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Associação Brasileira de Bares e Restaurantes(Abrasel-RN) apresenta carta aos ministérios públicos para intermediação com Estado e prefeituras de socorro financeiro

A ABRASEL/RN, por meio do escritório de advocacia Alves, Morquecho & Coque, enviou uma carta aos Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Trabalho do Estado do Rio Grande do Norte, respeitando o teor do decreto nº 30.419, mas também atentando-se para a grave crise econômica pela qual passa o setor de Bares e Restaurantes. Desta forma, a carta tem como objetivo a intermediação, por parte das três esferas do MP, junto ao Governo do Estado e prefeituras, com a finalidade de se obter socorro financeiro aos Bares e Restaurantes, evitando-se o desemprego em massa e o fechamento de empresas deste setor produtivo que sofre há mais de um ano com a pandemia.

Leia carta na íntegra:

Aos Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Trabalho do Estado do Rio Grande do Norte

Conforme é de conhecimento de toda a sociedade potiguar, foi publicado no Diário Oficial do Estado, em 18 de março de 2021, o Decreto nº 30.419, estabelecendo o chamado isolamento social rígido em todo o território do Rio Grande do Norte, no período entre 20 de março de 2021 e 02 de abril de 2021. A referida norma impõe medidas restritivas temporárias à circulação de pessoas e funcionamento do comércio para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do novo coronavírus.

A medida adotada pelo Governo do Estado e prefeituras teve como uma de suas motivações o Ofício Conjunto nº 001/2021-MPRN/MPF/MPT, por meio do qual o Ministério Público do Estado (MPRN), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Federal (MPF), diante do cenário epidemiológico vivenciado, recomendou aos entes públicos o acatamento das medidas sugeridas na Recomendação nº 26 do Comitê de Especialistas do Governo do Estado.

Na prática, houve a autorização apenas para que os chamados “serviços essenciais” e os listados no art. 2º possam permanecer abertos para atendimento presencial, deles sendo excluído o setor de Bares e Restaurantes, categoria vital na geração de inúmeros empregos formais e renda para o sofrido Estado do RN. Este segmento está umbilicalmente ligado ao incremento do turismo, que responde, sozinho, por 30% (trinta por cento) do PIB potiguar e gera algo em torno de 110 mil empregos diretos e formais, além dos informais.

Não é demais dizer, portanto, que a mais recente medida tomada pelo governo impactará profundamente a cadeia dos Bares e Restaurantes, acarretando o fechamento de vários estabelecimentos comerciais, o desemprego em massa e consequências sociais sem precedentes, sobretudo ante a ausência de amparo financeiro do Estado ao Setor. O momento crítico requer a adoção de medidas urgentes para a recuperação econômica e manutenção dos empregos, a evitar o fechamento de empresas e a desorganização deste setor produtivo que sofre há mais de um ano com a pandemia.

Nesse sentido, torna-se imperioso o socorro financeiro do Governo do Estado e prefeituras, prioritariamente, para ajudar as empresas do setor a pagar a folha de funcionários, uma vez que é iminente, já para este mês de março, com a adoção das novas medidas, que os empresários não consigam sequer honrar os compromissos salarias devido à escassez de caixa.

Ademais, outras medidas, também de fundamental importância, podem ser adotadas, a saber: isenção de IPTU por seis meses; isenção da taxa de iluminação pública por seis meses; isenção da taxa de lixo por seis meses; incremento nos horários noturnos dos ônibus; meia passagem para funcionários do setor bancadas pela administração municipal; isenção do ICMS para empresas do Simples; Redução de 50% do ICMS para grandes empresas; Isenção das tarifas de água e esgoto por seis meses; prorrogar prazos dos ICMS vencidos; Tarifa especial de gás e parcelamento de atrasados da Potigás; Isenção do IPVA para veículos das empresas do setor.

É importante ressaltar que os requerimentos apontados foram objeto de pleito formal dos setores de turismo, alimentação fora do lar e eventos do RN, junto ao Governo do Estado e da Prefeitura de Natal, ambos protocolados no dia 02 de março de 2021.

Do mesmo modo que o isolamento social rígido é importante para evitar a propagação da COVID-19 e amenizar a saturação dos leitos críticos de UTI nos hospitais, também revela-se essencial a manutenção dos estabelecimentos comerciais abrangidos pelo
segmento e dos empregos, sob pena de viver-se uma verdadeira catástrofe social durante e pós- covid, o que apenas será possível com a sensibilidade dos Chefes do Executivo estadual e municipal em anunciar medidas econômicas urgentes como as acima citadas.

Não se está aqui a minimizar nem tecer críticas negativas sobre os efeitos maléficos da pandemia sobre a saúde coletiva e a vida das pessoas, até porque o último Decreto do Governo foi amparado com base técnica e tendo em consideração o agravamento da
pandemia no estado.

Apenas reforça-se que, assim como a saúde é um direito social previsto no art. 6º da Constituição, o trabalho também o é, e a preservação dos empregos formais e informais está sendo ameaçado de forma direta, devendo esta situação ser digna da devida atenção das autoridades, em especial do Ministério Público.

Dessa forma, como instituição permanente de Estado e responsável, dentre outros, pela defesa da ordem jurídica e dos direitos sociais, também é papel do Ministério Público, em todas as esferas, propor ao governo recomendações que visem a garantir o trabalho formal na atual situação, o que será possível com a manutenção das empresas. Este é um apelo de um setor que hoje agoniza diante do cenário atual, de forma que pede ao parquet a sensibilidade para, no uso de suas atribuições e competências, pedir ao governo do Estado a adoção das medidas supracitadas, em especial o socorro financeiro mencionado.

Paolo Passariello
Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no RN (Abrasel)
Membro da CET Fecomércio

Rodrigo Morquecho
Alves, Morquecho & Coque
Escritório de Advocacia
OAB/RN 18.719

 

Opinião dos leitores

  1. Esse "socorro financeiro", solicitado pela entidade abrasel, é muito justo e não vai nada além do que o Governo do Estado pode arcar.

  2. Carta ridícula…nenhuma autoridade liga pra empresário enquanto ele se endividar p/recolher impostos…decretem lockdown de recolhimentos, aí eu quero ver o circo pegar fogo!!!!

  3. Quem poderia dar um help para os bares e restaurantes, as FORÇAS ARMADAS. Compram muita cerveja e picanha…

  4. Sandro, que lhe disse que a vacina será a salvação do mundo mentiu. Com certeza vai melhorar, porém acabar não vai, continue com todos os cuidados preconizados, distanciamento social, etc. Desde que essa questão foi politizada que perdemos o rumo dessa biboca.

  5. Eu vi o ato politico deles hoje, reclamaram da governadora e do prefeito. Porém, não falaram nada do presidente…que é o responsável por comprar a vacina. Sem vacina, as nossas vidas não voltam ao normal! Eram bolsonaristas protestando contra a ciência.

  6. Quando servidor ficou 4 meses com salario atrasado no governo Robinson o setor privado fez o que para ajudar

    1. O que uma coisa tem com a outra?
      Se o governador não pagou os servidores, ele que responda pelo ato ilegal.
      Mas mandar fechar o comércio, bares, restaurantes por ordem do governador e gerar desemprego, sim, ele tem que ser responsabilizado pela decisão e conduta.
      Se havia a preocupação com a pandemia, ao invés de fechar o hospital Rui Pereira, por que não disponibilizou hospital de campanha? Teve 01 ano para isso, vez? Quais as providências que o governo do RN tomou no combate a pandemia? Decretar o lockdown? Isso resolve?
      Onde foi publicado o estudo com a comprovação científica que o lockdown resolve a situação da pandemia? Ficam acusando, sem mostrar solução e adotam o que não tem comprovação. de efeito positivo.

  7. Amigo, o governo anterior foi irresponsável,, este quando assumiu continuou com a irresponsabilidade, fato. Em diversos estados o governo estadual propiciou ajuda a essas familias, o daqui está se mantendo em posição ridícula, não se movimenta ou aponta saídas, existem inúmeras familias que dependem exclusivamente desse meio de sustento, portanto, acredito ser direito reivindicar algo.

  8. Infelizmente os MPs não vão nem olhar o teor da Carta, eles são favoráveis ao fecha tudo e toque de recolher, tem salário na conta todo final de mês, são da mesma opinião de Maju Coutinho, são parceiros de Fátima/Antenor.

  9. O que será que uma pessoa toma para achar que o Governo do Estado vai assumir a folha de pagamento de sua empresa?
    Se o estado não pagou ainda a folha e o 13 de 2018…
    Eu tinha era vergonha de fazer uma carta dessa.

    1. "Se o estado não pagou ainda a folha e o 13 de 2018", mas vai pagar, né?

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[VÍDEO] HOUTHIS: Ataque de terroristas apoiados pelo Irã a aeroporto na Arábia Saudita deixa 12 mortos e mais de 300 feridos


Vídeo: Reprodução/Hoje No Mundo Militar

O aeroporto internacional de Riade, na Arábia Saudita, foi atingido pelo terceiro ataque terrorista da semana atribuído aos Houthis, grupo apoiado pelo Irã. A ofensiva deixou 12 mortos e 309 feridos, segundo a Autoridade de Aviação Civil saudita. Imagens que circulam nas redes sociais mostram um dos momentos do ataque realizado no sábado (10).

A ação terrorista provocou a suspensão temporária das operações no aeroporto, com voos desviados ou cancelados. Hospitais receberam centenas de feridos, alguns em estado crítico. A coalizão liderada pela Arábia Saudita classificou a ofensiva como crime de guerra e prometeu retaliação.

Os Houthis reivindicaram a ação e orientaram companhias aéreas a evitar o espaço aéreo saudita, que classificaram como zona de operações militares. Os dois ataques anteriores nesta semana haviam deixado quatro mortos e danificado uma aeronave comercial.

Questionado sobre uma possível participação dos Estados Unidos em ações contra o grupo, o presidente Donald Trump afirmou que a hipótese será avaliada. “Podemos participar. Vamos analisar a situação”, declarou.

Apesar da escalada da violência, organizadores de conferências sobre energia e investimentos previstas para Riade afirmaram que os eventos serão mantidos. A sequência de ataques, porém, levou companhias aéreas a suspender rotas para a capital saudita e ampliou as preocupações com a segurança na região.

Com informações de CNN Brasil

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STF vê mais chances de manter Lei da Dosimetria do que revisar condenação de Bolsonaro para reduzir pena

Foto: EPA via BBC

Parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) defendem deixar para depois das eleições o julgamento das ações que questionam a Lei da Dosimetria, que prevê a redução de penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Ministros ouvidos pela TV Globo veem a manutenção da lei como alternativa aos pedidos de revisão criminal apresentados pela defesa de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão. Pelos cálculos dos advogados, a aplicação das novas regras poderia reduzir a pena do ex-presidente em até três anos.

A avaliação destes ministros é que há maioria no STF para manter a norma, possivelmente com ajustes, enquanto uma revisão da condenação enfrentaria maior resistência.

A Lei da Dosimetria foi vetada totalmente pelo presidente Lula, mas o Congresso derrubou parte do veto e promulgou o texto.

Em maio, o relator, Alexandre de Moraes, suspendeu sua aplicação até o julgamento das ações no plenário. Em junho, a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a suspensão.

O julgamento agora depende da liberação do caso por Moraes e da definição de uma data pelo presidente do STF, Edson Fachin.

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Papa Leão XIV fará cirurgia nos próximos dias para remoção de nódulo no pulmão


Foto: Gregorio Borgia/AP

O Papa Leão XIV anunciou, neste domingo (11), que passará por uma intervenção cirúrgica nos próximos dias para a remoção de um nódulo no pulmão, descoberto recentemente em exames de rotina.

Durante a tradicional bênção do meio-dia, o pontífice acalmou os fiéis ao explicar que o tumor foi detectado em estágio inicial e se encontra “circunscrito”. O Vaticano não forneceu detalhes adicionais sobre o hospital onde o procedimento será realizado nem sobre o tempo estimado de internação.

Aos 71 anos, o papa norte-americano costuma apresentar excelente histórico de saúde. Conhecido pela rotina fisicamente ativa, o líder da Igreja Católica costuma praticar tênis semanalmente e manter treinos regulares de natação no retiro papal em Castel Gandolfo.

O anúncio lança incerteza sobre a agenda internacional do Vaticano. Leão XIV tem uma extensa viagem oficial agendada para o período de 6 a 17 de novembro, com passagens previstas por Uruguai, Argentina e Peru. Até o momento, o Vaticano não informou se o cronograma será alterado ou suspenso para o período de recuperação.

Com informações do Estadão 

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Ratinho Junior segue Caiado e declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno


Divulgação/Assembleia Legislativa PR

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou neste sábado (10) seu apoio oficial à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. O movimento amplia a rede de apoio regional do candidato da direita na disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).i

“Conversei com Flávio Bolsonaro e com o governador [de São Paulo] Tarcísio [de Freitas]. Vamos caminhar juntos pelo futuro do nosso Brasil”, declarou Ratinho Junior em publicação nas redes sociais.

O anúncio ocorre após seu correligionário, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ter ficado de fora da etapa decisiva no primeiro turno (4) e também ter formalizado aliança com Flávio.

No início do ano, Ratinho Junior chegou a ter o nome cotado para disputar o Planalto pelo PSD. A sigla conduzida por Gilberto Kassab avaliou ainda o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, antes de oficializar a chapa com Caiado à Presidência e o próprio Kassab como candidato a vice.

Consolidação do Centrão e apoio de ex-candidatos

A adesão de Ratinho Junior consolida uma ampla frente de apoio partidário e regional construída por Flávio Bolsonaro para o segundo turno. Além de quadros do PSD, a candidatura reúne legendas do Centrão e da direita como Republicanos, Podemos e Novo, além da federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas.

O senador também atraiu candidaturas que disputaram o primeiro turno do pleito: além de Caiado, declararam apoio o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), Clariana Barão (Democracia Cristã) e o escritor e médico Augusto Cury (Avante). Por outro lado, o candidato Renan Santos (Missão) informou que adotará postura neutra no segundo turno.

Com informações do Metrópoles

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Favoritismo de Flávio Bolsonaro deflagra disputa prévia pelo comando da Fazenda


Foto: Gabriela Biló/Folhapress

A vantagem nas pesquisas para o segundo turno das eleições presidenciais acelerou a corrida interna na campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Nos bastidores, familiares, caciques políticos e conselheiros econômicos já travam uma intensa disputa velada pelo comando do Ministério da Fazenda em um eventual governo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O fogo cruzado ocorre em um momento de maior pressão sobre a candidatura, que enfrenta a ofensiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a sinalização de um corte de R$ 200 bilhões em despesas públicas, cerca de 1,5% do PIB.

A disputa ganhou novos contornos após a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo com 62,65% dos votos. Agora empenhado diretamente na campanha presidencial após divergências iniciais com a família Bolsonaro, Tarcísio trouxe para o centro do debate o nome de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central e atual vice-chairman do Nubank.

Campos Neto conta com a simpatia do mercado financeiro e a chancelar de Tarcísio, com quem trabalhou no governo federal. A interlocutores, porém, o executivo afirma estar focado em sua atuação no setor privado, enquanto o governador paulista nega formalizar indicações antes do resultado das urnas.

A aposta de Eduardo Bolsonaro e as alas rivais

Em outra frente, o deputado Eduardo Bolsonaro articula a indicação do financista Marcelo Kayath, sócio da gestora QMS Capital e ex-executivo do Credit Suisse. Embora tenha atuado na aproximação da candidatura com banqueiros e grandes empresários, Kayath já enfrenta focos de “fritura” da ala ideológica por ter apoiado Lula no passado e criticado a gestão de Paulo Guedes.

No centro das articulações também figura Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e coordenadora do plano de governo de Flávio. Cotada tanto para uma pasta social quanto para o núcleo econômico, Daniella costura diálogo com o mercado e é entusiasta do nome de Alexandre Bettamio, executivo do Bank of America.

Correndo por fora no núcleo duro estão o ex-ministro Adolfo Sachsida, que coordena o plano econômico com apoio de Carlos e Jair Bolsonaro, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), lembrado como uma possível alternativa política.

Ciente das tensões, Flávio Bolsonaro tem evitado declarações públicas sobre nomes. Nos bastidores, aliados são unânimes: a palavra final sobre quem comandará a economia do país caberá a Jair Bolsonaro.

Com informações da Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Vamos primeiro ganhar, a quadrilha de PTralhas não se entregam, LULADRAO ainda tá com um gás danado, querendo roubar só um pouquinho mais.

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RESISTÊNCIA ÀS URNAS: 78% dos eleitores que se abstiveram não pretendem votar no 2º turno, aponta pesquisa


Arte: Metrópoles

A conquista dos eleitores que faltaram às urnas no primeiro turno aparece como um dos principais gargalos estratégicos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto.

O obstáculo, no entanto, vai muito além do simples convencimento à participação. Segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 8 de outubro, 40% dos entrevistados que se abstiveram na primeira etapa garantem que certamente não comparecerão no próximo dia 25 de outubro.

A rejeição ao pleito ganha contornos ainda mais desafiadores quando somados os 38% que afirmam que provavelmente também não votarão. Apenas 22% dos faltosos admitem algum grau de abertura para ir às urnas no segundo turno, considerando aqueles que disseram que talvez, provavelmente ou certamente participarão da votação.

O levantamento ouviu 1.600 pessoas entre os dias 6 e 7 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Os dados expõem a enorme complexidade para reverter o desinteresse popular em um cenário de disputa acirrada: no primeiro turno, Flávio encerrou com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Estados com maiores taxas de abstenção no 1º turno:

Mato Grosso do Sul: 23,87%

Rio de Janeiro: 23,32%

Minas Gerais: 22,81%

São Paulo: 22,54%

Mato Grosso: 22,20%

Goiás: 21,83%

Rondônia: 21,71%

Espírito Santo: 21,37%

Rio Grande do Sul: 21,35%

Para entender melhor as análises das pesquisas de intenção de voto e o equilíbrio entre os candidatos, você pode assistir à discussão sobre os dados de intenção de voto em Flávio Bolsonaro 46% vs. 45% for Lula in potential runoff. Esse vídeo contextualiza o cenário eleitoral do segundo turno e o impacto dos índices trazidos pela Real Time Big Data.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] RECORDE DE PÚBLICO: Show de Frei Gilson e Maria levam quase 50 mil pessoas à Arena das Dunas


O Bote fé Natal levou quase 50 mil pessoas a Arena das Dunas nesse sábado (10) para os shows de Frei Gilson e Maria. O evento católico foi um sucesso e atraiu pessoas de várias cidades do Nordeste, movimentando a economia local e impondo um novo recorde de público do estádio.

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Prefeito de Portalegre e presidente da Femurn declara apoio a Allyson no segundo turno


Foto: Divulgação

O prefeito de Portalegre e presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rêgo, conhecido como Zé Augusto, declarou apoio a Allyson Bezerra no segundo turno da disputa pelo Governo do Estado.

A adesão reforça a presença de Allyson no Alto Oeste e amplia sua articulação entre prefeitos e lideranças municipais. Zé Augusto passa a somar forças na mobilização pela candidatura nesta etapa decisiva da eleição.

Allyson Bezerra segue recebendo uma onda de adesões no segundo turno, com prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes regiões do Rio Grande do Norte somando forças à candidatura.

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Quase 20% das famílias brasileiras comprometem mais da metade da renda com dívidas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Quase 20% das famílias brasileiras compromete mais da metade da renda com dívidas. O dado de setembro de 2026 chegou ao maior nível desde fevereiro deste ano, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O comprometimento médio da renda subiu de 29,3% para 29,6%, enquanto o percentual de famílias endividadas caiu de 82% para 81,7%. A inadimplência também recuou, de 29,9% para 29,6%, mas o tempo médio de atraso nos pagamentos atingiu 65,3 dias, maior marca desde novembro de 2024.

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, 38,5% tinham contas atrasadas. Nesse grupo, 18,5% disseram não ter condições de regularizar as dívidas no mês seguinte.

A CNC prevê nova redução da inadimplência nos próximos três meses, com estabilização do endividamento. O levantamento reúne dados mensais de cerca de 18 mil consumidores nas capitais e no Distrito Federal.

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‘Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília’, diz Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio

Foto: Reprodução/YouTube

Cortar gastos com assessores, estruturas administrativas, carros e voos, sem reduzir programas sociais. Essa é a proposta apresentada neste sábado (10) por Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), durante encontro com mulheres apoiadoras no Rio de Janeiro.

“Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília”, afirmou. Ela garantiu que eventuais cortes não atingiriam aposentados, trabalhadores ou beneficiários do Bolsa Família e acusou adversários de disseminar “fake news” sobre possíveis perdas de direitos sociais.

Daniella também criticou a política econômica do governo Lula, atribuindo o endividamento de famílias e empresas ao aumento da dívida pública e da carga tributária. Ela defendeu incentivos ao empreendedorismo, ampliação do crédito para mulheres e penas mais duras para crimes contra mulheres e crianças.

As propostas para o público feminino integram o plano “Brasil por Elas”, que prevê ações de combate à violência, incentivo à autonomia financeira e reconhecimento da economia do cuidado.

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