Um leitor do blog confirmou que agora pouco, por volta de 14h30, uma dupla armada invadiu uma escola de inglês (onde ele é aluno) na subida de Candelária, zona sul de Natal, rendeu professores, funcionários e alunos e promoveu um verdadeiro arrastão.
Segundo o leitor, aluno aluno da Escola de idiomas Wizard, que viveu os momentos de tensão e prefere manter a identidade em sigilo, os bandidos levaram celulares, dinheiro e objetos pessoais de todas as vítimas, fugindo em seguida com destino ignorado
Romeu Zema (Novo) criticou o cancelamento do debate presidencial da TV Globo e afirmou que o país vive uma situação de “vergonha nacional”.
O candidato criticou as decisões judiciais tomadas pouco antes do debate e afirmou que o Judiciário está “fazendo política” no Brasil. Zema também disse que regras estabelecidas anteriormente deveriam ser cumpridas.
“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, afirmou. Zema ainda acusou a Justiça de atuar para beneficiar o presidente Lula (PT) e falou em um cenário de insegurança jurídica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou sua ausência no debate da TV Globo durante participação no Flow Podcast, transmitido quase no mesmo horário em que o confronto entre os candidatos ocorreria. O petista classificou os debates como “infrutíferos” e afirmou que os adversários aproveitam o espaço para “fazer gracinha” e buscar likes em vez de discutir o país de forma séria.
O evento foi cancelado pela emissora a menos de três horas de sua realização após sucessivas decisões de ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) alterarem a dinâmica do confronto.
O Imbróglio Jurídico e o Cancelamento
A dinâmica do debate sofreu alterações em cima da hora devido a duas decisões judiciais. A ministra do TSE, Estela Aranha atendeu a um pedido da campanha do PT e proibiu a emissora de exibir de forma destacada a cadeira vazia de Lula. Já o ministro do STF, Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) como um dos convidados do embate.
A ata original de regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, estipulava que a ausência de um candidato resultaria na manutenção de um púlpito vazio. Contudo, em relação aos convidados, a legislação eleitoral desobriga convites a legendas sem representação mínima de cinco parlamentares na Câmara, como é o caso do partido Missão.
Diante do cenário, a TV Globo apontou que as decisões judiciais de última hora geraram insegurança jurídica e representaram uma interferência indevida na liberdade de imprensa para organizar debates eleitorais. Flávio Bolsonaro (PL), principal adversario de Lula, também havia desistido de participar após as mudanças nos critérios.
Críticas ao Formato e aos Adversários
Durante a entrevista, Lula questionou as regras que igualam o tempo de exposição de candidatos com grande e pequena expressividade nas pesquisas e destacou que já é muito conhecido pelo eleitorado.
O presidente também endureceu as críticas contra Flávio Bolsonaro, comparando a disputa atual com pleitos anteriores e desqualificando o opositor ao afirmar que ele não tem passado, presente ou futuro político.
O influenciador Pablo Marçal (PRTB) fez um apelo aos candidatos considerados ‘nanicos’ em prol de uma união da direita à candidatura de Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal à Presidência da República. A súplica do coach foi realizada durante uma coletiva de imprensa, onde ele pediu que Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e (AVANTE) se aliem ao filho de Jair Bolsonaro já no 1° turno e desistam de suas próprias candidaturas.
“Estou falando com o Caiado pra ele parar de fazer o que ele tá fazendo, porque ele poderia ser o melhor ministro da segurança pública da história.Caiado, tá em tempo ainda, tô do lado aqui do Flávio. O Flávio gosta de você, a gente fala bem de você, você fez um ótimo serviço. Faz o final ser o melhor, cara”, disse Pablo Marçal.
O influenciador também direcionou sua fala aos candidatos Zema e Cury. “Zema, por favor, você já viu que não tracionou. (0:21) Vem andar com a gente. Cury, eu sei, eu te respeito, você tem investido seu tempo, mas nós estamos contra um mal maior.Nós temos que quebrar nossas diferenças”, concluiu o influenciador.
Os bastidores que envolveram o cancelamento do debate presidencial na televisão ganharam um novo capítulo de questionamentos sobre a transparência das articulações políticas e jurídicas. Em cobertura jornalística exibida pelo programa Em Pauta, da GloboNews, a jornalista Malu Gaspar apontou contradições diretas nas versões apresentadas pelos envolvidos na ação judicial que culminou no impasse.
De acordo com a apuração relatada no ar, o deputado Paulinho da Força afirmou que teria ingressado com a ação judicial a pedido de Renan Santos. No entanto, a versão foi frontalmente desmentida pelo próprio Renan Santos, que negou ter feito qualquer pedido nesse sentido ao parlamentar.
Diante do choque de declarações, a repórter cobrou esclarecimentos públicos sobre o real papel de cada personagem nesse enredo. Para Malu Gaspar, a falta de clareza alimenta a percepção pública de uma suposta armação nos bastidores, o que inevitavelmente gerará cobranças e questionamentos severos por parte da Justiça Eleitoral.
A nova pesquisa TCM/TS2, divulgada nesta quinta-feira (1º), mostra Zenaide Maia com 23% dos votos válidos na soma do primeiro e do segundo voto para o Senado no Rio Grande do Norte. O levantamento coloca a senadora em segundo lugar, com 8,2 pontos percentuais de diferença para Samanda de Lula, que aparece com 14,8%. Styvenson Valentim registra 36%.
Na sequência, aparecem Coronel Hélio, com 14,2%, Rafael Motta, com 9,5%, e Tércio Tinoco, com 1,4%. Sandro Pimentel registra 0,7%, enquanto Rosália Fernandes, Sônia Godeiro e Professor Guilherme têm 0,1% cada. Luciana Mandu e Clóvis Costa do Coletivo não pontuaram.
A pesquisa ouviu 1.800 eleitores em 71 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre 26 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-08184/2026 e RN-01672/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou as repercussões em torno de seu veto às chamadas bets (sites de apostas esportivas), ocorrido a poucos dias da eleição, durante entrevista no Flow Podcast nessa quina-feira (1). Questionado pelo entrevistador Igor Coelho sobre a proximidade temporal da medida com o pleito eleitoral, Lula justificou que a decisão foi tomada no momento em que o problema se apresentou e que ele próprio não tinha conhecimento prévio da gravidade em que a situação tinha chegado.
O presidente afirmou que muitas pessoas em reuniões internas alertavam contra o fim ou a restrição das apostas por conta de possíveis retaliações políticas ou pressões de parlamentares. No entanto, Lula rebateu que a prioridade foi impedir que a população de baixa renda continuasse sendo prejudicada financeiramente pelo avanço das apostas, usando recursos essenciais de subsistência.
“A única coisa que eu tenho é que eu tomei a decisão de não permitir que o povo pobre seja estorquido, vendendo o dinheiro do feijão, do leite, do pão, do filho, para jogar”, declarou o presidente durante a conversa.
Questionado sobre o motivo de não ter agido anteriormente, como no início de 2026, Lula ponderou que a tomada de decisões depende do momento em que os fatos ganham gravidade e chegam ao seu conhecimento, reforçando que a medida teve caráter de proteção social e não eleitoral.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) usou uma transmissão ao vivo no YouTube nesta quinta-feira (1º) para subir o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Poder Judiciário. Segundo o senador, Lula teria recorrido a “amigos do Judiciário” para impor uma “censura” ao debate da TV Globo, que estava marcado para a mesma noite.
A declaração do parlamentar ocorreu logo após a emissora decidir pelo cancelamento do evento. O cancelamento se deu em virtude de decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e de uma liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que garantiu a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) no confronto televisivo.
“Lula usa seus amigos do Judiciário para impor censura ao debate da Rede Globo. Muito triste e revoltante o que está acontecendo”, declarou Flávio durante a transmissão.
A live foi conduzida ao lado de importantes aliados políticos da chapa do PL no Rio de Janeiro. Participaram do ato virtual o candidato ao governo estadual Douglas Ruas (PL-RJ), além dos candidatos ao Senado Carlos Jordy (PL-RJ) e Carlos Portinho (PL-RJ). A transmissão também contou com a presença e participação do influenciador Pablo Marçal.
O debate sobre a neutralidade e a atuação das cortes superiores voltou a esquentar o cenário político brasileiro após desdobramentos de decisões recentes da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante uma análise transmitida em um telejornal da GloboNews, a jornalista Malu Gaspar criticou duramente a postura de ministros das cortes, classificando a situação institucional do país como “surreal, absurda e inaceitável”.
“Se o ministro do Supremo quer fazer campanha, ele tira a toga e vai fazer campanha, vai fazer política. Se o ministro do Supremo resolve atuar a favor de um candidato, ministro do Supremo e ministro do TSE, eles deixam de ser juízes”, disparou a jornalista durante a transmissão.
No centro da crítica está a percepção de conflito de interesses quando membros do Judiciário e da Corte Eleitoral adotam decisões que favorecem ou prejudicam candidaturas específicas. Para a comentarista, a postura de magistrados que supostamente atuam a favor de candidatos compromete a lisura do processo democrático.
A polêmica ganhou força após episódios envolvendo o cancelamento e as regras de exibição de debates presidenciais na televisão, culminando em decisões que, segundo críticos, acabam interferindo de forma direta na dinâmica da disputa eleitoral.
O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a repercussão da decisão que proibiu a TV Globo de exibir o púlpito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vazio durante o debate realizado na última quinta-feira (1º).
Em declaração à imprensa, Cury classificou o atual momento político e institucional do país como um cenário que “beira ao colapso da democracia”, apontando o que considera ser uma desproporcionalidade na atuação da mais alta corte do país.
Insegurança jurídica e protagonismo do STF
Questionado sobre a estabilidade institucional e sobre os rumos de sua campanha, Cury confirmou que mantém sua candidatura firme para o primeiro turno e afirmou que a insegurança jurídica no Brasil precisa ter um fim.
“O STF é o alicerce da democracia, mas um alicerce tem que ser discreto. Ninguém sabe o nome de um ministro da Suprema Corte americana, mas no Brasil nós sabemos de quase todos, e fora do país também. Na verdade, o STF tem um protagonismo completamente desproporcional, que beira a um colapso da democracia, infelizmente”, declarou o candidato.
Propostas para o Judiciário
Durante o pronunciamento, Cury defendeu reformas estruturais profundas na relação entre os Poderes. O candidato afirmou que, caso seja eleito presidente, buscará articular um pacto nacional entre os poderes para propor ao Congresso a mudança da Constituição com o objetivo de acabar com a vitaliciedade dos ministros do STF.
Pela proposta defendida pelo candidato, cada magistrado da Corte deveria cumprir um mandato fixo estipulado por ele em um limite máximo de oito anos, após o qual deixaria o cargo definitivamente.
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tornou-se o centro de intensos debates políticos nesta sexta-feira (2) após proibir a TV Globo de exibir o púlpito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vazio durante o debate realizado na última quinta-feira (1º). A decisão gerou repercussão nos bastidores e chamou atenção para o perfil e o histórico profissional da magistrada – que já gravou vídeo declarando voto no presidente Lula.
Nomeada por Lula para uma vaga de ministra substituta ou efetiva no TSE em 1º de agosto de 2025 com mandato de dois anos, Estela tem passagens recentes pela administração federal. No atual governo, ela atuou como secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública durante a gestão de Flávio Dino, período em que ganhou projeção nacional por sua postura firme na regulação e no combate a abusos das grandes empresas de tecnologia (big techs).
Posteriormente, integrou a equipe da Presidência da República como assessora especial na assessoria internacional, liderada pelo ex-chanceler Celso Amorim. No próprio TSE, atuou como assessora no gabinete da Presidência em 2025, sob a gestão da ministra Cármen Lúcia.
Perfil e Formação
Especialista em direito digital e inteligência artificial, Estela Aranha possui uma carreira acadêmica e institucional sólida. É graduada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) desde 1999 e mestre em Direito Constitucional pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa).
Entre suas atuações de destaque, constam a participação no Conselho Consultivo de Alto Nível da ONU sobre Inteligência Artificial e a presidência das comissões de Proteção de Dados do Conselho Federal da OAB no Rio de Janeiro (OAB-RJ), além de ter coordenado núcleos de estudos no IBCCRIM. Na área educacional, acumulou passagens como professora convidada em instituições de peso, como FGV, Mackenzie, EMERJ e IDP.
Comente aqui