
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse a jornalistas neste sábado, 8, que é difícil prever um cronograma de apresentação do relatório de reforma da Previdência na comissão especial, já que depende de seu relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).
“É sempre difícil falar em cronograma, porque toda vez que ele é frustrado tem uma ansiedade em torno dele. E na verdade o responsável pela apresentação é o próprio relator, com quem a liderança do governo na Câmara tem mantido uma excelente relação”, disse o líder do governo na Casa.
Major Vitor Hugo esteve reunido com o presidente Jair Bolsonaro por cerca de uma hora no Palácio da Alvorada, uma das residências oficiais da Presidência. “Fiz essa solicitação para o presidente da República neste sábado para fazer uma conversa de fechamento sobre o que foi a semana nesse sentido e também traçar os prognósticos para a semana que vem.”
“Nossa intenção é que a gente consiga, o mais rápido possível, mas superando, se há reunião dos governadores na terça, talvez um bom momento fosse após a reunião para ver se a partir desse encontro o relatório pode evoluir para um lado ou para outro”, disse.
Major Vitor Hugo afirmou ainda que o governo não tem um número exato de votos de deputados favoráveis à proposta, mas que a avaliação é de que vem aumentando a aceitação dos parlamentares. “O que a gente consegue sentir já é vários partidos declarando apoio à proposta de reforma da Previdência, vários deputados se manifestando nas redes sociais, levantamentos da imprensa e manifestações dos técnicos e da própria sociedade. Existe um clima muito favorável.”
O líder do governo na Câmara também disse que não há nenhum ponto no relatório que cause preocupação ao governo. “O Parlamento é soberano para decidir da melhor forma possível e tenho certeza que os aperfeiçoamentos que os 513 deputados e 81 senadores têm a fazer ao texto vão prover a sociedade brasileira de uma Previdência que será mais sustentável, justa e equilibrada para os nossos filhos e netos.”
Major Vitor Hugo disse ainda que há uma preocupação do governo com o PLN 4, que autoriza o governo a obter crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para saldar despesas correntes. “Foi passado só a ideia de que temos que aprovar isso para que o governo consiga honrar compromissos importantes, como o pagamento do BPC, a questão do plano Safra que vai impactar a população brasileira como um todo. Mas temos certeza de que o Parlamento vai aprovar as matérias de interesse, não só do governo, mas do País.”
Estadão Conteúdo
Isso mesmo, Roney. Teclar é muito comodo. Advinha quem vai fazer a segurança de Robert e sua família se a PM entrar em greve? Só quem nunca serviu em uma Força Armada se atreve a falar sobre o que não conhece. Militar não faz greve, mas fez juramento de dar a vida pela Pátria. É preciso que os senhores entendam que a verdadeira justiça consiste em tratar com desigualdade os desiguais
Seria interessante. Mas, antes de incluí-los, deveriam garantir FGTS (fundo de garantia por tempo de serviço), adicional insalubridade, adicional noturno, adicional periculosidade, direito a greve, hora extra, direito à sindicalização e participação em atividades políticas. Pois, nada disso os militares tem direito. Antes de falarem bobagem e demonstrarem TOTAL desconhecimento de causa, estudem, procurem se informar para depois opinarem com justiça, e não saírem replicando um discurso de tapir por aí.
E FATÃO ASSINOU OU NÃO A CARTA COM OS GOVERNADORES A FAVOR DA REFORMA?
Os Militares estão felizes defendendo a reforma da previdência maravilhosa do governo Bozonaro.
Só não entendo pirque eles não estão nela.
"Pimenta nos olhos dos outros é refresco", né não?
Pois é, nessa brincadeirinha uma grande maioria vai se ferrar, enquanto que uma minoria que ja é beneficiada vai melhorar mais ainda. Politicos, o judiciário os militares e Outros espertalhoes vao ficar rindo do povao, bando de F….D…P……
Seria interessante. Mas, antes de incluí-los, deveriam garantir FGTS (fundo de garantia por tempo de serviço), adicional insalubridade, adicional noturno, adicional periculosidade, direito a greve, hora extra, direito à sindicalização e participação em atividades políticas. Pois, nada disso os militares tem direito. Antes de falarem bobagem e demonstrarem TOTAL desconhecimento de causa, estudem, procurem se informar para depois opinarem com justiça, e não saírem replicando um discurso de tapir por aí.
Convido o senhor a ler novamente o que diz respeito aos militares, na reforma da previdência.
“O pior analfabeto político é aquele bitolado que quanto pior melhor”