Uma estratégia aproxima os países que deixaram a rabeira da educação para estrelar no topo dos rankings de ensino: todos formularam um plano de longo prazo para avançar, com metas claras e realistas, e se aferraram a elas com louvável disciplina. Nesse sentido, a existência do Plano Nacional de Educação (PNE) é uma iniciativa a celebrar no Brasil. Veio com atraso, mas veio. Reportagem da VEJA mostra que o PNE pode ser bonito de ver, mas se desgarra da realidade. Um dos principais problemas é a meta de chegar à fatia de 10% do PIB brasileiro, o dobro da porção de hoje, batendo a campeã Noruega, que canaliza 7,3% para o ensino.
O número atual já é suficientemente espantoso em um país vergado pela crise econômica. Mas tem mais: um estudo inédito elaborado pelo IDados, braço de análises do Instituto Alfa e Beto, refez as projeções de custo do PNE e concluiu que, em 2024, a educação sugaria, na verdade, 13% do PIB.
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Foto: Felipe Sampaio/STF
Gasta-se muito com universidades públicas prá formar verdadeiros "analfabetos funcionais". Enquanto isso, o ensino básico está à mingua, com escolas sucateadas e professores com formação muitas vezes inadequada. As prioridades na educação do Brasil estão invertidas mas o ministro Mendonça não consegue mudar essa situação devido às pressões dessas caríssimas universidades públicas, que se transformaram em covis de esquerdistas, que as usam como agências de viagens e cabides de empregos. Pouquíssima produção científica e greves infindáveis são os resultados obtidos diante de seu alto custo.
Educação "sugaria" 13% do PIB? Se esquece de avaliar quanto retornaria em crescimento a longo prazo com aumento de investimentos no setor e de que esses países tem um sistema focado nos estudantes e nos profissionais da educação! Estilo Veja de fazer jornalismo: sensasionalista e não confiavel!
Dinheiro pra educacao?? deve ter muito. Mas é mal gerido, so serve pra politicagem, cabide de emprego e peleguismo. Aluno é manipulado pela doutrinacao. Estado pobres investem em Universidades ricas e esquecem suas obrigacoes constitucionais com o ensino fundamental, depois criam cotas pra facilitar o ingresso pra terem um pedaço de papel que indica incompetencia educacional.
Perfeito comentário, amigo. Gasta-se muito com universidades públicas prá formar verdadeiros "analfabetos funcionais". Enquanto isso, o ensino básico está à mingua, com escolas sucateadas e professores com formação muitas vezes inadequada. As prioridades na educação do Brasil estão invertidas mas o ministro Mendonça não consegue inverter a situação devido às pressões dessas caríssimas universidades públicas, que se transformaram em covis de esquerdistas, que as usam como agência de viagens e cabide de empregos. Pouquíssima produção científica e greves infindáveis são o resultado de seu alto custo.
E agora Mendoncinha?
A veja não e imparcial