
Foto: Luis Robayo/AFP PHOTO
Por G1
A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, Tibisay Lucena, anunciou que a aliança opositora MUD ganhou as eleições legislativas com um total de 99 deputados, contra 46 do chavismo.
Com 96,03% das urnas apuradas na Venezuela, a oposição tem apenas uma maioria simples. Ainda há 22 posições a definir. A oposição precisa de mais uma vaga para obter 3/5 do parlamento e 12 para obter 2/3 das posições no Legislativo. É a primeira vez em 16 anos que a oposição sai vitoriosa no Parlamento, desde que foi criado no ano de 2000 após a dissolução do antigo Congresso.
Esta maioria permite à plataforma opositora, em primeiro termo, designar a junta diretiva da Câmara, que tomará posse em 5 de janeiro de 2016.
Entre outras coisas, poderia também aprovar uma lei de anistia que extinga a responsabilidade penal que pesa sobre vários opositores presos, entre eles o líder de Vontade Popular, Leopoldo López, condenado a quase 14 anos de prisão.
A oposição afirmou que sua vitória nas legislativas com 99 deputados dos 167 cadeiras da nova Assembleia Nacional (AN) representa o “começo da mudança” no país.
“Começou a mudança Venezuela, hoje temos razões para comemorar, o país pedia uma mudança, essa mudança começou hoje”, disse o secretário-executivo da MUD, Jesús Torrealba, após o anúncio do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) dos resultados provisórios com 96,03% dos votos apurados.
Com esta vitória “a agenda da paz reinou, a agenda dos cidadãos se impôs, o voto conseguiu vencer democraticamente um governo que não é democrático”, afirmou o porta-voz da aliança ao fazer a leitura de um comunicado conjunto da plataforma que reúne a maioria dos partidos de oposição.
Torrealba considerou que esta vitória envia uma mensagem ao governo de Nicolás Maduro, porque demonstra que “o povo falou claro, as famílias venezuelanas se cansaram de viver as consequências do fracasso, o povo não tolera nem o mais mínimo desvio dos princípios estabelecidos na constituição”.
Governo
Após o anúncio, o presidente Nicolas Maduro aceitou a derrota eleitoral com “moral e ética” do chavismo em rede nacional. “Olhando para estes resultados a que chegamos com nossa moral, nossa ética, para reconhecer estes resultados adversos, a aceitar e dizer que a nossa Venezuela ganhou a Constituição e a democracia”, disse.
De acordo com Maduro, a Venezuela não tem a mesma fidelidade política, mas, o Governo reconhece os resultados emitidos pelo Poder Eleitoral.
Após parabenizar o povo chavista que foi votar nos candidatos governistas, afirmou que a “guerra econômica” triunfou, que assegura é feita pela oposição e a empresa privada contra seu governo para derrocá-lo, causando a escassez de produtos básicos ou inflando seus preços há dois anos.
“Triunfou a guerra econômica, triunfou uma estratégia para vulnerar a confiança coletiva em um projeto de país, triunfou circunstancialmente, o estado das necessidades criado por uma política de capitalismo selvagem, de esconder os produtos, de encarecê-los, é uma guerra sem comparação, sem igual”, assinalou Maduro.
O presidente venezuelano pediu ao povo chavista para reconhecer “em paz” estes resultados e a repensar “muitos aspectos da política da revolução”, para aperfeiçoá-los e torná-los “mais revolucionários, para torná-los mais efetivos”, porque depois da derrota, deve vir “uma nova etapa da revolução”.
Venezuela voltando para as mãos dos banqueiros, coronéis, oligarquias, mercado e empresários!
O povo, ahhh….ao povo que exploda!
BG
A escoria esquerdopata finalmente vai ser ENXOTADA na Venezuela para o Bem da NAÇÃO VENEZUELENSE e os daqui podem ir se preparando que brevemente estarão fora e alguns deles em presídios de preferencia FEDERAL.
Só faltou charles para dar mais volume aos relinchantes abaixo.
Fernando aprenda a respeitar a opinião oposta
A América do Sul aos poucos vai se livrando dos governos "clientelistas"… Já tivemos a Argentina ,agora foi a Venezuela…logo logo chegará a nossa vez….
A América Latina acordou e viu que o sistema bolivariano é uma retrocesso de 50 anos na política e na governabilidade, até a Venezuela e a Argentina conseguiram andar para frente, só falta o Brasil, não é mesmo PMDB?
A América Latina já sabe que governo de esquerda é sinônimo de mentira, enganação, corrupção, inflação, ditadura e outras centenas de coisas ruins e perversas e que desconstroem uma sociedade de bem.
Mas, não era ditadura? Como é que a oposição vence numa ditadura? Em Arnaldo Lopes?
Breve seremos nós :viva a Venezuela livre!!
Graças a Deus o povo da Venezuela acordou e viu que esse regime chavista não passa de mais uma quadrilha dita de esquerda que tem como único objetivo roubar o dinheiro público e se perpetuar no poder. Algo muito parecido vem afligindo o Brasil há 13 anos. Nós também estamos perto de se livrar do PT e de seus quadrilheiros.