Vendas de cimento disparam no ano provocada por consumo residencial. Preços também

As vendas de cimento em julho repetiram o excelente desempenho de junho: alcançaram 5,9 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 19% em relação a julho de 2019, de acordo com dados do Sindicato Nacional das Indústrias do Cimento.

No acumulado do ano (de janeiro a julho), as vendas cresceram 6,5% ante o mesmo período do ano passado.

O resultado excelente é uma consequência direta da pandemia: 80% das vendas foram para a chamada ‘autoconstrução’ residencial e comercial e a continuidade de obras do setor imobiliário. Ou seja, as pessoas na quarentena aproveiraram para reformar suas casas, escritórios e pontos comerciais.

Já o percentual de cimento vendido para grandes obras estruturantes (e geradoras de emprego) foi mínimo.

O preço também disparou, tem cidades que o preço chegou a aumentar 40%.

Com informações de Lauro Jardim

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Empresários são cruéis , no início da pandemia , queijo mussarela custava R$ 17,00 o Kg, tá R$ 33,00, feijão custava R$ 4,00, tá custando R$ 12,00.

  2. Minha Opinião disse:

    Não é só o cimento que aumentou de preço, foram vários materiais de construção tb!

  3. Francisco disse:

    Infelizmente está acontecendo com o cimento e o tijolo um tipo de arrumado entre os responsáveis. Cadê a governadora e os deputados pra intervir nessa situação é um absurdo.

  4. JOSE HILTON CARLOS AMARAL disse:

    Bom dia … hoje pela manha conversando com amigo, ele me disse que esta faltando tijolo nas lojas que vendem material de construção, o preço esta nas alturas teve ate $ 980,00/ milheiro … vixe !!!

  5. Leandro disse:

    *Lojas NÃO podem recusar pagamento com cartão de crédito para alguns produtos*

    É exatamente o que está acontecendo em muitas lojas de material de construção em Extremoz em relação a venda do *CIMENTO*.

    A prática viola, claramente, o código do consumidor. Os artigos 39 e 66 são objetivos nesse sentido. Configurando crime contra o consumidor. A prática é passível de prisão e multa.

    Art. 66. _Fazer afirmação falsa ou enganosa_, ou omitir informação relevante sobre a natureza,característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou
    garantia de produtos ou serviços:

    Pena – Detenção de três meses a um ano e multa.

    Procure seus direitos, denuncie!👍🏻

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