Sempre com a língua afiada, a vereadora Amanda Gurgel (PSTU) não poupa críticas e ataques aos seus colegas parlamentares. Depois de acusar oito vereadores de fazerem parte da “bancada do SETURN”, ela mudou de discurso, em depoimento à Comissão de Ética da Casa, na última quinta-feira.
Amanda foi denunciada pelo vereador Aroldo Alves (PSDB), que se sentiu ofendido pelas afirmações da colega, que acusou os vereadores que apresentaram emenda ao Projeto da Bilhetagem única de manterem uma relação promíscua com os empresários de ônibus.
Amanda disse que não teve a intenção de acusar os parlamentares de cometerem atos ímprobos, mas de dizer que eles defendem os interesses do SETURN. No entanto, não soube explicar o que quis dizer com relação promíscua.
A parlamentar, após a repercussão negativa das suas acusações, defendeu que todos os vereadores que entraram com representação na Comissão de Ética retirem as denúncias. Após as divergências, ela vem se comportando de forma mais cautelosa na Casa.
Foto: Ricardo Stuckert
Convém ao bom jornalismo ater-se aos fatos e manter o mínimo de seriedade e honestidade. Não é o caso do texto desse blog sobre a vereadora Amanda Gurgel. Amanda não “pediu arrego” nem mudou de discurso, basta ler a matéria do site da Câmara de Natal sobre o depoimento da vereadora na Comissão de Ética (http://www.cmnat.rn.gov.br/noticias/2721/vereadora-amanda-gurgel-depoe-na-comissao-de-etica). “Falei, sim, que existe uma bancada do Seturn, mas isso não implica ataque moral, calúnia ou difamação. Apenas fiz uma caracterização política”, disse Amanda no depoimento.
Na Comissão de Ética, a vereadora reafirmou sua opinião política de que existe uma bancada do Seturn e que esta defende os interesses dos empresários dos transportes. O que Amanda negou foi que tenha ofendido a honra e a moral do vereador Aroldo Alves, que é quem move o processo. “Em todos os parlamentos é comum existir ‘bancadas’. Todavia, participar de uma não pressupõe o recebimento de vantagens financeiras, mas de um interesse político”, afirmou a vereadora na Comissão de Ética.
No Congresso Nacional, existem, por exemplo, as bancadas ruralista e evangélica, que defendem os interesses do agronegócio e de setores protestantes da sociedade, respectivamente. Na Câmara Municipal, Amanda já foi identificada como da bancada dos estudantes, do passe livre, do Sitoparn (Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Alternativo), e nada disso atingiu a honra ou a moral da vereadora, justamente por ser uma caracterização política, e não um ataque pessoal.
A diferença entre a vereadora Amanda e os outros vereadores que se sentiram “ofendidos” por terem sido identificados como a “bancada do Seturn” é que a professora deixa bem claro seus posicionamentos políticos.
Defender essa irresponsavel,que se elegeu as custas de um circo e cujas palavras sao bem diferentes das acoes e da sua conduta é coisa de babao mesmo. Ou alguem por ela contratada.
AINDA BEM QUE AINDE EXISTEM COMENTARIOS QUE MOSTREM A VERDADE AQUI. O COITADO DO 'DELATOR', INCAPAZ DE ESCREVER AQUI MOSTRANDO O SEU NOME, NAO SOUBE COMPREENDER QUE O QUE FOI COMENTADO ACIMA NAO FOI 'BABAÇÃO'. FOI APENAS A VERDADE, QUE ESTA NO SITE DA CAMARA E QUE ESTE BLOG NAO FOI CAPAZ DE REPRODUZIR AQUI COM FIDELIDADE AO QUE É REAL.