Educação

VÍDEO: Após estudar em cursinho gratuito, lavador de carros de SP tira nota 920 na redação do Enem 2019

Assista vídeo aqui em matéria na íntegra

Davi Araújo, de 19 anos, entrou para seleto grupo de estudantes que tiraram nota acima de 900 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Filho de uma diarista, ele trabalha como lavador de carros em um lava-rápido na Zona Sul de São Paulo e, no ano passado, usou o salário para pagar a condução até o Centro da capital paulista para as aulas do Cursinho Comunitário Modelo.

Os bons resultados de Davi não são os únicos do cursinho, que, depois de quatro anos usando o espaço cedido por uma escola municipal, corre o risco de ficar sem endereço para as aulas de 2020, que começam em fevereiro.

O cursinho foi criado em 2015 a partir de experiências da associação Movimento Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro). No ano seguinte, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Duque de Caxias, localizada no Glicério, na região central, cedeu algumas de suas salas de aulas ociosas no período noturno e aos sábados para as aulas do curso.

Em 2016 e 2019, o cursinho também ofereceu aos alunos do ensino fundamental da escola uma turma de preparação para os vestibulinhos de escolas técnicas (Etecs) e do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Segundo os professores, 100% dos estudantes que fizeram o preparatório até o final conseguiram ser aprovados.

Na virada do ano, porém, o Cursinho Modelo afirma que a escola propôs a manutenção da parceria desde que o Modelo oferecesse apenas aulas aos alunos da escola, e não mais à comunidade em geral. Os professores recusaram, e o impasse foi parar na Secretaria Municipal de Educação, que, em nota, afirmou que “o Cursinho Modelo seguirá em atividade na EMEF Duque de Caxias durante o ano de 2020”.

Metodologia especial

Segundo Tom Junior, fundador do Modelo, a metodologia do cursinho é voltada para um público específico: pessoas que não tiveram acesso a uma educação de qualidade no ensino básico. A seleção entre os mais de 400 estudantes que se inscrevem todos os anos segue poucos critérios, entre eles focar nos jovens negros e de baixa renda, mas especificamente em pessoas interessadas em se dedicar durante um ano ao estudo intensivo e se comprometer com ajudar os outros.

“Nossa seleção não é com base no conteúdo que o aluno já tem, é com a vontade dele de transformação na vida dele e da família dele”, afirmou Junior, que atualmente diz contar com 40 professores voluntários, no aguardo de uma definição sobre onde as aulas serão oferecidas neste ano, para realizar a seleção dos alunos para as vagas.

Topo do ranking do Enem

Davi Araújo foi selecionado no início de 2019 e diz que o cursinho o ajudou a entender mais sobre os vestibulares como o Enem e a Fuvest, que seleciona para vagas na Universidade de São Paulo (USP).

Até então, a única vez que ele tinha feito o Enem havia sido em 2016, quando ele estava no segundo ano do ensino médio. Na época, sua nota na redação foi 420.

Três anos depois, Araújo viu sua nota subir para 920 na segunda tentativa, resultado que ele credita à combinação entre seu esforço e a ajuda dos professores voluntários.

No Enem 2018, só 2% dos candidatos conseguiram nota acima de 900 na redação. Na edição 2017, esse número foi de 1% do universo total. Para a edição deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não divulgou os dados detalhados. O Enem 2019 contou com quase 4 milhões de participantes.

Também aprovado para a segunda fase da Fuvest, o lavador de carros aguarda o resultado do vestibular da USP e o do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para conseguir uma vaga na graduação em engenharia da computação.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Com um desempenho assim, este jovem dignifica a geração dele sem precisar de recorrer a excrescência denominada "cota". Merece todos os nossos votos de felicidades.

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Economia

Usuários de apps de transporte em Natal relatam aumento nos preços e tempo de espera

Screenshot

Foto: Magnus Nascimento

Usuários de aplicativos de transporte em Natal têm enfrentado corridas mais caras, maior tempo de espera e cancelamentos frequentes de viagens. Passageiros relatam que as mudanças vêm sendo percebidas há vários meses, enquanto motoristas atribuem os problemas à baixa remuneração repassada pelas plataformas.

A gestora escolar Julie Rodrigues pede carro por aplicativo todos os dias para ir ao trabalho. Segundo ela, antes era comum aguardar entre três e quatro minutos pela chegada do motorista, mas atualmente a estimativa costuma ser maior.

“Hoje, por exemplo, eu pedi e estava com 14 minutos. Então, estava bem distante. E muitas vezes nesse ínterim eles acabam cancelando também”, relatou.

Carlos Cavalcanti, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos de Transportes do Rio Grande do Norte (Sintat/RN), afirma que, enquanto os passageiros têm percebido o aumento no valor das viagens, os condutores recebem uma parcela cada vez menor do montante pago.

“As pessoas estão pagando caro na viagem do aplicativo, mas o motorista passou a ganhar menos”, alerta.

De acordo com o sindicalista, o aumento dos custos operacionais, como combustível, manutenção dos veículos e despesas do dia a dia, não foi acompanhado por um reajuste nos ganhos dos motoristas.

“Aumenta o IPVA, aumenta a tarifa de energia elétrica, aumenta o preço do pão, do café e do leite, mas não tem aumento real para o motorista por aplicativo”, disse.

O presidente do Sintat/RN também relatou que muitos profissionais têm deixado a atividade devido à dificuldade de arcar com os custos do trabalho. Segundo ele, alguns motoristas migraram para outras modalidades de transporte por aplicativo, como as motocicletas, enquanto outros desistiram da profissão.

Tribuna do Norte 

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Política

Lindbergh envia emendas milionárias para cooperativas ligadas ao MST no Paraná, reduto de Gleisi Hoffmann

Foto: Reprodução

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) destinou R$ 1,7 milhão em emendas parlamentares para três cooperativas ligadas ao MST no Paraná, estado de atuação política da ministra Gleisi Hoffmann (PT). Os recursos foram executados em 2025 por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

O valor destinado ao Paraná foi 2,5 vezes superior ao enviado ao Rio de Janeiro, estado pelo qual Lindbergh foi eleito, que recebeu R$ 680 mil para ações voltadas à agricultura familiar, conforme a coluna Andreza Matais, do Metrópoles.

Entre as entidades beneficiadas está a Cooperativa de Comercialização Camponesa Vale do Ivaí (Cocavi), de Jardim Alegre (PR), ligada ao MST. A entidade recebeu R$ 1,06 milhão em emendas destinadas pelo parlamentar.

A entidade foi visitada por Gleisi Hoffmann em abril. Na ocasião, a ministra publicou nas redes sociais que participou de uma celebração no assentamento Oito de Abril, em Jardim Alegre, e destacou a atuação da cooperativa na produção de alimentos.

Outras duas cooperativas também foram beneficiadas. A Cooperativa de Produção, Industrialização e Comercialização Agrícola Ribeirão Vermelho (Coprari), de Centenário do Sul, recebeu R$ 374 mil, enquanto a Cooperativa Agroindustrial de Produção e Comercialização Conquista (Copacon), em Londrina, recebeu R$ 260 mil.

Os valores foram destinados por meio de emendas apresentadas em 2024. Naquele ano, o ministro Flávio Dino determinou restrições ao envio de recursos para estados diferentes daqueles pelos quais os parlamentares foram eleitos, apontando risco de distorções e favorecimentos.

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Mundo

ALERTA: Rubio convoca 60 países contra “aumento alarmante” da violência política de esquerda

Foto: Reprodução

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, reuniu representantes de mais de 60 países para discutir o que classificou como um “alarmante aumento” da violência política associada a grupos de esquerda.

A fala ocorreu nesta quinta-feira (16), durante uma iniciativa do governo do presidente Donald Trump voltada ao debate sobre terrorismo político, tema que passou a receber maior atenção entre republicanos antes das eleições legislativas americanas.

Segundo Rubio, atos violentos atribuídos a grupos ligados a ideologias de esquerda teriam sido minimizados por setores da sociedade e por autoridades, conforme a Jovem Pan News.

“Muitas pessoas em posições de poder têm repetidamente minimizado atos de violência e até de terrorismo como formas legítimas de expressão política, desde que servissem a uma causa de esquerda”, disse Rubio.

Durante o encontro, Rubio afirmou que o combate ao que chamou de ameaça tem sido um “ponto cego” das políticas antiterroristas. A reunião reuniu principalmente representantes de países europeus e latino-americanos.

Trump e aliados republicanos têm ampliado as críticas a setores da esquerda americana durante a preparação para as eleições legislativas de novembro.

O presidente já afirmou que grupos progressistas radicais representariam uma ameaça ao modo de vida tradicional dos Estados Unidos.

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Política

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro diz que tentou evitar tarifaço dos EUA e que Lula “cavou o pênalti contra o povo brasileiro”

Imagens: Reprodução/Poder360

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que tentou atuar para evitar a decisão dos Estados Unidos de aplicar tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Segundo ele, integrantes de sua equipe tentaram articular uma reação antes do anúncio norte-americano.

“Lula fez força para isso. Cavou o pênalti. Conseguiu. Chegou a tarifa contra os interesses do povo brasileiro”, disse o senador e pré-candidato à Presidência da República.

Flávio também mencionou novas tarifas aplicadas pela China sobre a carne brasileira exportada ao país. Segundo ele, a cobrança de 55% incide sobre volumes que ultrapassarem uma determinada cota.

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Judiciário

[VÍDEO] “Não sou obrigado a parar”: voto de desembargador do TJ-GO sobre fuga de abordagem policial causa polêmica

Imagens: Reprodução/Jurinews

Uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) voltou a provocar repercussão após um desembargador afirmar que fugir de uma abordagem policial não configura crime de desobediência.

O voto foi dado pelo desembargador Adriano Linhares Camargo, da 4ª Câmara Criminal, no julgamento de um motorista que fugiu de uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Rio Verde (GO).

Durante a sessão, o desembargador afirmou que o motorista não estaria obrigado a cumprir uma ordem de parada e declarou: “O Estado é que me alcance e me prenda”.

O caso envolve um motorista que percorreu cerca de 40 quilômetros após fugir da abordagem policial. Ele foi preso com 70 quilos de drogas, entre maconha e skunk.

No julgamento, Linhares Camargo votou pela absolvição do réu pelo crime de desobediência, previsto no artigo 330 do Código Penal.

Segundo o desembargador, a fuga estaria relacionada ao direito de não produzir provas contra si mesmo e à liberdade individual.

O entendimento diverge de uma tese firmada pelo STJ em 2022. A Corte definiu que desobedecer ordem de parada em fiscalização ou policiamento ostensivo configura crime e não está protegido pelo princípio da não autoincriminação.

Apesar de afastar a condenação por desobediência, o desembargador manteve a condenação do motorista por tráfico interestadual de drogas.

O julgamento foi suspenso após pedido de vista da desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis.

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Mundo

[VÍDEO] Relatório da CIA mostra manipulação de eleições por Maduro, afirma Trump

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA), divulgados pela Casa Branca, apontam que os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tiveram capacidade para manipular o sistema eletrônico de votação da Venezuela entre 2004 e 2020.

A declaração foi feita na quinta-feira (17), durante um pronunciamento na Casa Branca.

No discurso, Trump voltou a criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos e apontou o que considera vulnerabilidades no uso de urnas eletrônicas.

Segundo Trump, os documentos mostram que existia um “complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela”.

O presidente afirmou que o material inclui uma análise da CIA, datada de 29 de junho, baseada em informações reunidas ao longo de quase duas décadas.

Ainda segundo o relatório citado por Trump, a Venezuela tinha “provavelmente alguma capacidade” para manipular sistemas de votação eletrônica.

O documento menciona equipamentos da empresa britânica Smartmatic, cuja tecnologia deixou de ser utilizada nos Estados Unidos em 2007.

Durante o pronunciamento, Trump também afirmou: “Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós”.

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Política

REPERCUSSÃO: Lula usa tênis de R$ 1.199 em vídeo do Prouni e vira alvo de críticas nas redes

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) usou um tênis avaliado em R$ 1.199 em um vídeo gravado para divulgar as inscrições do segundo semestre do Prouni (Programa Universidade para Todos). O vídeo foi publicado no último dia 7, quando começaram as inscrições do programa.

Nas imagens, Lula surge após uma sessão de musculação e convida os estudantes a disputar bolsas em instituições privadas de ensino superior.

De acordo com a fabricante, o Nike Mind 002 foi desenvolvido para treinos e uso cotidiano. A empresa afirma que o modelo conta com espuma responsiva e uma sola projetada para estimular áreas sensoriais dos pés. O preço sugerido é de R$ 1.199.

O fato repercutiu nas redes sociais. Enquanto apoiadores destacaram a disposição física do presidente, críticos passaram a questionar o uso de um tênis de alto valor por um político que costuma defender pautas voltadas à população de menor renda.

Veja o vídeo:

 

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Política

OPINIÃO: Estadão diz que Janja usa “misoginia” para evitar explicar gastos com dinheiro público

Foto: Reprodução

O jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) afirma, em editorial, que a primeira-dama Janja recorre à acusação de “misoginia” para rebater críticas aos gastos com dinheiro público em viagens oficiais.

O editorial foi publicado após entrevista de Janja ao UOL, na qual ela afirmou que as críticas aos gastos são motivadas por “misoginia pura”.

Para o Estadão, ser mulher não elimina a obrigação de prestar contas dos recursos públicos gastos em compromissos oficiais.

O Estadão afirma ainda que usar a acusação de misoginia para responder a questionamentos sobre gastos públicos acaba banalizando um problema enfrentado diariamente por muitas mulheres.

Na avaliação do jornal, cobrar transparência sobre despesas pagas pelo contribuinte é uma obrigação de qualquer agente público, independentemente do sexo.

O editorial também contesta a declaração de Janja de que seria a primeira primeira-dama a “trabalhar efetivamente” no País.

Como contraponto, cita a atuação da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, destacando sua participação na criação do programa Comunidade Solidária, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Por fim, o Estadão afirma que o discurso de defesa das mulheres adotado por Janja contrasta com as escolhas do presidente Lula para cargos de alto escalão.

O jornal ressalta que a maioria das nomeações feitas pelo presidente para ministérios e tribunais superiores foi de homens e argumenta que, apesar disso, Lula não recebe a mesma acusação de “misoginia”.

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Política

“FEZ CORPO MOLE?” Oposição suspeita que Itamaraty sabia de tarifas dos EUA

Foto: Reprodução

Deputados da oposição articulam convocar novamente o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após ele não comparecer à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

O grupo quer que o chanceler explique a atuação do Itamaraty nas negociações com os Estados Unidos e diga se o governo foi avisado com antecedência sobre a aplicação das tarifas americanas.

O deputado Helio Lopes (PL-RJ) diz suspeitar que o Itamaraty já sabia da medida, mas fez pouco para tentar evitar a decisão. Por isso, o parlamentar cobra explicações sobre as negociações conduzidas pelo governo.

Lopes também acusa o governo de explorar politicamente o tema. Segundo o deputado, o Palácio do Planalto usa o caso para atacar adversários e reforçar um discurso nacionalista.

Ele classificou a condução do episódio como uma “grave negligência diplomática”.

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Política

ANÁLISE: Governo Lula “fingiu negociar” e “torceu” pelo tarifaço, aponta Cláudio Humberto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo Lula (PT) “fingiu negociar” com os Estados Unidos e demorou a abrir negociações sobre o tarifaço anunciado pelo governo americano, analisou o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, nesta sexta-feira (17).

Segundo o colunista, as conversas só ganharam força nas últimas semanas, quando já restava pouco tempo para tentar reverter a decisão.

A coluna reproduz uma declaração de Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos, segundo a qual as “reuniões construtivas” entre os dois países começaram apenas “nas últimas seis semanas”.

Para Cláudio Humberto, isso mostra que o governo brasileiro deixou as negociações para os “45 minutos do segundo tempo”.

Cláudio Humberto afirma que, antes desse período, o governo brasileiro teria enviado apenas duas cartas aos Estados Unidos e realizado uma única reunião de alto nível.

O colunista também critica declarações do presidente Lula sobre Donald Trump e afirma que o Itamaraty adotou um tom político nos comunicados oficiais sobre o tema.

Na avaliação de Cláudio Humberto, o governo petista teria apostado que o tarifaço poderia gerar um efeito político semelhante ao registrado nas pesquisas de opinião do ano passado.

Essa é uma interpretação do colunista, sem atribuição ao governo federal.

Ainda segundo a coluna, os principais impactos das tarifas americanas devem recair sobre os exportadores brasileiros e os trabalhadores dos setores atingidos.

O governo federal tem afirmado que busca alternativas diplomáticas e comerciais para reduzir os efeitos da decisão dos Estados Unidos.

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