presidente da cooperativa, Alexandre Soares Gomes, que apresentou o SIC como uma solução desenvolvida a partir da experiência prática e do conhecimento sobre os desafios enfrentados diariamente pelas cooperativas.
“O SIC nasce com o propósito de proporcionar mais eficiência operacional às cooperativas, modernizando processos e simplificando rotinas que ainda dependem de muito trabalho manual. É uma tecnologia desenvolvida por quem conhece de perto os desafios do cooperativismo e entende que a inovação precisa resolver problemas reais do dia a dia”, destacou Alexandre.
A plataforma integra funcionalidades essenciais à administração das cooperativas, como gestão de cooperados, contratos, folha de pagamento, emissão de notas fiscais, pagamentos e automatização de obrigações trabalhistas e fiscais, incluindo o envio de informações ao eSocial.
Com a proposta de centralizar essas operações em um único ambiente, o SIC busca reduzir a dependência de planilhas, sistemas isolados e processos manuais, diminuindo o retrabalho, a duplicidade de informações e os riscos de erros operacionais. A integração entre as funcionalidades também permite maior controle, rastreabilidade e agilidade na execução das atividades administrativas.
Além da apresentação no palco, o SIC contou com um espaço de demonstração no evento, em um estande realizado em parceria com o Sistema OCERN, reforçando o apoio institucional à iniciativa e sua conexão com as necessidades do cooperativismo.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) emitiu uma orientação expressa a ministros e auxiliares para que evitem subir o tom de declarações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil. A ordem na gestão petista é conter potenciais desgastes e tratar o episódio do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos estritamente como uma pendência a ser resolvida no âmbito do Judiciário.
A estratégia busca afastar o Palácio do Planalto da controvérsia e neutralizar o discurso de aliados do clã Bolsonaro, que tentam construir uma narrativa de que a família estaria sofrendo perseguição política por parte do atual governo brasileiro. O alinhamento oficial prevê reforçar publicamente que os desdobramentos sobre a situação de Flávio cabem exclusivamente às instâncias da Justiça e ao trabalho de investigação da Polícia Federal (PF).
A diretriz de recuo teria sido transmitida pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira.
Mudança de tom após fala de Lula
O movimento para esfriar a crise ocorre logo após declarações do próprio presidente Lula criticando a conduta do adversário político. Durante a celebração de seu aniversário de 81 anos no Palácio da Alvorada, o petista classificou a ida do senador para o exterior após o resultado das urnas como “vergonhosa” e afirmou que a família Bolsonaro “lambe botas” do governo americano.
Uma jovem de 16 anos formalizou uma denúncia de estupro contra o rapper Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido nacionalmente como MC Poze do Rodo. O registro do boletim de ocorrência foi feito nesta quarta-feira (28), na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), que já instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso.
Segundo o depoimento da adolescente, o abuso teria ocorrido no final de setembro, no interior da residência do artista, no Rio de Janeiro. A vítima relatou às autoridades que estava vulnerável e sob o efeito de substâncias entorpecentes que teriam sido fornecidas pelo próprio cantor.
Condições ignoradas e alegação de ameaças
A advogada criminalista Daiana Andrade, que representa a adolescente, detalhou que a jovem havia condicionado expressamente qualquer ato sexual ao uso de preservativo, exigência que foi descumprida pelo músico. Ainda segundo a defesa da vítima, após o ato, a menor teria sido submetida a ameaças e pressionada a ingerir medicamentos.
“Consentimento não se presume. Quando a mulher impõe uma condição e ela é ignorada, não há consentimento. Fama não é salvo-conduto”, declarou a advogada da jovem.
Até o momento da publicação, a reportagem não conseguiu contato com a equipe jurídica de MC Poze do Rodo para obter o posicionamento oficial do cantor. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações e esclarecimentos da defesa.
Em meio ao aumento da tensão entre Brasil e Estados Unidos provocada pela ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o território norte-americano após ser derrotado no segundo turno das eleições presidenciais por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) defendem uma postura de cautela. A orientação do governo brasileiro é tratar o caso exclusivamente no âmbito judicial e evitar a politização do tema nas relações com Washington.
Flávio Bolsonaro desembarcou nos EUA na última quarta-feira (28), em descumprimento direto a uma medida cautelar emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ordem de retenção do passaporte e a proibição de deixar o país haviam sido impostas a pedido da Polícia Federal (PF), que alertou para o risco iminente de fuga do parlamentar, investigado em inquéritos sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Aceno de Trump e reação contida do Itamaraty
A entrada e permanência do senador e de sua família em solo americano foram viabilizadas após o Departamento de Estado dos EUA conceder os vistos necessários. O gesto do governo Donald Trump é visto como uma sinalização de apoio político à família do ex-presidente Jair Bolsonaro, que já conta com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro no país.
Apesar da sensibilidade política do episódio, diplomatas brasileiros ouvidos reservadamente afirmam que o Itamaraty não pretende intervir formalmente no assunto neste momento. A avaliação das fontes diplomáticas é de que a situação de Flávio Bolsonaro é de “alçada exclusiva do Poder Judiciário”, esfera na qual o Poder Executivo e a diplomacia não devem interferir, repetindo o protocolo aplicado a outros cidadãos brasileiros considerados foragidos pela Justiça.
Esse posicionamento alinha-se ao histórico recente envolvendo o próprio Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado, radicado nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado após abandonar seu mandato na Câmara, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão por coação no curso do processo, acusado de articular a aplicação de sanções e tarifas econômicas por autoridades americanas contra o Brasil.
O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu nesta quarta-feira (28) a possibilidade de disputar a Presidência da República nas eleições de 2030. Em entrevista ao jornal Estadão, o chefe do Executivo paulista condicionou o projeto nacional ao desempenho de sua segunda gestão no estado, ressaltando que qualquer definição dependerá de articulação política.
“Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”, afirmou Tarcísio.
Apesar de sinalizar a ambição futura, o governador enfatizou que a prioridade imediata é a administração paulista. Para o novo mandato, ele destacou como metas centrais a conclusão de obras de infraestrutura, a ampliação do alcance social nas periferias e reforços prioritários nas áreas de saúde e segurança pública.
Críticas à gestão econômica e cobrança por ajuste fiscal
No campo nacional, Tarcísio direcionou fortes críticas à condução econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para o quarto mandato presidencial. O governador previu desafios severos para o governo federal e cobrou a implementação urgente de reajustes fiscais, questionando a viabilidade do cumprimento das promessas sociais feitas na campanha diante do orçamento comprometido.
“Você tem uma quantidade de gastos contratados enorme. De onde você vai tirar? E quem tem que responder isso é o próprio governo do PT. Qual é o ajuste que eles estão fazendo? Porque hoje a gente vive um cenário de incoerência fiscal”, questionou.
Reorganização da oposição e projeção nacional
O posicionamento de Tarcísio ocorre em meio à reorganização das forças conservadoras no país. Diante do afastamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) do cenário nacional após sua ida aos Estados Unidos, o governador de São Paulo passou a intensificar um discurso de alcance nacional. Tarcísio busca se consolidar como a principal voz de convergência da oposição ao governo Lula, ancorando sua plataforma na defesa da responsabilidade fiscal e na eficiência de gestão.
ESSE LIXO SEMPRE FOI O CANDIDATO DO SISTEMA O CANDIDATO DE ALEXANDRE DE MORAES MAS JAIR BOLSONARO PERCEBEU A TEMPO QUE ESSE LIXO É UM JUDAS E ESCOLHEU FLÁVIO.
SÓ EXISTE DIREITA BOLSONARISTA ENTÃO FOI ÓTIMO A MÁSCARA DESSE LIXO CAIR AGORA
Eu não classificaria o Flavio como covarde pelo histórico das decisões do STF fica muito claro que se ele ficasse aqui seria perseguido e preso sem sanches de defesa assim como foi o pai. Todos da direita serão perseguidos, foi assim na Venezuela e é assim em todos os países autoritários
Vamos nos permitir, vamos aproveitar mais quatro anos de PT e todo o combo que trás consigo. Aguarde os preços. Quando vc fizer a próxima feira guarde a nota fiscal e compare com a do fim de 2027, aí a gente vai ter a noção do que tem a comemorar.
O que Flávio vez não foi bonito, mas ficar aqui com a certeza que seria perseguido e preso pelo sistema sem ter direito o devido processo legal, assim como foi o Jair, qualquer um no lugar dele faria o mesmo até quem agora o está criticando
Não vai não. A direita livre brasileira quer carluxo ou Jair Renan
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou, nas alegações finais do processo protocoladas na última quarta-feira (21), um pedido de condenação contra o empresário e influenciador digital Renato Cariani. Ele é acusado de envolvimento em um esquema de tráfico de insumos químicos destinados à fabricação de drogas, além de associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
De acordo com as investigações, o grupo é acusado de desviar mais de 12 toneladas de produtos controlados, como lidocaína, fenacetina e ácido bórico para abastecer o narcotráfico na produção e adulteração de substâncias como cocaína e crack. Além de Cariani, o MP requereu a condenação de Fábio Spínola Mota e Rodrigo Gomes Pereira pelo envolvimento no esquema e na ocultação de capitais. O influenciador, que responde ao processo em liberdade, nega todas as acusações.
O funcionamento do esquema e notas frias
A acusação aponta que empresas sediadas em Diadema (Grande São Paulo), identificadas como Anidrol Produtos para Laboratórios, Quimietest e Anid Labor, serviam de fachada para o desvio dos produtos químicos. Para ocultar a rota das substâncias, o esquema utilizava notas fiscais falsas emitidas em nome de grandes farmacêuticas e indústrias, a exemplo de AstraZeneca, LBS Laborasa e Cloroquímica — companhias que negaram qualquer vínculo com as transações.
O MPSP também rastreou a movimentação superior a R$ 2,4 milhões em operações suspeitas de lavagem de dinheiro. Intermediários eram encarregados de realizar depósitos em espécie nas contas da Anidrol simulando pagamentos das farmacêuticas. Além disso, mensagens recuperadas do celular de Cariani indicam que ele tentou interferir nas investigações policiais ao manter contato com um investigador para monitorar inquéritos e barrar o avanço das apurações.
Por falta de provas materiais suficientes de participação consciente, o Ministério Público pediu a absolvição de outras duas investigadas: Roseli Dorth, sócia da Anidrol, e Andreia Domingues Ferreira, esposa de Fábio Spínola.
O que diz a defesa
Em sua manifestação nos autos, Renato Cariani nega veementemente qualquer participação nos crimes e sustenta que a Anidrol foi vítima de uma fraude perpetrada por ex-funcionários, que teriam se valido da estrutura corporativa para praticar ilícitos sem o aval dos sócios. A defesa argumenta ainda que o caso se baseia em uma fração mínima das operações da empresa, focando em cerca de 60 notas fiscais em meio a um universo de mais de 85 mil documentos emitidos no período.
Os demais réus também rejeitam as acusações. Rodrigo Gomes Pereira declarou que atuava em uma loja de veículos pertencente a Fábio Spínola e que apenas realizava depósitos bancários seguindo ordens do empregador, sem conhecimento sobre a origem ou a finalidade ilícita dos valores.
Com o pedido de condenação apresentado pelos promotores, a juíza Andrea Coppola Brião determinou, no domingo (25), um prazo comum de 30 dias para que as defesas apresentem suas alegações finais. O processo tramita na 3ª Vara Criminal de Diadema, após Cariani ser indiciado pela Polícia Federal em dezembro de 2023 e se tornar réu em fevereiro de 2024. As defesas dos envolvidos não foram localizadas para comentar a decisão.
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