![]() |
Reportagem do Correio Braziliense desta quinta-feira mostra que a situação é grave, muito GRAVE.
Este blog vem estacando isso mês a mês, mais alguns insistiam em dizer que não passava de um momento ruim, que era pessimismo do blogueiro, e em comentários em alguns posts, leitores diziam que não entendiamos de nada e que parasse de fazer terrorismo.
O Brasil em praticamente todos os índices, vai despencando, mais enquanto isso a Presidente só se preocupa em fazer política, vamos ver onde vai parar. Segue reportagem:
Não há pacote do governo que consiga tirar a indústria brasileira do atoleiro. Dados divulgados ontem pelos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a produção nas fábricas registrou, em maio, o terceiro tombo seguido. Em relação a abril, o recuo foi de 0,6%. Ante maio de 2013, retrocedeu 3,2%. A contração foi generalizada, puxada, sobretudo, pelo menor ritmo na fabricação de carros. No acumulado do ano, a indústria já caiu 1,6%. Diante desse quadro, ficaram mais fortes os indícios de que o Brasil registrou queda no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano.
“A indústria caminha com dificuldade. Isso não é específico de um setor, nem algo deste momento. É um movimento que começou em outubro do ano passado”, afirmou o economista André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE. Os dados frustrantes vieram em linha com as expectativas de mercado. E justificam o fato de a confiança dos empresários estarem no menor nível desde 2009, quando o Brasil mergulhou na recessão.
Embora a deterioração da indústria já esteja no radar dos investidores há meses, há motivos crescentes para preocupação. “Um problema adicional nos resultados negativos de maio é que o movimento de retração nas fábricas foi disseminado. Atingiu 15 setores dos 24 analisados pelo IBGE, um número superior ao da última pesquisa”, notou o economista Rafael Bacciotti, da Consultoria Tendências.
O ciclo de quedas está longe do fim, apontam analistas. “Para junho, esperamos nova retração na produção industrial”, afirmou o economista Rodrigo Miyamoto, do Itaú Unibanco. “Os estoques na indústria voltaram a aumentar e indicam uma menor produção à frente. Dados de consumo de energia também apontam para queda. Finalmente, há o impacto negativo sobre as horas trabalhadas relacionado à Copa do Mundo”, apontou.
A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.
Nada, mais uma vez, nada se compara ao desastre econômico dos anos 90. Crescemos pouco mas crescemos, sem falar no índice de desemprego muito, mas muito menor que nos anos 90 onde vários país de família nao tinham empregos!
Logo aparecerá a turma do PT fazendo alegações e "desmentindo" o que é fato.
Vivemos o "faz de conta" da conveniência política, situação implantada e feita como regra pelo PT a partir de 2002.
Aliás, segundo alguns PeTistas de carteirinha, em prol da seita, o Brasil passou a existir a partir de 2002.
Como sempre a turma do PT fala muito, promete muito, mente muito, mas os resultados sempre são aquém das expectativas geradas.
Trata-se de uma gestão muito ineficiente, com pessoas incompetentes.
Mais uma administração PTista e o Brasil quebra.