E tem gente dizendo que anda tudo mil maravilhas e que a crise não existe.
A ANP(Agência Nacional de Petróleo), divulgou que desde 2007 não se registrava queda na venda de gasolina no RN, em 2015, foram vendidos 7,5 milhões de litros menos do que em 2014.
Mais a queda mesmo foi sentida em Janeiro deste ano, os postos tiveram uma queda de quase 11% nas vendas referente a Janeiro de 2015.
Aumento do produto pela Petrobras e diminuição de carros rodando e sendo vendidos, não se podia esperar outro cenário.
é muito simples: OS POSTOS PAREM DE GANHAR MAIS DO QUE DEVEM , parem com esse cartel RIDÍCULO e vendam a gasolina por um preço justo que todo mundo abastece
O governador Robinson era pra ter feito como o querosene de aviação. Baixar a alíquota e ensentiva o consumo. Carro rodando gera imposto, na garagem não. O RN não só ganharia com a venda do combustível, mas de tudo, pneus e peças de reposição.
Considerando que o preço do barril do petróleo era US$ 100. em 2008 e agora baixou para US$ 30. e nossa gasolina sobe toda semana, fica PROVADO que falta SERIEDADE na ADMINISTRAÇÃO.
Considerando que o preço da gasolina vem SUBINDO nos postos do BRASIL, mas a MESMA GASOLINA é EXPORTADA pela METADE DO PREÇO aos países da América Latina, fica PROVADO que falta SERIEDADE na ADMINISTRAÇÃO.
Então vamos falar da realidade ou ficar fazendo ameaças baseadas em mentiras?
Gregório é daqueles que gosta de se enganar. A BR produz uma das gasolinas mais baratas do mundo mas quando ela sai da refinaria recebe quase 50% de imposto, ficando quase 30% apenas com o estado através do icms. Outro detalhe importante é a informação errado dele que em 2008 o petróleo chegou a US$100! Mentira! O Brent chegou a US$140 e o governo nao repassou esse preço para a bomba! Será que ele veio aqui elogiar o governo por isso? Óbvio que não, pois é mais um hipócrita tão comum nesses últimos tempos. O Governo e a BR sempre deixou claro que a política de preços da gasolina nao seguiria a variação do brent no mercado internacional (em altas internacionais a BR nao aumentaria como tb nas baixas). Os últimos aumentos foram por causa do retorno da CIDE, imposto criado pelo FHC lá atrás.
O blogueiro tb na sanha de detonar o governo e a maior empresa do país, coloca a culpa do último aumento nos dois mas "esquece" q esse aumento foi causado pela mudança da alíquota do icms, imposto estadual.
Quem diria q em 2013, qdo a população foi à rua contra atitudes tomadas pelos governantes, e alguns motoristas reivindicaram por uma gasolina menos cara (o preço havia sido reajustado a R$ 2,85), esses mesmos motoristas estariam abastecendo a mais de R$ 1,00 por litro do mesmo combustível.??!!!
Todos silentes, aceitando o governo federal abocanhando mais de R$ 2,00 por cada litro de gasolina q abastecemos, sejam em impostos diluídos no seu preço, seja em lucro altíssimo q a Petrobras hora ganha!!!
Mais um mentiroso.
29% do preço da gasolina fica o gov do Estado através do ICMS (R$1,13 – com preço a R$ 3,93/litro)
16% Distribuidora e revenda (R$ 0,62 – Com preço a R$3,93/Litro)
15% Custo do Etanol (R$ 0,58 /Litro/Preço a R$3,93)
10% Impostos federais (CIDE e PIS/PASEP e COFINS – R$ 0,39/Litro com preço a R$3,93)
31% Realização da BR (R$ 1,22/litro com preço a R$3,93)
BG.
Enquanto no mercado iNTERNACIONAL o barril de petroleo está em queda livre, aqui para salvar a Petrobrás dos ladrões do pt o CIDADÃO está pagando a conta, Privatização já e abertura ao mercado internacional para vender os derivados no Brasil a preços justos. Chega de pagarmos a conta da Petrobrás. Por falar nisso por onde anda os petroleiros e seus sindicatos que não dão um PIO com essa pAtIFARIA que foi implantada na empresa????????????????????????
Cidadão, o mercado brasileiro já é aberto. Qualquer empresa pode abrir uma refinaria e vender sua gasolina como queira. Liga pra lá e pergunta pq elas nao abrem.
Vc elogiou a BR quando em 2008 com o petróleo a US$140 o barril ela nao aumentou o preço na bomba?
Aperte o 13 PT e receba a desgraca …inflação ,desemprego ,falta de saúde !!!!
Situação pior no nosso estado que tem a maior alíquota de ICMS do Brasil ( 29% ) desde Janeiro,em cada litro de gasolina fica para os cofres do estado R$ 1,13 ,encarecendo o preço e diminuindo o consumo.
Exato Larissa, mas para o blogueiro essa informação não vem ao caso.
Esses governo são burros como alguns empresários são burros, em época de crise aumentar imposto significa aumentar preços e diminuir o consumo q por conseguinte diminuiu a receita.
A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).
O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.
Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.
O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.
Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.
O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.
Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.
O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.
Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.
Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?
Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.
Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.
Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.
A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.
O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.
A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).
O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.
Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.
A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.
A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.
A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).
Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.
“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.
Pesquisas
A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.
A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.
O ministro Gilmar Mendes determinou que Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, participe do debate da TV Globo nesta quinta-feira (1º). A decisão contraria entendimentos anteriores de Kassio Nunes Marques (presidente do Tribunal Superior Eleitoral) e da ministra Cármen Lúcia (STF).
Gilmar atendeu a uma ação apresentada pelo Solidariedade, que alegou risco de prejuízo irreparável ao candidato e aos eleitores. “Nenhuma decisão futura devolverá ao candidato a participação nem ao eleitor a possibilidade de ouvi-lo em confronto com os demais”, afirmou o ministro.
A Globo havia estabelecido a participação de candidatos ligados a partidos com pelo menos cinco deputados federais. O Missão possui apenas um parlamentar na Câmara, Kim Kataguiri (SP).
Kassio Nunes Marques havia entendido que a emissora não era obrigada a convidar Renan. Cármen Lúcia, por sua vez, considerou inadequado o instrumento jurídico usado pela campanha e apontou que o caso deveria ser analisado pela Justiça Eleitoral.
Renan marcou 3% na pesquisa Quaest mais recente. A ausência de Lula (PT), que decidiu não comparecer ao debate, também abriu espaço para a inclusão do candidato do Missão pelas regras definidas pela emissora.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciou, na noite desta quinta-feira (1º), que não participará do debate da TV Globo, marcado para as 21h30. A decisão foi tomada horas depois de uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também decidiu não participar do confronto.
“Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas. Em breve mais detalhes”, escreveu Flávio no X.
A decisão do candidato ocorre após a ministra Estela Aranha determinar, em caráter liminar, que a Globo não poderia destacar a cadeira vazia destinada a Lula nem permitir que os candidatos presentes dirigissem perguntas ao presidente ausente. A decisão atendeu a um pedido apresentado pela coligação de Lula.
A presença de Flávio no debate estava confirmada. Segundo informações divulgadas antes da desistência, a estratégia de sua campanha incluía explorar a ausência de Lula e fazer referências ao púlpito vazio durante o programa. A ideia era utilizar a ausência do petista como um dos principais pontos de confronto.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra uma disputa apertada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nos dois cenários da eleição presidencial.
No primeiro turno, Lula aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. A diferença de quatro pontos está no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, configurando empate técnico.
Em um eventual segundo turno, o cenário continua indefinido. Lula registra 48% e Flávio, 45%. Brancos e nulos somam 7%, enquanto 1% não soube responder. Os dois também estão tecnicamente empatados.
O levantamento ouviu presencialmente 2.506 eleitores entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08039/2026.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a TV Globo não exiba a cadeira vazia reservada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate entre os candidatos à Presidência marcado para esta quinta-feira (1º).
A decisão foi tomada pela ministra Estela Aranha após pedido apresentado pelo próprio PT. Lula foi convidado pela emissora, mas decidiu não participar do debate. No mesmo horário, o presidente concederá entrevista ao podcast Flow.
Na decisão liminar, a ministra determinou que a Globo suspenda a regra que previa a exibição destacada da cadeira destinada ao candidato ausente. A emissora também fica impedida de formular perguntas direcionadas a Lula durante o debate.
Em caso de descumprimento, a emissora poderá ser multada. O valor da eventual multa ainda será definido.
Estão confirmados no debate Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
é muito simples: OS POSTOS PAREM DE GANHAR MAIS DO QUE DEVEM , parem com esse cartel RIDÍCULO e vendam a gasolina por um preço justo que todo mundo abastece
O governador Robinson era pra ter feito como o querosene de aviação. Baixar a alíquota e ensentiva o consumo. Carro rodando gera imposto, na garagem não. O RN não só ganharia com a venda do combustível, mas de tudo, pneus e peças de reposição.
Vocês verão o que é gasolina realmente cara se a Petrobras perder o pré-sal. Aí, eu vou rir da cara de vocês.
Considerando que o preço do barril do petróleo era US$ 100. em 2008 e agora baixou para US$ 30. e nossa gasolina sobe toda semana, fica PROVADO que falta SERIEDADE na ADMINISTRAÇÃO.
Considerando que o preço da gasolina vem SUBINDO nos postos do BRASIL, mas a MESMA GASOLINA é EXPORTADA pela METADE DO PREÇO aos países da América Latina, fica PROVADO que falta SERIEDADE na ADMINISTRAÇÃO.
Então vamos falar da realidade ou ficar fazendo ameaças baseadas em mentiras?
Gregório é daqueles que gosta de se enganar. A BR produz uma das gasolinas mais baratas do mundo mas quando ela sai da refinaria recebe quase 50% de imposto, ficando quase 30% apenas com o estado através do icms. Outro detalhe importante é a informação errado dele que em 2008 o petróleo chegou a US$100! Mentira! O Brent chegou a US$140 e o governo nao repassou esse preço para a bomba! Será que ele veio aqui elogiar o governo por isso? Óbvio que não, pois é mais um hipócrita tão comum nesses últimos tempos. O Governo e a BR sempre deixou claro que a política de preços da gasolina nao seguiria a variação do brent no mercado internacional (em altas internacionais a BR nao aumentaria como tb nas baixas). Os últimos aumentos foram por causa do retorno da CIDE, imposto criado pelo FHC lá atrás.
O blogueiro tb na sanha de detonar o governo e a maior empresa do país, coloca a culpa do último aumento nos dois mas "esquece" q esse aumento foi causado pela mudança da alíquota do icms, imposto estadual.
Quem diria q em 2013, qdo a população foi à rua contra atitudes tomadas pelos governantes, e alguns motoristas reivindicaram por uma gasolina menos cara (o preço havia sido reajustado a R$ 2,85), esses mesmos motoristas estariam abastecendo a mais de R$ 1,00 por litro do mesmo combustível.??!!!
Todos silentes, aceitando o governo federal abocanhando mais de R$ 2,00 por cada litro de gasolina q abastecemos, sejam em impostos diluídos no seu preço, seja em lucro altíssimo q a Petrobras hora ganha!!!
Mais um mentiroso.
29% do preço da gasolina fica o gov do Estado através do ICMS (R$1,13 – com preço a R$ 3,93/litro)
16% Distribuidora e revenda (R$ 0,62 – Com preço a R$3,93/Litro)
15% Custo do Etanol (R$ 0,58 /Litro/Preço a R$3,93)
10% Impostos federais (CIDE e PIS/PASEP e COFINS – R$ 0,39/Litro com preço a R$3,93)
31% Realização da BR (R$ 1,22/litro com preço a R$3,93)
BG.
Enquanto no mercado iNTERNACIONAL o barril de petroleo está em queda livre, aqui para salvar a Petrobrás dos ladrões do pt o CIDADÃO está pagando a conta, Privatização já e abertura ao mercado internacional para vender os derivados no Brasil a preços justos. Chega de pagarmos a conta da Petrobrás. Por falar nisso por onde anda os petroleiros e seus sindicatos que não dão um PIO com essa pAtIFARIA que foi implantada na empresa????????????????????????
Cidadão, o mercado brasileiro já é aberto. Qualquer empresa pode abrir uma refinaria e vender sua gasolina como queira. Liga pra lá e pergunta pq elas nao abrem.
Vc elogiou a BR quando em 2008 com o petróleo a US$140 o barril ela nao aumentou o preço na bomba?
Aperte o 13 PT e receba a desgraca …inflação ,desemprego ,falta de saúde !!!!
Situação pior no nosso estado que tem a maior alíquota de ICMS do Brasil ( 29% ) desde Janeiro,em cada litro de gasolina fica para os cofres do estado R$ 1,13 ,encarecendo o preço e diminuindo o consumo.
Exato Larissa, mas para o blogueiro essa informação não vem ao caso.
Esses governo são burros como alguns empresários são burros, em época de crise aumentar imposto significa aumentar preços e diminuir o consumo q por conseguinte diminuiu a receita.