Foto: Marcos Corrêa/PR
Advogado do família Bolsonaro, Frederick Wassef afirmou, nesta quarta-feira (20) em entrevista à CNN , que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) “foi vítima de um ministro que pulou a cerca para avançar dentro do poder Executivo e de atos de prerrogativa do poder Executivo”. A fala foi em referência ao ex-ministro da Justiça, Sergio Moro .
O advogado afirma que a nomeação do diretor-geral da Polícia Federal (PF) é uma função exclusiva do presidente e não ser necessário nenhuma justificativa para se realizar mudanças no comando da corporação. Dessa forma, ele culpou Moro por querer manter o ex-diretor-geral Mauricio Valeixo , enquanto Bolsolnaro queria substituí-lo.
Sobre o vídeo da reunião ministerial do dia 22, que está sendo analisado em sigilo pelo inquérito que investiga suposta tentativa de interferências de Bolsonaro na PF, o advogado disse que é fantasia acreditar que houve ato irregular ou ilícito do presidente.
“Eu convido todo mundo a um raciocínio simples: alguém em uma reunião ministerial, na presença de 30 ministros [são 22 ministro no governo Bolsonaro], alguém pode acreditar que o presidente vai comentar ou praticar um ato irregular ou ilícito, ou coagir um ministro ou querer fazer um interferência? Isso beira uma fantasia”.
Ele também negou o possível vazamento de uma operação da PF para o filho do presidente e senador Flávio Bolsonaro. “Jamais o senador Flávio teve qualquer informação privilegiada de qualquer informação em curso. Estamos tendo de novo o meu cliente vítima de Fake News e de situações inexistentes”.
“Não passa de uma campanha contra o senador e o presidente”, alegou o advogado da família Bolsonaro.
Último Segundo – IG, com CNN Brasil
Este com a faixa auriverde é a miss Brasil?
Agora Bolsonaro é vitma de Moro. E antes?
Moro saiu, agora não presta mais.. mas quando estava no poder.. ah !! Era outra coisa.
Poupe-me de tanta hipocrisia. Já foi longe demais.
Senhor advogado, todos sabem que essa é a sua missão, tem um almofadinha que defende nove dedos, mais é lamentável o comportamento desse atual presidente, ele devia inicialmente não misturar família com governança, depois, que a campanha acabou e finalmente que o Brasil precisa de equilíbrio.