A juíza federal substituta Ana Carolina Bartolamei Ramos, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, ordenou na noite desta sexta-feira, 8, a soltura do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil). Mais cedo, a defesa do petista apresentou pedido de liberdade após decisão do Supremo Tribunal Federal revogar a prisão após condenação em segunda instância.
De acordo com a magistrada, como os recursos de Dirceu ainda precisam ser analisados por outras instâncias deixou de existir ‘qualquer outro fundamento fático para o início do cumprimento de pena’, visto que uma antiga decisão de prisão preventiva havia sido suspensa pelo STF em um habeas corpus apresentado pela defesa do petista.
Condenado a trinta anos, nove meses e dez dias de prisão na Lava Jato pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, José Dirceu estava detido desde maio deste ano após o Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4), o Tribunal da Lava Jato, impôr condenação no processo que envolve o recebimento de propinas de R$ 7 milhões em contrato superfaturado da Petrobrás com a empresa Apolo Tubulares, fornecedora de tubos para a estatal, entre os anos de 2009 e 2012.
O caso envolve também o ex-diretor de Serviços da Petrobrás, Renato Duque, que nesta manhã apresentou pedido de soltura à justiça sob o mesmo argumento do petista. Ambos destacam o entendimento do STF que proibiu a execução de pena condenatória enquanto houver possibilidade de recurso.
Estadão Conteúdo
[VÍDEO] Após desgaste com a Unimed, jornalista Rubens Lemos Filho consegue autorização para liberação de medicamento contra o câncer https://t.co/OOhWJ176pg https://t.co/iS7ABTR0x5
Após enfrentar dias de forte desgaste e incerteza, o jornalista Rubens Lemos Filho voltou a usar as redes sociais para anunciar que finalmente conseguiu a liberação do medicamento necessário para o seu tratamento contra o câncer junto a Unimed.
O desfecho favorável veio acompanhado do relato sobre os impactos provocados pelo impasse com a operadora do plano de saúde, que incialmente negou o medicamento. “Hoje fui informado que a Unimed autorizou, liberou o medicamento, e vou começar a fazer o tratamento. Em função do estresse, parece que eu levei uma surra. Estou esgotado física e emocionalmente”, desabafou o jornalista em mensagem aos seguidores.
Mobilização decisiva nas redes sociais e veículos de comunicação
A autorização só foi garantida após uma ampla rede de apoio se formar na internet, com internautas, colegas e leitores cobrando publicamente uma posição da operadora de saúde.
Rubinho fez questão de reconhecer o papel crucial da reação pública na solução do caso: “Quero agradecer a todas as pessoas que se manifestaram aqui na internet, por telefone, por mensagens de whatsapp em solidariedade a mim”, afirmou. O episódio expõe mais uma vez os desafios enfrentados por pacientes para assegurar o cumprimento de coberturas de saúde essenciais mesmo com obrigatoriedade contratual.
Apesar do desempenho vitorioso nas urnas em 2026, o PL enfrenta sérias dificuldades para converter sua força eleitoral em poder político no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, a ampla coalizão costurada pelo atual presidente, Hugo Motta (Republicanos-PB), já desenha sua reeleição e empurra a legenda de Flávio Bolsonaro contra a parede. No Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) adota estratégia semelhante para neutralizar o avanço oposicionista.
A virada política expõe um pragmatismo habitual do Congresso: legendas do Centrão que apoiaram a candidatura de Flávio no segundo turno agora integram o bloco de sustentação a Motta, parlamentar que fez campanha aberta pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e viabilizou pautas do governo petista, como o fim da jornada 6×1 e o aumento do teto de faturamento para MEIs.
Embora o bloco partidário favorável a Flávio tenha elegido 286 deputados contra 124 das legendas aliadas a Lula, a vantagem nas urnas não se desdobrou em apoio automático para o controle da Câmara.
O cerco de Motta
Até o momento, Hugo Motta contabiliza o respaldo de 15 partidos, somando 361 deputados — margem confortável frente aos 257 votos necessários no pleito de 1º de fevereiro de 2027. O PL, por sua vez, garantiu a maior bancada da Casa (121 assentos), mas não possui musculatura suficiente para bancar uma candidatura própria isolada. Caso decida aderir à aliança de Motta, o bloco governista chegaria a 16 siglas e 482 parlamentares.
O impasse na legenda é escolher entre duas saídas: dar apoio formal ao candidato do Republicanos ou liberar a bancada para negociações individuais. A resistência em aderir formalmente é alimentada pela ala bolsonarista do partido, que critica abertamente a proximidade entre Motta e o Palácio do Planalto.
Após mais de duas horas de reunião na sede da sigla, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), informou que a decisão conclusiva foi adiada para o dia 11 de novembro, permitindo que os 32 novos deputados eleitos pela legenda também participem da escolha.
Cálculo dos danos e risco de perda de espaços
A preocupação de líderes do PL, como o presidente da sigla Valdemar Costa Neto, reside nas consequências diretas do isolamento partidário. Sem compor a maioria, a sigla corre o risco de perder:
Comissões temáticas: perda do direito de prioridade na escolha de presidências estratégicas, como a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a Comissão de Saúde;
Mesa Diretora: diminuição do espaço de barganha para ocupar cargos de vice-presidência e secretarias;
Emendas de comissão: perda de influência sobre a indicação e negociação de verbas não impositivas.
Se a oposição for deixada de fora do acerto principal da Mesa Diretora, a maior bancada da Câmara começará a nova legislatura com capacidade reduzida de distribuição de poder e recursos.
[VÍDEO] PEGOU AR: Alcolumbre ataca eleição da oposição, ironiza críticas às urnas e reclama de ataques por travar impeachment de ministros do STF
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usou a tribuna do Plenário nesta quarta-feira (4) para atacar a oposição. O presidente da Casa ironizou os questionamentos sobre o sistema eleitoral, ressaltando que as urnas eletrônicas serviram para comemorar as vitórias no primeiro turno, mas passaram a ser contestadas apenas após a derrota no segundo turno contra o presidente Lula.
Alcolumbre disse ainda que parte dos candidatos eleitos priorizou ofensas, agressões e ameaças durante a campanha, sem apresentar propostas para áreas como educação, saúde e desenvolvimento econômico.
Durante o discurso, Alcolumbre reclamou expressamente de ser alvo por se recusar a pautar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Um parlamentar ofendeu o Presidente do Senado Federal que não abre impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal. Mas deu os votos”, declarou.
A prisão de um homem suspeito de exercer ilegalmente a medicina, utilizando a identidade de outro profissional, durante a Operação Alter Ego, levanta sérios questionamentos sobre a fiscalização dos serviços terceirizados de saúde no Rio Grande do Norte.
Segundo as investigações, o suspeito atuava como responsável técnico da Proseg, empresa vinculada à operação do SAMU RN.
O caso ganha contornos ainda mais preocupantes diante da informação de que a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), mesmo diante de decisão judicial, manteve a Proseg no contrato, sem a devida comprovação da regularidade de seu corpo técnico.
O episódio exige esclarecimentos sobre o cumprimento das exigências contratuais, os critérios de habilitação profissional e os mecanismos de fiscalização adotados pela Sesap.
A segurança da população deve estar acima de qualquer interesse, especialmente quando se trata de um serviço essencial à preservação de vidas.
Após ser reeleito e ver a economia sangrar com juros nas alturas e desconfiança generalizada, o presidente Lula resolveu gravar um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para mandar um “recado” sobre as contas públicas. Previsto para ir ao ar no próximo domingo (08), o discurso é uma tentativa de acalmar os mercados e conter o pânico dos investidores após a equipe econômica ser cobrada por diretrizes claras de corte de despesas.
Na fala, o presidente promete repetir que preza pela “responsabilidade fiscal”, ao mesmo tempo em que garante que não encostará um dedo sequer nos programas sociais.
Com a inflação dando sinais de descontrole e o Banco Central forçado a manter o Brasil na liderança mundial dos juros reais para conter o descalabro das contas do governo, o petista tenta dourar a pílula para a população.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para tentar adiar o início das mudanças bruscas na jornada de trabalho decorrentes do fim da escala 6×1. A entidade pede que o prazo para reduzir a carga horária para 42 horas semanais seja empurrado de dezembro de 2026 para outubro de 2027, e que a exigência de 40 horas passe apenas para 2028.
O objetivo não é barrar a medida, mas evitar o estrangulamento de milhares de empresas que não têm como reorganizar turnos, renegociar acordos e contratar substitutos em apenas 60 dias.
O governo deu até um ano para o setor público ajustar seus contratos terceirizados. Já o varejo avisa que o atropelo pode resultar em queda na qualidade do atendimento, fechamento de vagas formais e repasse de custos para o consumidor.
O Brasil segue isolado na liderança de um ranking indigesto: o de maior taxa de juros reais do planeta. Após a decisão do Banco Central de manter a Selic em 13,75% ao ano, levantamentos das consultorias MoneYou e Lev Intelligence confirmam que, descontada a inflação, o juro real brasileiro supera os 9% ao ano, deixando o país no topo mundial da carestia financeira. O próprio comunicado do Copom deixou claro o motivo de tanta restrição: a disparada das incertezas fiscais e as projeções de inflação totalmente descoladas da meta de 3%, obrigando a autoridade monetária a adotar uma postura defensiva e contracionista para tentar frear a escalada de preços.
Na prática diária do cidadão, essa liderança global significa uma pancada direta no bolso e no custo de vida. Com o juro real nas alturas, o brasileiro paga os financiamentos mais caros do mundo, enfrenta faturas extorsivas no cartão de crédito, encontra portas fechadas para empréstimos e assiste à desaceleração da economia e dos empregos. É a demonstração clara de que a incapacidade do governo federal de cortar gastos e passar credibilidade cobra o seu preço mais alto justamente de quem está na ponta: o trabalhador.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central tomou a decisão de interromper o ciclo de queda da taxa básica de juros e manteve a Selic em 13,75% ao ano. A decisão unânime da diretoria é um balde de água fria na economia. O resultado é mais crédito caro, freada no consumo e trava nos investimentos.
A decisão reflete o avanço das expectativas de inflação e a deterioração do cenário econômico não dão espaço para alívio nos juros. O próprio BC deixou claro que as projeções do mercado para os preços nos próximos anos continuam subindo e se afastando perigosamente das metas, pressionadas por um ambiente de incertezas e falta de responsabilidade fiscal.
A trava nos juros escancara o preço alto que a população e o setor produtivo pagam pelo descontrole das contas públicas promovido pelo governo federal. Sem uma rota fiscal crível, com ameaças veladas de intervenção na autoridade monetária e a inflação voltando a assustar o bolso do brasileiro, o Banco Central é forçado a segurar o freio de mão para evitar o pior.
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), acusou o presidente da casa, Davi Alcolumbre (União-AP), de ter feito o Congresso perder sua relevância constitucional e afirmou que o legislativo está vergonhosamente submetido às ordens do Poder Judiciário e da Câmara dos Deputados.
Portinho reclamou ainda da falta de altivez da liderança do Senado e declarou que a palavra e a honra na política foram jogadas na lata do lixo, garantindo que o PL não fará mais nenhum tipo de concessão ou acordo com a base governista nos próximos meses.
A reação de Carlos ocorreu após Alcolumbre descumprir um acordo firmado com mais de 50 senadores para votar nesta quarta-feira, 4, a proposta de redução da maioridade penal.
Neste próximo dia 7 de novembro, a Arena das Dunas será palco da 6ª edição do Festival de Samba Ribeira Boêmia, com mais de 10 horas de música e uma programação para quem gosta de samba de verdade.
E para quem ainda não garantiu o ingresso, tem uma oportunidade especial: Black Week com 40% de desconto nos ingressos do setor Pista! A promoção é válida somente até o dia 6 de novembro. É a reta final para aproveitar o desconto e garantir presença nessa grande festa!
Entre as atrações principais estão Maria Rita, com o projeto Samba da Maria, e Péricles, dois grandes nomes da música brasileira. A festa também reúne Délcio Luiz, Theresa Raquel, Valéria Oliveira, O Pagode Taí Vai Quem Quer e a anfitriã Roda de Samba Ribeira Boêmia.
6º Festival de Samba Ribeira Boêmia
📅 7 de novembro (sábado)
⏰ 16h
📌 Arena das Dunas
🎟️ Venda online: outgo.com.br/festival-ribeira-boemia
📍 Pontos físicos: lojas Sem Etiqueta – Portugal Center e Shopping Cidade Jardim.
Mais informações: @ribeiraboemia e @arenadasdunasnatal
Pega fogo cabaré, deveria solta Marcola e Fernandinho beira mar são menos perigoso do que lula e José Dirceu.
Solta todo mundo. Direitos iguais para todos, e seja o que Deus quiser