Vídeo: Reprodução/CNN
A frase clássica dos bastidores de Brasília volta a ganhar força: sabe-se como começa uma CPI, mas nunca como termina. A recém-criada CPI do Crime Organizado já iniciou seus trabalhos em meio a forte tensão institucional — e com potencial explosivo.
A informação é do jornalista William Waack, da CNN. Logo na largada, a comissão aprovou convites para que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) compareçam ao colegiado. Entre os nomes estão Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Também foram convidados o atual e o ex-presidente do Banco Central, além de ex-ministros da Fazenda e um ministro do Palácio do Planalto.
Como se tratam de convites — e não convocações — os magistrados não são obrigados a comparecer. Ainda assim, o gesto político elevou o clima em Brasília. Integrantes do Judiciário avaliam que a iniciativa carrega forte simbolismo e pode representar uma tentativa de constrangimento público à Corte.
Banco Master no centro da disputa
Um dos focos da CPI é o escândalo envolvendo o Banco Master, acusado de fraudes e de manter amplo trânsito político em diferentes esferas de poder. A comissão pretende investigar possíveis conexões entre o banqueiro e autoridades públicas.
Segundo a leitura de analistas, o movimento inicial da CPI busca quebrar o sigilo de uma empresa ligada a um dos ministros do STF. Caso avance, a medida pode aprofundar o embate entre Legislativo e Judiciário.
Risco institucional
Nos corredores do Congresso, há dúvidas sobre até onde a comissão estará disposta a ir. Parlamentares reconhecem que o tema envolve interesses sensíveis e figuras influentes. O histórico recente de CPIs que terminaram sem consequências práticas também pesa na avaliação política.
Para o STF, no entanto, o simples fato de ter ministros formalmente convidados já representa um ponto de desgaste. A depender dos próximos passos — como eventuais pedidos de quebra de sigilo ou convocações mais duras — o embate pode ganhar proporções institucionais mais amplas.
Em Brasília, uma coisa é certa: a CPI começou sob forte tensão. E, como diz a máxima da capital, ninguém sabe como vai terminar.
Desocupados, esse povo não tem o que fazer não? Qual é a causa nobre deles? Defendem o que e a quem? Não produzem nada e ainda cruzam os braços em dia de expediente atrapalhando aqueles e as empresas dos que trabalham e sustentam este País.
Eh o mundo todo!!! Kkk. E olhe que queimaram até pneus pra nenhum ônibus sair das garagens hoje cedo….
Eita povo ocupado esses do MST para fazer baderna acorda de madrugada.
Agora para trabalhar nem pensar
Rômulo. kKKKKKKK , com só existisse previdência do INSS.
Jogando encima deles apenas uma única CARTEIRA DE TRABALHO, todos iram correr, igual ao satanás fugindo da cruz.
Acho que o único aqui que não deve trabalhar é você, por não estar preocupado com sua aposentadoria!
kkkk. Romulo, va trabalhar.
São os que defendem o Brasil virar Venezuela, pra receber o bolsa famílias e um barraco do minha casa minha vida, igualzinho aos apoiadores de maduro, e que arrasaram um dos países mais rico em petróleo do mundo.