Dado Dolabella, que na madrugada do último dia 29 de agosto foi abordado em uma blitz da Lei Seca, no Rio de Janeiro, falou com exclusividade ao R7 sobre o episódio em que perdeu a carteira de habilitação, foi multado em quase 2 mil reais e teve seu carro recolhido depois de ter se recusado a fazer o teste do bafômetro.
— Não fiz porque tinha tomado uma ou duas taças de vinho. Tinha já umas duas horas que tinha bebido. Para mim, isso [Lei Seca] foi uma saída genial do governo para diminuir o trânsito e recolher os carros para os depósitos, aumentando, assim, os cofres públicos.
A infração cometida pelo ator é considerada gravíssima e, por isso, Dado também perdeu sete pontos na CNH. Em relação a quantidade de álcool ingerida, Dado acredita que a mesma era inofensiva para a condução do veículo.
— O que eu consumi não interfere em nada. Posso beber três garrafas de vinho que eu fico em pé e faço o quatro, o dezesseis, até o trinta e dois. No entanto, sei que cada qual tem o seu limite. Uma pessoa de 60 anos, por exemplo, já não ficaria legal.
Dado disse ainda que, como cada pessoa tem suas limitações, seria uma ignorância generalizar e taxar uma tolerância zero. Ele acredita que dessa forma, o governo tira de pessoas que tem responsabilidade o prazer de se beber, por exemplo, uma taça de vinho. Em contrapartida, ele apoia a lei.
— A Lei Seca é, sim, importante, mas a aplicabilidade dela está errada, assim como outras leis.
Durante a transmissão da partida entre Alemanha e Costa do Marfim, pela segunda rodada da Copa do Mundo, uma cena inesperada interrompeu momentaneamente o clima da cobertura esportiva.
A equipe da GE TV, da Globo, entrevistava torcedores alemães que acompanhavam o jogo no Brasil quando uma mulher apareceu no enquadramento.
Sem relação com a entrevista, ela fez críticas diretas ao presidente Lula (PT), chamando-o de “ladrão” e gritando “Lula fora” durante a transmissão ao vivo.
A fala surpreendeu os apresentadores e os demais torcedores que participavam da reportagem no momento.
Uma mulher ficou ferida após um acidente de moto na BR-101, em Natal, e aguardou mais de 2 horas pelo atendimento do Samu neste sábado (20). O acidente aconteceu após o condutor da moto perder o controle ao passar sobre uma tampa de bueiro desnivelada na pista.
O Corpo de Bombeiros realizou o primeiro atendimento ainda no trecho da rodovia. O condutor da moto foi socorrido e encaminhado ao Hospital Walfredo Gurgel.
A mulher ferida permaneceu no local aguardando atendimento do Samu. Segundo informações do Portal da Tropical, a vítima ficou cerca de 2h20 à espera de uma ambulância.
Diante da demora, o Corpo de Bombeiros retornou ao local do acidente e socorreu a mulher. Pouco depois, uma unidade do Samu chegou ao local.
A Polícia Civil identificou um terceiro suspeito de participação no atentado que matou o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e deixou ferido o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró. O crime aconteceu por volta das 22h da última segunda-feira (15), em frente à UPA do Alto de São Mateus.
Segundo a investigação, foram reunidos elementos que apontam o envolvimento de Wilson Mariano da Silva Filho na ação criminosa. Com base nas evidências coletadas, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado.
A medida foi autorizada pela Justiça. No entanto, o suspeito não foi localizado e é considerado foragido pelas forças de segurança.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso, identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar autores, coautores e eventuais mandantes do crime.
A corporação pede a colaboração da população para localizar o investigado. Informações que possam ajudar nas investigações ou indicar o paradeiro do suspeito podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido.
O vereador de Mossoró Cabo Deyvison (PL) afirmou que não pretende abandonar a vida pública após ser alvo de um atentado que matou uma pessoa e quase tirou sua vida. Em entrevista à Tribuna do Norte, o parlamentar disse que o episódio reforçou sua disposição de continuar atuando na política e defendendo suas bandeiras.
Ao comentar as possíveis motivações do crime, Deyvison afirmou que todas as hipóteses devem ser investigadas. Segundo ele, sua atuação no combate ao crime organizado é uma das linhas que precisam ser analisadas pelas autoridades.
“Fui atacado em razão da minha atuação pública, e todas as linhas de investigação devem ser aprofundadas até que a verdade seja completamente esclarecida”, declarou.
O vereador também disse concordar com a avaliação de que não podem ser descartadas motivações políticas ou empresariais para o atentado. Para ele, a apuração deve ocorrer sem direcionamentos prévios e sem conclusões antecipadas.
Questionado sobre a possibilidade de os investigadores chegarem aos mandantes do crime, Deyvison afirmou confiar no trabalho das forças de segurança e disse acreditar que todos os envolvidos serão identificados.
Mesmo após o atentado, o parlamentar descartou qualquer mudança nos planos de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. “Não vou permitir que a violência determine os rumos da minha vida ou da minha atuação política”, afirmou.
Durante a entrevista, ele também avaliou que o caso evidencia o desafio representado pelo crime organizado no Rio Grande do Norte e defendeu o fortalecimento das instituições e da inteligência policial.
Ao falar sobre o ambiente político, Deyvison fez um apelo contra a violência. “Divergências políticas devem ser resolvidas pelo debate, pelo voto e pelas instituições. Quando a violência passa a fazer parte desse ambiente, toda a sociedade perde”, declarou.
Por fim, o vereador disse que o atentado não abalou sua disposição de continuar na vida pública. Segundo ele, o episódio reforçou a responsabilidade de seguir trabalhando e honrando a confiança dos eleitores.
O Rio Grande do Norte tem R$ 771,8 milhões em créditos previdenciários que poderiam reforçar os cofres estaduais, mas os recursos seguem travados entre análises do INSS, da Dataprev e pendências documentais acumuladas há décadas.
Segundo o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (IPERN), cerca de R$ 400 milhões podem ser liberados ainda em 2026, caso os processos avancem e as exigências sejam atendidas.
Do total, R$ 413,2 milhões aguardam análise do INSS e da Dataprev. Outros R$ 358,6 milhões dependem da apresentação e regularização de documentos para que possam seguir para pagamento.
O presidente do IPERN, Nereu Linhares, afirma que uma das principais dificuldades é localizar documentos antigos que comprovem contribuições previdenciárias realizadas por servidores ao longo das décadas.
Parte dessas pendências envolve registros dos anos 1980 e 1990. Segundo o gestor, muitos arquivos foram perdidos ou descartados ao longo do tempo, dificultando a comprovação exigida atualmente pelas regras federais.
“Aqueles casos específicos em que não foi encontrada a documentação, em arquivo, por exemplo, óbvio que vai prescrever”, afirmou Nereu Linhares.
O IPERN alerta que parte dos créditos pode ser perdida por prescrição. Pela legislação, os valores devem ser reclamados dentro de um prazo de cinco anos após o registro da aposentadoria.
A compensação previdenciária funciona como um acerto de contas entre os regimes de previdência. Quando um servidor contribuiu para o INSS e se aposenta pelo Estado, a União repassa recursos para ajudar a custear o benefício pago pelo governo estadual.
Mesmo com as dificuldades, o Rio Grande do Norte registrou em 2025 o maior volume de compensações já recebido. Segundo o IPERN, foram R$ 115 milhões repassados pelo INSS neste ano.
Apesar do recorde, o valor não foi suficiente para cobrir sequer um mês do déficit previdenciário estadual. De acordo com Nereu Linhares, o déficit mensal chegou a R$ 147 milhões.
Para especialistas, a demora na recuperação desses recursos evidencia as dificuldades fiscais enfrentadas pelo Estado e aumenta a pressão sobre as contas públicas, já que a perda dos créditos pode exigir novos aportes do Tesouro para cobrir o déficit da previdência estadual.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de desaprovação e 48% de aprovação entre os brasileiros.
Os números indicam estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado no fim de maio, quando tanto a aprovação quanto a desaprovação estavam em 48%.
O levantamento foi realizado antes da divulgação completa dos desdobramentos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026 e ouviu 2.004 pessoas em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) pelo site do jornal Folha de S.Paulo mostra que 38% dos entrevistados têm uma avaliação negativa sobre o governo do presidente Lula (PT).
Outros 32% avaliam o governo positivamente e, para 29%, o desempenho é regular. O quadro é de estabilidade em relação à pesquisa anterior, de maio.
Veja os números:
Ruim/péssimo: 38% (eram 38% em maio e 40% em abril);
Ótimo/bom: 32% (eram 32% em maio e 29% em abril);
Regular: 29% (eram 28% em maio e 29% em abril);
Não sabem: 1% (eram 1% nas pesquisas anteriores).
O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 17 e 19 de junho, segundo dados informados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-09956/2026 no TSE.
Da esquerda para a direita, o banqueiro Augusto Lima, Jaques Wagner (PT-BA), Daniel Vorcaro e Lula (PT) | Foto: reprodução/Diário do Poder
A linha do tempo traçada pela Polícia Federal que resultou na batida policial nos endereços do líder de Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), mostra que quando o presidente petista recebeu o Daniel Vorcaro em segredo, fora da agenda, o senador da Bahia e Augusto Lima, sócio de Vorcaro, também alvo dos federais na operação de quinta-feira (18), já mantinham frenética troca de mensagens com negociações milionárias, como a “compra” do apartamento de R$2,45 milhões em Salvador (BA).
Foi em 4 de dezembro de 2024 a reunião de Vorcaro, Lula e Lima. Oito dias antes, Wagner e o banqueiro trocavam mensagens sobre o imóvel.
Rui Costa (ex-Casa Civil) também esteve na reunião. Wagner era seu secretário na Bahia quando o Credcesta entrou nos negócios do Master.
Em 13/08/24, Lima e Wagner fizeram chamada de 9min19s. Foi quando a “Emenda Master” foi apresentada. Lima mandou o link ao senador.
Enquanto a PF revirava a casa do senador atrás de provas de mutreta, Lula ligou para o baiano para, diz ele, manifestar “solidariedade”.
Neymar é craque e Lula é presidente turista. Só um deles tem espaço no coração do brasileiro e pode ter certeza: o Brasil está do lado e torcendo pelo @neymarjrpic.twitter.com/KTn1s0FtHI
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) saiu em defesa de Neymar após o atleta da Seleção Brasileira ser ironizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fala durante evento em Belo Horizonte (MG), nesta sexta-feira (19).
“Neymar é craque e Lula é presidente turista. Só um deles tem espaço no coração do brasileiro e pode ter certeza: o Brasil está do lado e torcendo pelo Neymar Jr.”, compartilhou Flávio em seu perfil no X.
Durante anúncio de investimentos em oncologia no SUS, na capital mineira, Lula disse que o jogador é o “primeiro convocado home office do mundo”.
O camisa dez da seleção se recupera há um mês de uma lesão na panturrilha e esteve fora das duas primeiras partidas da Copa do Mundo 2026, contra as seleções de Marrocos e Haiti. A expectativa é que ele tenha condições de jogo contra a Escócia, na última rodada da primeira fase da competição.
No vídeo compartilhado nas redes, Flávio classificou a fala de Lula como “mais um gol contra do presidente”. “Estamos falando de um brasileiro de origem humilde que venceu na vida e inspira milhões de jovens, e mantém um projeto social que ajuda milhares de crianças e famílias”, concluiu o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A investigação da Polícia Federal sobre supostas vantagens indevidas pagas pelo Banco Master ao senador Jaques Wagner (PT-BA) aponta que a aquisição de um apartamento avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões teria seguido o mesmo modelo identificado em um caso envolvendo o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.
Segundo a PF, o esquema teria utilizado fundos de investimento e empresas interpostas para ocultar a origem dos recursos e o verdadeiro beneficiário do imóvel. O advogado Daniel Monteiro, apontado como operador financeiro nas duas situações, também é citado na apuração.
De acordo com os investigadores, o apartamento ligado a Jaques Wagner foi adquirido por meio de uma estrutura envolvendo um fundo administrado pela gestora Reag, alvo da Operação Compliance Zero por suspeitas de participação em operações financeiras relacionadas ao Banco Master.
A PF afirma que o modelo é semelhante ao identificado em fases anteriores da investigação, nas quais imóveis teriam sido utilizados como forma de pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.
O que diz a assessoria de Jaques Wagner
O senador Jaques Wagner (PT-BA) esclarece que não é réu, não foi denunciado e não foi acusado em nenhum processo relacionado aos fatos investigados. O parlamentar acompanha com tranquilidade o andamento das investigações e mantém a confiança na condução delas. Cabe esclarecer que o apartamento mencionado jamais integrou o patrimônio do parlamentar. O senador também nega atuação em favor do Banco Master ou qualquer outra instituição financeira.
Sobre os valores em espécie apreendidos, a assessoria informa que o montante é fruto de diárias legais, declaradas e não utilizadas em missões internacionais oficiais. Por fim, o senador Jaques Wagner reitera que permanece à inteira disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos, com a certeza de que a verdade prevalecerá.
O que diz a defesa de Augusto Lima
As diligências realizadas pela Polícia Federal nesta data eram desnecessárias, uma vez que Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração.
De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos.
Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública.
O que diz a defesa de Daniel Monteiro
A defesa de Daniel Monteiro informa que não teve acesso aos elementos da investigação mencionados na operação desta quinta-feira, limitação que tem sido recorrente ao longo da apuração. Daniel segue preso há mais de dois meses e suas advogadas ainda não tiveram acesso integral aos autos do inquérito policial. A defesa ressalta apenas a importância de cautela ao reproduzir qualificações atribuídas pela investigação, especialmente quando se referem à atuação de advogados.
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