Imagens: Divulgação/Nikolas Ferreira
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) subiu o tom contra o Governo Federal ao comentar a revogação da chamada “Taxa das Blusinhas”, que taxava compras internacionais de até US$ 50. Ele classificou o recuo do presidente Lula (PT) como um “milagre do ano eleitoral” e acusou a gestão petista de usar a medida como estratégia populista para tentar conquistar votos.
Nikolas relembrou que, no início da implementação do imposto, a narrativa oficial era de que a carga tributária não atingiria o consumidor.
“Lembra que no começo a Janja disse que o imposto era só para a empresa? As compras aumentaram de preço e tiveram que engolir calado porque foi o Lula que fez”, disparou o deputado, destacando o aumento no custo de vida para quem compra em sites estrangeiros.
Para o parlamentar, a revogação em pleno 2026, ano de eleições, não passa de uma manobra política. “Será que ele realmente está preocupado com o Brasil? De forma alguma. Ele está preocupado em ganhar o seu voto, mesmo que isso tenha significado você pagar mais caro durante muito tempo”, afirmou.
Nikolas finalizou o vídeo alertando os eleitores sobre o que chamou de “postura populista” de última hora. A crítica do deputado ecoa entre a oposição no Congresso, que vê no recuo do governo uma tentativa de conter a queda de popularidade do presidente Lula em setores da classe média e entre os jovens consumidores.
Além de ser um bom leitor de livros, me permita dizer assim, meu caro editor, um dos meus hobbys é bater perna pelas rádios desse Brasil, que não deixa de ser uma busca por mais cultura e entender melhor o meu país. Gosto de ver o jeito de falar, os assuntos locais, o que estão tocando, o nível do pessoal, a qualidade da programação e suas vinhetas, etc. etc. E foi assim que nesta quinta, 24 de abril, enquanto lia O Apanhador no Campo de Centeio, pela terceira vez, livro de J.D. Salinger, e que eu recomendo, assistia ao jogo Vitória e JMalucelli, pela rádio Excelsior de Salvador. Eis que deparo, meu nobre editor, com um narrador que é uma cópia de Luiz Penido, da Rádio Globo/Rio. O cidadão imita na maior cara de pau, numa sem-vergonhice deslavada. Sou contra esse tipo de procedimento; o artista ou qualquer profissional deve exercer sua atividade com os recursos que Deus lhe deu. Afinal, toda cópia é pobre e usurpadora. Em Natal há o caso de uma narrador que se apossou de um bordão de um profissional da CBN/Rio, que é o "Que lindo"!". Imita e ao que parece a emissora acha isso "lindo", pois permite que seu profissional venda gato por lebre, use o que é de outro para dar um brilhareco à sua já sofrida atuação. A emissora não pode usar o argumento de que a CBN pertence ao Sistema Globo de Rádio, pois localmente ela pertence a outro grupo. Sou contra e não aceito. Não é justo pegar carona no sucesso de algo que levou tempo para ser construído e conquistado. Quer dizer que eu posso abrir uma rede de lanchonetes e usar o slogan "Amo muito tudo isso", do McDonald's? Claro que não! Isso dá processo e a indenização é dinheiro que não acaba mais. Não importa como você faça, mas faça do seu jeito, de um jeito que é só seu. Como diria Zé Ramalho, em uma de suas canções: "Se não me deves dinheiro, me deves respeito."
A torcida do abc só vive disso? Deveriam cuidar melhor de suas "crias"!
Tive o prazer de vê-lo jogar nas areias da belíssima praia de Touros. Bom garoto. Deus com certeza vai ajudá-lo nessa nova casa. Boa sorte.