Diversos

Após prefeitura do Natal entrar na Justiça contra passeatas e greves, sindicalistas falam em "ditadura" e convocam para ato no dia 16

Contra medidas do Município que tenta evitar greves durante a Copa na capital e sobre as injustiças da Copa e a intervenção da FIFA e dos EUA em Natal, como intitulam, sindicalistas prometem realizar um ato a partir das 16h do dia 16 deste mês, uma segunda-feira. De acordo com o Sindsaúde, as ações judiciais protocoladas no dia 6 de junho são verdadeiros ataques aos direitos democráticos dos trabalhadores. A primeira requer ao Judiciário que impeça a deflagração de greves dos sindicatos dos trabalhadores da saúde (Sindsaúde), guarda municipal (SindGuardas), educação (SINTE), médicos (SinMed), agentes de saúde (SINDAS), servidores municipais (SinSenat) e odontologistas (SOERN) durante a Copa do Mundo. A segunda solicita que seja determinada a desobstrução imediata de calçadas, ruas, avenidas e locais próximos à sede da Prefeitura e Câmara Municipal, além da proibição de qualquer ocupação (total ou parcial) de todas as vias públicas da cidade, até o dia 30/07/2014 (período em que estará ocorrendo os jogos e atividades festivas da Copa).

Os trabalhadores da saúde, há quase 2 meses em greve, na última semana resolveram acampar na prefeitura e já receberam apoio e solidariedade da Guarda Municipal, que também anunciou a paralisação das atividades e a adesão ao acampamento. No dia 16, quando se realizará a partida entre Gana x Estados Unidos (com a presença da presidente Dilma e do vice-presidente norte-americano, Joe Biden), diversas entidades do movimento social, sindical e estudantil realizarão uma manifestação contra as injustiças da Copa do Mundo e a intervenção da FIFA e dos EUA na cidade.

“Diante das mobilizações, a resposta de Carlos Eduardo não é a de atender as reivindicações dos trabalhadores e da juventude, e sim, responder com criminalização dos movimentos. De uma só vez, Carlos Eduardo utiliza a justiça para atacar o direito de greve e da livre manifestação, tanto dos sindicatos, como dos movimentos sociais em geral. Trata-se de uma lei de mordaça só vista antes no período da ditadura militar, que em 1968 editou o Ato Institucional nº 5, acabando com as liberdades democráticas no País”, disse o Sindsaúde em Natal.

Opinião dos leitores

  1. Viva Carlos Eduardo! Obra toda construída e concebida em seu governo. E concluída sem nenhum acréscimo, por meio de aditivo contratual. Há pouco mais de dois anos chafurdavámos na imundice em que se encontrava Natal, suja em todos os seus cantos. Parabéns, Prefeito!

  2. Acredito que esta na hora da sociedade esclarecida tomarmos uma posição com esses que se acham no direito de tirar a tranquilidade de uma população, ta na hora de mostrar esses que protestam saber como vivem e o que fazem….quem sabe tem deles revindicando melhores salarios sem trabalhar, melhores moradias ja morando bem, veja eu sou trabalhador e é justa as revindicações desde que não atrapalhem a vida da maioria e estalando um verdadeiro terror, pois saimos pela manhã e não sabemos se voltaremos ao final do dia pois tem uma meia duzia que ja vai no intuito de bagunçar …sabemos que temos problemas com saude, educação, segurança…acredito que as coisas não estão boas e com baguça e desordem ficaram muito pior….

  3. Falando em ditadura, se o Prefeito de Natal fosse do PT, estariam falando em ditadura?
    Ditadura deve ser uma coisa muito boa para quem está no poder, mandando, por outro lado o PT dá apoio financeiro a de CUBA e apoia as tiranias do IRÃ.
    Parece que democracia só é boa quando está a serviço de UM partido, e esse partido não pode ser contestado, apenas aplaudido.

  4. Ditadura é você querer chegar em casa, depois de um dia de trabalho, e não poder. Ditadura é o cidadão ter negado seu direito de ir e vir, sem poder se deslocar na sua cidade porque um bando de oportunistas estão usando a Copa pra reclamar de tudo e pedir aumentos absurdos. Isso sim é ditadura!

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Política

Lula atribui precariedade em hospitais federais do Rio à família Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu a precariedade dos hospitais federais do Rio de Janeiro à família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente esteve nesta quinta-feira (26) em Niterói, na abertura da Caravana Federativa do Governo Federal.

Lula fez referência ao Hospital Federal do Andaraí, municipalizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2024. Segundo o presidente, a gestão passada foi responsável pela pela “mercantilização” do setor hospitalar no estado.

“Os hospitais federais aqui do Rio de Janeiro estavam na mão da família Bolsonaro, que não cuidou desse hospital com o mínimo de respeito. A cozinha não funcionava, a UTI não funcionava, a emergência não funcionava. O que era mais grave: os funcionários do hospital Andaraí pagavam o estacionamento para colocar o carro pra ir trabalhar. O hospital tinha sido mercantilizado. E não sei que tipo de gente tomava conta daquele hospital”, afirmou o presidente.

Em outra visita à capital do estado, em fevereiro, Lula afirmou que os hospitais da região foram usados como “moeda de troca eleitoral” em momento de campanha.

Lula participou da abertura da Caravana Federativa do Governo Federal no Centro da cidade do Rio de Janeiro. O evento teve como objetivo ampliar o acesso a programas sociais, serviços e investimentos da União. Ele afirmou que o governo firmou um acordo com a Prefeitura da capital de repasse de recursos com a meta de transformar os hospitais federais em “centros de excelência”.

A CNN procurou o senador Flávio Bolsonaro para comentar as declarações do presidente e aguarda retorno.

CNN

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Política

Prefeita Marina Trindade inaugura novo Mercado Público e anuncia pacote de obras no centro de Pedro Avelino

Foto: Divulgação

Pedro Avelino viveu um momento histórico nesta quinta-feira com a inauguração do novo Mercado Público Municipal, um equipamento aguardado há anos pela população e que agora se torna símbolo de desenvolvimento, fortalecimento da economia local e valorização das tradições do município.

A solenidade contou com grande participação popular, reunindo moradores, lideranças locais e autoridades em um ambiente marcado por emoção e sentimento de conquista coletiva. O espaço, moderno e estruturado, foi pensado para oferecer mais conforto, organização e dignidade tanto para comerciantes quanto para a população.

Durante o evento, a prefeita Marina Teodoro da Trindade destacou a importância da obra para o presente e o futuro da cidade. Em sua fala, ressaltou que o mercado representa não apenas uma entrega física, mas um novo ciclo de oportunidades para geração de renda e fortalecimento da economia local.

Na ocasião, a prefeita também assinou a ordem de serviço para a construção de um complexo de obras no entorno do mercado, que inclui um playground e uma academia voltada para os jovens, ampliando o espaço como um ponto de convivência, lazer e integração social.

O evento contou ainda com a presença do deputado estadual Tomba Farias, que, em um discurso emocionado, destacou a importância da entrega do equipamento como o cumprimento de um compromisso firmado com a população. Segundo ele, a obra só foi possível graças à sua articulação, com o apoio e empenho do então senador Rogério Marinho.

Com investimento superior a R$ 1 milhão, o novo Mercado Público Municipal já está em pleno funcionamento e passa a oferecer uma estrutura adequada para comercialização de produtos, além de promover mais conforto, lazer e qualidade de vida para toda a população de Pedro Avelino.

A entrega reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento urbano, a valorização dos espaços públicos e o cuidado com as pessoas, consolidando mais um avanço importante para o município.

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Judiciário

STF forma maioria contra prorrogação da CPMI no INSS

Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) por 7 votos a 2 contra a prorrogação da CPMI do INSS. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da liminar que determina o adiamento da comissão. Já os magistrados Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Carmem Lúcia e Gilmar Mendes votaram juntos em divergência a Mendonça e Fux e formaram a maioria.

Ainda resta o presidente da Corte, Edson Fachin, para determinar o último voto.

Na última segunda-feira (23), Mendonça já havia determinado que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), oficializasse a prorrogação da CPMI em até 48h. Ele atendeu a um mandado de segurança da cúpula do colegiado, que acusou Alcolumbre de omissão por não ler o requerimento de extensão dos trabalhos.

Em caso de inércia de Alcolumbre em ler o requerimento, Mendonça determinou que a presidência da CPI “estará imediatamente autorizada a prorrogar o funcionamento regular” dos trabalhos pelo prazo que a minoria parlamentar entender necessário.

Jovem Pan News

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Brasil

Gilmar chama vazamentos de “vexame” e cobra “desculpas” de parlamentares

Foto: Victor Piemonte

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), definiu como “vexame” o vazamento de dados e conversas íntimas durante a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS.

O magistrado disse ainda que parlamentares deveriam se desculpar pelo ocorrido.

“Mas o problema maior é depois a falta de total escrúpulo. Porque se divulga, confiada na impunidade. Tem pessoas já velhas, com mais de 60 anos entrando na sala-cofre para depois ficar contando coisa que nada tem a ver com a investigação”, declarou.

“Isso é indigno. Não é bom para os senhores, para o parlamento, para as instituições. Os senhores não pediram desculpas ainda por esse episódio lamentável!”, completou o magistrado.

A manifestação ocorreu nesta quinta-feira (26), durante o julgamento no plenário da Corte, que analisa a decisão do ministro André Mendonça sobre a prorrogação da CPMI do INSS. O relator foi o primeiro a votar e já se manifestou pelo referendo da liminar, propondo a prorrogação do colegiado por 60 dias.

Ao pedir a palavra durante o voto do ministro Alexandre de Moraes, Gilmar afirmou que não existe quebra de sigilo em bloco sem individualização ou justificativa adequada, como ocorreu na comissão. O magistrado disse, ainda, que as informações foram divulgadas “confiadas na impunidade” dos parlamentares.

Não é a primeira vez que o decano sobe o tom e critica os vazamentos. No início de março, Gilmar afirmou que a exposição de conversas privadas sem qualquer relação com crimes é uma “gravíssima violação ao direito à intimidade”.

A declaração foi feita nas redes sociais do ministro, ao comentar reportagem sobre a intenção da empresária Martha Graeff de acionar a Justiça após a divulgação de mensagens com Daniel Vorcaro.

CNN

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Política

Allyson renuncia ao cargo de prefeito de Mossoró nesta sexta e vice, Marcos Medeiros, tomará posse

Foto: Célio Duarte

O município de Mossoró terá mudança no comando do Executivo a partir desta sexta-feira (27). A Câmara Municipal de Mossoró realiza, às 16h, sessão para leitura da carta de renúncia do prefeito Allyson Bezerra (União). Após a formalização da vacância do cargo, o vice-prefeito Marcos Medeiros (Republicanos) será empossado como novo prefeito. A solenidade de posse está marcada para as 18h, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

A carta de renúncia foi protocolada pelo chefe do Executivo mossoroense junto ao Legislativo municipal e será publicada por meio de Ato da Presidência no Diário Oficial do Município. O documento também foi lido em plenário durante sessão ordinária realizada na quarta-feira (25). Allyson deixa o cargo para cumprir com a exigência legal de desincompatibilização do cargo para poder se candidatar nas eleições desse ano ao cargo de governador.

As atividades serão transmitidas ao vivo pela TV Câmara (canal aberto 22.2) e pelo canal oficial da Câmara Municipal de Mossoró no YouTube.

Tribuna do Norte

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Política

Na reta final da janela partidária, nominata do MDB se consolida como uma das mais atrativas das Eleições 2026

Foto: Divulgação

A poucos dias do encerramento da janela partidária, previsto para o próximo dia 3 de abril, a nominata do MDB se consolida como uma das mais atrativas para as Eleições de 2026 no Rio Grande do Norte. Com um grupo competitivo e bem estruturado, o partido está próximo de fechar os 25 nomes da nominata e trabalha com a possibilidade concreta de eleger até quatro deputados estaduais.

Encabeçada pelo presidente estadual da sigla, Walter Alves, a nominata reúne nomes de peso e forte presença política em diversas regiões do estado. Entre os destaques estão ex-prefeitos, lideranças políticas, ex-deputado, vereadores e ex-vereadores que fortalecem ainda mais o grupo.

De acordo com projeções internas, o cenário é bastante favorável. A estimativa é de que o segundo candidato eleito pela legenda precise alcançar cerca de 25 mil votos, enquanto o terceiro nome da nominata pode garantir uma vaga na Assembleia Legislativa com aproximadamente 18 mil votos. Números considerados viáveis diante da densidade eleitoral dos pré-candidatos.

O desempenho promissor é resultado de um trabalho de articulação política conduzido por Walter Alves, que vem aglutinando lideranças expressivas e ampliando a capilaridade do MDB em todas as regiões do estado. A estratégia tem como foco montar uma nominata competitiva e equilibrada, capaz de maximizar o desempenho do partido nas urnas.

Com esse cenário, a expectativa é de que o MDB surpreenda nas Eleições marcadas para o dia 4 de outubro de 2026, consolidando-se como uma das principais forças políticas na disputa proporcional no Rio Grande do Norte.

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Geral

VÍDEO: Mendonça vota pela prorrogação da CPI do INSS e defende resposta a ‘roubo de bilhões dos mais vulneráveis’

O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, defendeu a prorrogação da CPMI do INSS, que investiga fraudes em benefícios previdenciários.

Para ele, a continuidade dos trabalhos é necessária diante de um “roubo de bilhões de reais” que atingiu pessoas vulneráveis, como idosos e famílias de baixa renda.

Mendonça também criticou a cúpula do Congresso, apontando “omissão” por não dar andamento ao pedido de prorrogação da comissão. Ele determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, leia o requerimento para estender os trabalhos.

A CPMI pediu mais 90 dias de funcionamento, com possibilidade de prorrogação adicional. O pedido foi ignorado por Alcolumbre, o que levou o caso ao STF.

Agora, os demais ministros vão decidir se mantêm ou derrubam a decisão de Mendonça. Nos bastidores, a avaliação é que ele pode não ter votos suficientes para vencer.

Lideranças do Congresso criticam a medida e afirmam que o STF está interferindo em uma atribuição do Legislativo, ferindo o princípio da separação dos poderes.

Além disso, há receio de que a prorrogação da CPMI impacte o cenário eleitoral e amplie tensões políticas. Parlamentares também temem que as investigações avancem sobre diferentes grupos e gerem novos desgastes.

Dentro do STF, parte dos ministros defende estabelecer limites mais claros para o funcionamento de CPIs, para evitar que comissões sejam usadas como instrumento de pressão sobre a Corte.

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Geral

Magistrados reclamam de ‘severa redução remuneratória’ com decisão do STF sobre penduricalhos

Foto: Gustavo Moreno/ST

A Associação dos Magistrados Brasileiros criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que limitou os penduricalhos pagos às carreiras da Justiça, afirmando que a medida implica “redução remuneratória imediata” e atinge “direitos reconhecidos”.

De acordo com os magistrados, a decisão do STF tem largos “efeitos”. “Afeta a previsibilidade do regime jurídico da magistratura, impacta a atratividade da carreira e tende a produzir reflexos na organização e na eficiência da prestação jurisdicional” sustenta.

Em julgamento nesta quarta, o STF estabeleceu um teto de 70% para o pagamento de indenizações à magistratura e às carreiras do Ministério Público enquanto o Congresso Nacional não editar lei sobre os penduricalhos. Considerando os valores máximos das indenizações autorizadas, a remuneração máxima da magistratura a partir de abril será de R$ 78,7 mil.

A Corte máxima fixou quais indenizações podem ser pagas, no limite de 35% do valor do subsídio do magistrado. Ainda estabeleceu um teto à parte, também de 35%, para o pagamento do adicional por tempo de serviço, que foi rebatizado como parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira. O benefício é calculado de acordo com o tempo de servido de cada magistrado – 5% a cada cinco anos.

Em nota, AMB citou o “enfraquecimento” da magistratura e invocou “condições institucionais necessárias ao adequado funcionamento do Poder Judiciário”.

A entidade que congrega associações de diferentes ramos da justiça destacou que a “defasagem remuneratória relevante” da magistratura em contraposição com a “elevada carga de trabalho” da classe.

“Causa perplexidade que a via que admite a criação de deveres, não seja admitida também para a regulação de direitos. O julgamento tende a intensificar esse contexto de perda”, sustenta.

A entidade defendeu, especificamente um dos penduricalhos que agora foi extinto pelo STF: a licença compensatória. O benefício foi criado pelo Conselho Nacional de Justiça. Segundo a decisão do STF, só são permitidas indenizações criadas por lei promulgada pelo Congresso Nacional.

A AMB defendeu o benefício, afirmando que ele foi criado como ” mecanismo de compensação pelo exercício de atividades extraordinárias”. A entidade diz que os magistrados brasileiros convivem com “excesso de trabalho” que “impacta também a saúde” dos mesmos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A mamadeira tava cheia de leite com açúcar, mel de abelha 🐝 e adoçante, assim é mão na roda, tem que ganhar pelo trabalho e nao pra ter Status, dinheiro justo, dinheiro certo pelo desempenho correto, acho muito benefício, justo pelo justo.

  2. Se está achando ruim…va para o serviço privado. Serviço público não era pra ser uma forma de enriquecer as custas do povo…mas para servir o povo. Quer ficar rico…monte uma empresa

  3. Farinha pouca, meu pirão primeiro.

    O Brasil é um verdadeiro circo, onde os palhaços somos nós (o povo).

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Geral

Bolsonaro está em vigília clínica de 24 horas para alta na sexta-feira (27), diz boletim

Foto: Reprodução/EPA via BBC

Jair Bolsonaro (PL) permanecerá em “vigilância clínica pelas próximas 24 horas”, com previsão de alta hospitalar amanhã, informa boletim médico divulgado na tarde de hoje. O ex-presidente segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral após broncoaspiração.

Boletim aponta boa evolução e ausência de infecção. De acordo com a equipe médica, Bolsonaro está sem sinais de infecção aguda e apresenta evolução clínica favorável.

Alta hospitalar é prevista para esta sexta-feira. O ex-presidente deve permanecer em observação pelas próximas 24 horas antes de receber alta, prevista para amanhã. O cardiologista Brasil Caiado havia dito na última terça-feira que Bolsonaro deveria deixar o hospital na sexta.

Alexandre de Moraes autorizou prisão domiciliar de Bolsonaro por razões de saúde. A decisão foi tomada na última terça pelo ministro do STF, levando em conta o quadro clínico apresentado durante a internação, e prevê que o ex-presidente cumpra a pena em casa por ao menos 90 dias para dar continuidade ao tratamento.

Medida passa a valer após alta e impõe restrições. Bolsonaro deverá usar tornozeleira eletrônica e não poderá receber visitas além dos filhos, médicos e advogados, nem utilizar celular ou redes sociais durante o período.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Aqui se faz, aqui se paga. Esse cidadão esta pagando por todo mal que fez a nação brasileira.

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Geral

Hoje o forró se reúne em Macaíba

Macaíba terá nesta quinta-feira (26) uma tarde e noite de muito forró e música ao vivo no Parque Otaviano Pessoa. A programação reúne dois eventos no local, durante a tradicional vaquejada.

A partir das 17h, acontece o Pit Stop de Vaquejada com os artistas da Full, com shows de Zezo, Henry Freitas, Raí Saia Rodada, Luan Estilizado, Mikael Santos, Nuzio Medeiros, Kadu e Raynel.

Mais tarde, às 19h30, o público confere o show e gravação do DVD “Uma história a ser cantada”, com Kátia e Aduílio. A apresentação também conta com participações de Calcinha Preta, Limão com Mel e Magníficos.

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